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INE prevê aumento de produtividade da vinha de 10% face à última vindima

O Instituto Nacional de Estatística (INE) prevê um aumento de produtividade da vinha de 10% face à última vindima, segundo avança nas suas previsões agrícolas, a 31 de Julho. Na uva de mesa, a produtividade deverá registar uma redução de 5%.

Explicam os técnicos do INE que, para as vinhas, as condições meteorológicas ao longo da campanha foram, em geral, favoráveis.

Inverno e Primavera secos

O Inverno seco contribuiu para a destruição de muitos oósporos do míldio, sendo que na Primavera, também seca, as condições não promoveram o surgimento de infecções primárias graves.

A floração e a alimpa decorreram sem incidentes e o desenvolvimento dos cachos foi pontualmente condicionado por situações meteorológicas anómalas: escaldões provocados pelo pico de temperatura e vento quente e seco do dia 11 de Julho, principalmente no Vale do Tejo e Alentejo; destruição dos bagos/cachos pelo granizo em Trás-os-Montes, no dia 13 de Julho.

Acrescentam os técnicos do INE que os arrefecimentos nocturnos têm contribuído para avançar com o processo de maturação das uvas, estimando um aumento de produtividade de 10% face à vindima de 2018.

Julho seco

Acrescentam as previsões agrícolas do INE que o mês de Julho caracterizou-se como seco, com um valor médio da precipitação de 5,9 mm, cerca de 43% da normal (1971-2000).

Quanto à temperatura do ar, Julho classificou-se como normal, com picos de temperatura máxima acima da média entre os dias 10 e 12 e na semana de 17 a 24. De notar que este mês foi também caracterizado pela ocorrência de vento, em particular na segunda quinzena e no litoral a sul do Cabo da Roca e zonas altas.

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