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Fundo Ambiental apoia Windfloat para diminuir custos da ligação por cabo submarino

O Conselho de Ministros aprovou hoje, 12 de Setembro, a resolução que determina o co-financiamento anual, pelo Fundo Ambiental, da verba que permita atenuar a repercussão na tarifa de electricidade do valor de investimento a realizar pela Rede Eléctrica Nacional para a instalação do cabo submarino de ligação ao projecto Windfloat, pelo período de 25 anos e com vista a não onerar o consumidor.

WindFloat Atlantic

O projecto da Central Eólica Offshore – WindFloat Atlantic (CEO-WA) localiza-se no espaço marítimo nacional, a Oeste da cidade de Viana do Castelo, a uma distância da costa compreendida entre as 8,9 milhas (16,5 km) e as 10 milhas (18,5 km), aproximadamente.

O projecto contempla que a CEO-WA seja composta por 3 aero-geradores, o que reduz ao mínimo os efeitos na ocupação do espaço marítimo, por via da utilização de aero-geradores de alta capacidade nominal (8.4MW).

O projecto pertence ao consórcio Windplus, detido conjuntamente pela EDP Renováveis (54,4%), ENGIE (25%), Repsol (19,4%) e Principle Power Inc. (1,2%).

Realça o comunicado do Conselho de Ministros que “esta contribuição diz respeito ao valor do investimento não co-financiado por fundos europeus, referente à construção, operação, manutenção e exploração do cabo submarino que assegura a ligação entre a produção eólica offshore, ao largo de Viana do Castelo, e a rede eléctrica de serviço público”.

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