AGRICULTURA E MAR ACTUAL http://agriculturaemar.com Portal do mundo rural e da economia do mar Fri, 24 May 2019 12:30:35 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.2.1 Tesselo arranca com actividade na prevenção de incêndios florestais e pragas agrícolas http://agriculturaemar.com/tesselo-arranca-com-actividade-na-prevencao-de-incendios-florestais-e-pragas-agricolas/ http://agriculturaemar.com/tesselo-arranca-com-actividade-na-prevencao-de-incendios-florestais-e-pragas-agricolas/#respond Fri, 24 May 2019 06:49:07 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=40964 A ​Tesselo​, a startup que combina imagens de satélite com Inteligência Artificial (IA) oficializou ontem, 23 de Maio de 2019, o início da sua actividade em Portugal, com o objectivo de combater desafios ambientais. As imagens em tempo real permitem estimar e mitigar os danos, desde infecções de colheitas, à exposição de redes eléctricas a …

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A ​Tesselo​, a startup que combina imagens de satélite com Inteligência Artificial (IA) oficializou ontem, 23 de Maio de 2019, o início da sua actividade em Portugal, com o objectivo de combater desafios ambientais. As imagens em tempo real permitem estimar e mitigar os danos, desde infecções de colheitas, à exposição de redes eléctricas a incêndios florestais.

Após dois anos de intensa pesquisa e desenvolvimento, a Tesselo oferece uma gama de soluções de mapeamento, baseadas em IA, aplicáveis a um amplo espectro de sectores e matérias. Uma das principais aplicações em Portugal, país onde a empresa tem a sua sede, incide na prevenção de incêndios de grandes proporções.

Para os fundadores da Tesselo, as tecnologias modernas são o veículo de transição para uma verdadeira economia sustentável e, com esta convicção, decidiram combinar as suas capacidades técnicas no desenvolvimento de uma solução de combate às alterações climáticas.

O objectivo de longo-prazo da Tesselo é acelerar a transição global em direcção à sustentabilidade ambiental, através da inteligência geoespacial.

Monitorizar alterações ao longo do tempo

A Tesselo produz imagens compostas cristalinas, criando mosaicos nítidos de dezenas, às vezes centenas, de fotografias de satélite sobre as quais executa modelos de IA, para extrair informações adaptadas às necessidades do cliente.

O resultado permite monitorizar alterações incrementais ao longo do tempo, ajudando a identificar padrões e a sinalizar áreas de risco. Fenómenos dinâmicos são expostos em tempo quase real, desde a vegetação que cresce muito perto de linhas de alta tensão, até ao impacto de um incêndio florestal no habitat local.

Programa Europeu Copernicus

As imagens-base da Tesselo provêm do Programa Europeu Copernicus, lançado em 2016, e a análise das alterações ambientais ao longo das décadas é feita a partir de arquivos de 40 anos da NASA.

O CEO da Tesselo, Rémi Charpentier, afirma que “​as novas capacidades de observação da terra e os últimos avanços em IA permitem-nos construir modelos ambientais a uma escala, nível de precisão e velocidade nunca antes visto. Estamos muito satisfeitos em inaugurar, hoje, a nossa actividade em Portugal e, em disponibilizar a nossa tecnologia a um elevado número de empresas desde a silvicultura, à agricultura e ao desenvolvimento urbano”.

Afirma, também, que a sua “tecnologia permite monitorizar as mudanças de uma forma muito pormenorizada, permitindo integrar temporadas e ciclos de vida das plantas nos nossos modelos de vegetação. É estratégico para a Tesselo estar sediada em Portugal, um dos centros tecnológicos que mais rápido cresce na Europa e um país onde a nossa tecnologia tem um impacto imediato”.

Mapeamento de Portugal continental

A empresa desenvolveu uma solução de mapeamento de Portugal continental aplicável a um grande espectro de sectores e matérias como a silvicultura, a agricultura, o planeamento urbano, entre outros.

A tecnologia da Tesselo pode estimar o risco e o impacto dos fogos florestais, monitorando áreas de limpeza em torno de infra-estruturas e postos de alta tensão, para mapear o risco e assegurar que os regulamentos ambientais são aplicados.

Esta tecnologia é de particular relevância para o País que se encontra a recuperar do devastador fogo florestal de Junho de 2017. No ranking europeu, Portugal tem um dos índices mais elevados de risco de incêndio florestal, como confirma a tendência anual de área ardida nas últimas quatro décadas, apesar do aumento do investimento no número de ​activos​ de combate a incêndios.

Em 2017, de acordo com o Sistema Europeu de Informações sobre Incêndios Florestais (EFFIS) da Comissão Europeia, foram destruídos ​563.000 hectares​, devido a ​16.981 incêndios.

A Tesselo já recebeu 3 bolsas da Agência Espacial Europeia e criou uma parceria de longo prazo com o Instituto Pedro Nunes (IPN), localizado em Coimbra.

Agricultura e Mar Actual

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Agricultor ou homem do mar? Sabe em quem votar nas eleições europeias? http://agriculturaemar.com/agricultor-ou-homem-do-mar-sabe-em-quem-votar-nas-eleicoes-europeias/ http://agriculturaemar.com/agricultor-ou-homem-do-mar-sabe-em-quem-votar-nas-eleicoes-europeias/#respond Thu, 23 May 2019 17:01:58 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=40945 Eleições Europeias – 26 de Maio de 2019 O agriculturaemar.com compilou as propostas sobre agricultura e mar dos candidatos às eleições europeias de 26 de Maio. Tratou-se de uma campanha em que muito pouco se falou de Europa. Uma campanha tratada como uma preparação para as próximas eleições legislativas, onde houve também lugar para as …

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Eleições Europeias – 26 de Maio de 2019

O agriculturaemar.com compilou as propostas sobre agricultura e mar dos candidatos às eleições europeias de 26 de Maio.

Tratou-se de uma campanha em que muito pouco se falou de Europa. Uma campanha tratada como uma preparação para as próximas eleições legislativas, onde houve também lugar para as ofensas pessoais.

O agriculturaemar.com pediu ainda as propostas eleitorais ao PDR, ao Basta! e ao PNR, mas não as recebeu.

Esperamos poder ajudar os empresários do mundo rural e da economia do mar a escolherem o partido em que vão votar.

Votar é um dever. Por isso, escolha o seu partido e no próximo domingo não fique em casa.

Aqui ficam as propostas de cada um, por ordem no boletim de voto.

PAN quer um imposto europeu para gases com efeito de estufa na agropecuária intensiva, acabar com o financiamento do BEI a projectos de sistemas de regadios e grandes barragens e acabar com o transporte de longa distância de animais vivos.

PAN quer imposto europeu para agropecuária intensiva e acabar com apoios do BEI ao regadio

 

PS quer “reforçar a capacidade de resposta europeia às catástrofes naturais e ambientais, incluindo por via de um verdadeiro sistema europeu de protecção civil.

Europeias. PS quer valorizar as políticas de coesão, a Política Agrícola Comum e de Pescas

 

Aliança quer apostar num Programa Nacional de Regadios Privados

Europeias. Aliança diz ser uma obrigação executar a totalidade dos fundos da PAC

 

O objectivo do Nós, Cidadãos é “travar a perda de biodiversidade e acabar com a sobrepesca e a desflorestação”

Europeias. Nós, Cidadãos defende mais dinheiro da UE para reforma da política agrícola

 

Europeias. PSD recusa qualquer corte na PAC. Quer desenvolver o potencial das Regiões Ultra-periféricas e quer criar um centro de combate à poluição marinha nos Açores ou na Madeira.

Europeias. PSD “não se conforma com nem aceita os cortes na coesão e na PAC”

 

Para o BE “é urgente iniciar um processo democrático que permita a transformação dos sistemas de produção actuais por via da agroecologia”

Europeias. BE defende PAC “muito presente na luta contra as alterações climáticas”

 

 

Para a lista liderada por Ricardo Arroja, a Política Agrícola Comum “tem mantido artificialmente activos inúmeros negócios sem a mínima viabilidade económica, dando sinais errados a investidores”

 

 

Europeias. Iniciativa Liberal quer acabar com os apoios da Política Agrícola Comum

 

A lista às eleições europeias liderada por Nuno Melo defende o reforço das políticas de coesão e maior justiça na distribuição dos fundos da PAC. E quer mais investimento no regadio. No mar, diz ser essencial seguros para a economia azul.

Europeias. CDS quer criação de um Mecanismo Europeu de Protecção Civil sediado em Portugal

 

O Livre defende uma Primavera Europeia, na qual quer um apoio da União Europeia de 500 mil euros por ano na para uma economia verde e um “desvio da agropecuária intensiva em grande escala”, defendendo a agricultura ecológica e a permacultura.

Eleições: Livre quer 500 mil M€ por ano na economia verde e luta contra a agropecuária intensiva

 

O PCP quer a “defesa da instauração do princípio da preferência nacional relativamente a importações de países na UE e de outros países”.

Europeias: PCP quer fundos da UE controlados pelos trabalhadores e fim dos OGM

 

Os Verdes estão contra apoios comunitários ao eucalipto. Defendem alimentos livres de OGM e uma Política Agrícola Comum (PAC) que privilegie a agricultura familiar e biológica. E querem a restrição da utilização de fitossanitários. E querem acabar com todos os acordos internacionais de comércio.

Europeias: PEV contra apoios comunitários ao eucalipto e pela restrição aos pesticidas

Agricultura e Mar Actual

 

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Governo aprova regime da estruturação fundiária http://agriculturaemar.com/governo-aprova-regime-da-estruturacao-fundiaria/ http://agriculturaemar.com/governo-aprova-regime-da-estruturacao-fundiaria/#respond Thu, 23 May 2019 15:10:49 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=40940 O Conselho de Ministros aprovou hoje, 23 de Maio, a proposta de lei que estabelece o regime da estruturação fundiária. O diploma, que procede à primeira alteração à Lei n.º 111/2015, de 27 de Agosto, tem como objectivo criar melhores condições para o desenvolvimento das actividades agrícolas e florestais, de modo compatível com a sua …

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O Conselho de Ministros aprovou hoje, 23 de Maio, a proposta de lei que estabelece o regime da estruturação fundiária.

O diploma, que procede à primeira alteração à Lei n.º 111/2015, de 27 de Agosto, tem como objectivo criar melhores condições para o desenvolvimento das actividades agrícolas e florestais, de modo compatível com a sua gestão sustentável nos domínios económico, social e ambiental, através da intervenção na configuração, dimensão, qualificação e utilização produtiva das parcelas e prédios rústicos.

Reforçar os instrumentos da estruturação

Explica o comunicado do Conselho de Ministros que com esta alteração pretende-se reforçar os instrumentos da estruturação fundiária, bem como simplificar o processo de atribuição das isenções fiscais, que passará a ser efectuado no âmbito de um único parecer pelo município territorialmente competente.

Pretende ainda o Governo alargar a isenção em imposto do selo a operações de crédito, com vista a facilitar o acesso a capitais alheios, e em imposto municipal sobre imóveis, de modo a facilitar a anexação de prédios e para a melhoria da estrutura fundiária da exploração.

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Fundo para a Conservação dos Oceanos tem 150 mil euros para invertebrados marinhos http://agriculturaemar.com/fundo-para-a-conservacao-dos-oceanos-tem-150-mil-euros-para-invertebrados-marinhos/ http://agriculturaemar.com/fundo-para-a-conservacao-dos-oceanos-tem-150-mil-euros-para-invertebrados-marinhos/#respond Thu, 23 May 2019 14:01:42 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=40933 O Oceanário de Lisboa e a Fundação Oceano Azul lançam a terceira edição do “Fundo para a Conservação dos Oceanos”, com um investimento de 150 mil euros para projectos dedicados à conservação de invertebrados marinhos. Este fundo privado que investe exclusivamente na conservação da biodiversidade marinha já atribuiu, desde a primeira edição, um valor total …

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O Oceanário de Lisboa e a Fundação Oceano Azul lançam a terceira edição do “Fundo para a Conservação dos Oceanos”, com um investimento de 150 mil euros para projectos dedicados à conservação de invertebrados marinhos.

Este fundo privado que investe exclusivamente na conservação da biodiversidade marinha já atribuiu, desde a primeira edição, um valor total de 250 mil euros.

As candidaturas decorrem até dia 7 de Julho e devem ser submetidas online aqui.

Sob o tema “Invertebrados Marinhos. Proteger no mar, o futuro na Terra”, a edição deste ano vai apoiar projectos de conservação dirigidos a espécies pertencentes a este vasto grupo de animais. Sabe-se que cerca de 97% do número total de espécies de animais existentes são invertebrados. No entanto, estima-se que apenas 10% dessas espécies são conhecidas.

Espécies ameaçadas

Os invertebrados formam populações-chave em todos os ecossistemas do planeta, particularmente nos ecossistemas marinhos. No entanto, apesar do esforço na conservação ser cada vez maior, ainda há grandes lacunas no que diz respeito ao conhecimento e conservação deste grupo tão vasto de espécies marinhas, que se encontram muitas delas ameaçadas pela pesca e exploração excessiva, destruição de habitats, alterações climáticas, poluição, entre outras.

Segundo Núria Baylina, Curadora e directora de Conservação do Oceanário de Lisboa, “espécies como o cavaco ou o coral-vermelho têm vindo a sofrer uma exploração excessiva e as populações têm diminuído drasticamente ao longo do tempo. Muitas outras espécies de invertebrados marinhos, como os ouriços-do-mar e os pepinos-do-mar, têm vindo a ser exploradas para consumo humano, no entanto, o estado das suas populações é desconhecido. Estas são algumas das razões pelas quais este grupo de animais merece especial atenção”.

Os apoios

O Fundo conta com duas edições já concluídas. A primeira edição, sob o tema “Raias e tubarões. Da escuridão para a luz da ciência”, financiou três projectos no valor total de 100 mil euros. A segunda edição teve como tema “Espécies Marinhas Ameaçadas. Da Ciência para a Consciência”, e financiou dois projectos no valor total de 150 mil euros.

O Oceanário de Lisboa e a Fundação Oceano Azul pretendem com esta terceira edição do Fundo, não só promover a protecção de espécies de invertebrados marinhos, através de financiamento e de apoio ao conhecimento científico, mas também sensibilizar para a importância do equilíbrio do oceano, partilhando a visão de que a conservação do oceano é uma responsabilidade de todos.

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Fenareg propõe estratégia de longo prazo para o regadio em Portugal http://agriculturaemar.com/fenareg-propoe-estrategia-de-longo-prazo-para-o-regadio-em-portugal/ http://agriculturaemar.com/fenareg-propoe-estrategia-de-longo-prazo-para-o-regadio-em-portugal/#respond Thu, 23 May 2019 13:31:53 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=40929 Os regantes portugueses, representados pela Fenareg — Federação Nacional de Regantes de Portugal, apontam caminhos orientadores das políticas públicas de regadio até 2050, e propõem acções para modernizar o regadio em Portugal, estimando que será necessário investir 1.700 milhões de euros no período 2021-2027. A proposta da Fenareg para uma estratégia de longo prazo do …

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Os regantes portugueses, representados pela Fenareg — Federação Nacional de Regantes de Portugal, apontam caminhos orientadores das políticas públicas de regadio até 2050, e propõem acções para modernizar o regadio em Portugal, estimando que será necessário investir 1.700 milhões de euros no período 2021-2027.

A proposta da Fenareg para uma estratégia de longo prazo do regadio em Portugal será formalmente apresentada, a 14 de Junho, na Feira Nacional de Agricultura, em Santarém.

A certificação ambiental das áreas regadas é uma das novidades do “Contributo para uma Estratégia Nacional para o Regadio”.

No cenário de alterações climáticas, cujos efeitos são já visíveis com períodos de seca cada vez mais frequentes, a agricultura de regadio é uma “actividade estratégica para a economia portuguesa, e deve ser encarada como tal pela sociedade e pelos decisores políticos”, refere uma nota de imprensa da Federação.

“A produção de alimentos em quantidade suficiente para suprir as necessidades da população portuguesa e para manter o dinamismo das nossas exportações agroalimentares depende do regadio”, acrescentam aqueles agricultores.

90% do regadio organizado

A Fenareg, entidade que representa mais de 90% do regadio organizado nacional, decidiu dar o seu contributo através de um “estudo sólido e fundamentado para uma estratégia que enquadre um caminho a seguir em matéria das políticas públicas de regadio nas próximas décadas”.

Este estudo faz um diagnóstico estratégico e aponta objectivos a alcançar até 2050, com um plano de acção a executar entre 2021-2027 (período do próximo Quadro Comunitário de Apoio) e respectivos cálculos do investimento e origem do financiamento.

Os 7 eixos de desenvolvimento estratégico das políticas públicas de regadio propostos são:

1. Expandir a área infra-estruturada para rega – criar novas áreas de regadio para mais 250.000 hectares de terrenos agrícolas, 50.000 até 2027.

2. Aumentar a capacidade de armazenamento de água e de regularização inter-anual – alteamento de algumas barragens e construção de novas nas bacias hidrográficas mais carenciadas, numa abordagem sustentada de fins múltiplos e de ligação em rede entre bacias hidrográficas.

3. Modernizar as infraestruturas públicas de rega – com intervenções prioritárias em construções anteriores a 1990.

4. Promover as melhores práticas de rega nas explorações agrícolas – aumentar eficiência em 200.000 ha.

5. Reforçar a sustentabilidade ambiental do regadio – desenvolver norma para certificação de “explorações de regadio sustentável”. Certificar 100.000 hectares, até 2027.

6. Compatibilizar instrumentos de ordenamento do território e de conservação da natureza com a expansão das áreas regadas – criar “acordos de responsabilidade” entre gestores das áreas protegidas/classificadas e os utilizadores da água para rega.

7. Rever modelos de tarifários e adequar legislação à nova realidade – criar sistema equilibrado e equitativo para a água de rega, premiando a eficiência e que incorpore as externalidades positivas (sociais, territoriais e ambientais) do regadio.

Programa Nacional de Investimentos

O Programa Nacional de Investimentos 2030, divulgado pelo Governo no início deste ano, estima 750 milhões de euros para investimento em regadio. No entanto, a Fenareg considera que “será possível financiar o conjunto de acções propostas na sua Estratégia e atingir as respectivas metas, alargando os instrumentos financeiros a fundos para além do FEADER, nomeadamente o FEDER, do Fundo Social Europeu, o Fundo de Coesão, o Fundo Ambiental, empréstimos do Banco Europeu para o Investimento, Orçamento Geral do Estado e privados, articulados numa abordagem multifundos”.

O documento integral da proposta pode ser consultado no site da Federação, aqui.

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Março de 2019: aves e coelhos abatidos em queda. Perú cresce 15,3% http://agriculturaemar.com/marco-de-2019-aves-e-coelhos-abatidos-em-queda-peru-cresce-153/ http://agriculturaemar.com/marco-de-2019-aves-e-coelhos-abatidos-em-queda-peru-cresce-153/#respond Thu, 23 May 2019 13:01:32 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=40925 A quantidade de aves e coelhos abatidos em Março de 2019 foi menor em todas as espécies excepto nos perus. Diz o Boletim Mensal da Agricultura e Pescas de Maio de 2019, do Instituto Nacional de Estatística (INE), que o peso limpo total de aves e coelhos abatidos e aprovados para consumo foi de 28.245 …

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A quantidade de aves e coelhos abatidos em Março de 2019 foi menor em todas as espécies excepto nos perus.

Diz o Boletim Mensal da Agricultura e Pescas de Maio de 2019, do Instituto Nacional de Estatística (INE), que o peso limpo total de aves e coelhos abatidos e aprovados para consumo foi de 28.245 toneladas em Março de 2019, o que representou um decréscimo de 4,8% (+1,7% em Fevereiro), devido ao menor volume de galináceos (-7,1%), patos (-8,6%), codornizes (-18,9%) e coelhos (-3,4%). Pelo contrário, os perus apresentaram um acréscimo de 15,3%.

Cabeças abatidas

No que diz respeito ao número de cabeças abatidas, observaram-se igualmente decréscimos para os galináceos (-4,6%), patos (-2,3%) e codornizes (-19,8%), enquanto os perus apresentaram um aumento de 26,6%. O número de coelhos abatidos registou uma diminuição de 4,1%.

Maior volume de produção de frango e de ovos de galinha para consumo

Em Março de 2019 o volume de produção de frango apresentou um acréscimo de 1,3% (+8,1% em Fevereiro), com 26.850 toneladas, acompanhado do aumento do número de cabeças que foi superior ao mês homólogo em 3,2% (+11,3% em Fevereiro), pelo facto do peso médio apresentado pelos animais ao abate ter sido inferior.

A produção de ovos de galinha para consumo teve também um aumento de 1,1% (+0,9% em Fevereiro), com 9 253 toneladas produzidas.

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Europeias. PS quer valorizar as políticas de coesão, a Política Agrícola Comum e de Pescas http://agriculturaemar.com/europeias-ps-quer-valorizar-as-politicas-de-coesao-a-politica-agricola-comum-e-de-pescas/ http://agriculturaemar.com/europeias-ps-quer-valorizar-as-politicas-de-coesao-a-politica-agricola-comum-e-de-pescas/#respond Thu, 23 May 2019 12:01:42 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=40912 A campanha para as eleições europeias, que se realizam a 26 de Maio, está a chegar ao fim. Uma campanha onde pouco se discutiu a Europa e que viveu de ataques entre partidos e mesmo pessoais. O agriculturaemar.com termina hoje a série de artigos dedicados às europeias com a apresentação do Manifesto Eleitoral do Partido …

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A campanha para as eleições europeias, que se realizam a 26 de Maio, está a chegar ao fim. Uma campanha onde pouco se discutiu a Europa e que viveu de ataques entre partidos e mesmo pessoais.

O agriculturaemar.com termina hoje a série de artigos dedicados às europeias com a apresentação do Manifesto Eleitoral do Partido Socialista (PS).

PS quer “reforçar a capacidade de resposta europeia às catástrofes naturais e ambientais, incluindo por via de um verdadeiro sistema europeu de protecção civil.

Para a lista liderada por Pedro Marques “nestas eleições europeias, de 26 de Maio de 2019, os cidadãos europeus e os portugueses têm nas mãos o futuro da Europa. E é importante que participem, porque o seu voto decide – e cada voto conta”.

O documento, de apenas seis páginas, pouco dedica à agricultura e à economia do mar, apesar dos ministros das respectivas pastas terem sido, durante esta legislatura, bem activos.

 

Para a lista liderada por Pedro Marques, “só uma Europa mais atenta à pobreza e às desigualdades, só uma Europa capaz de avançar para novas políticas que melhorem a vida concreta dos seus cidadãos, das famílias e das empresas pode estar à altura dos enormes desafios que tem pela frente”.

Novo Contrato Social para a Europa

Os socialistas propõem um “Novo Contrato Social para a Europa. Um Contrato Social que se traduza numa Nova Agenda Social, numa Nova Agenda de Crescimento e Emprego e numa Nova Agenda de Inovação e Sustentabilidade”.

Afirma o Manifesto Eleitoral do PS que “o primeiro eixo de um Novo Contrato Social para a Europa deve ser uma Nova Agenda Social de combate à pobreza e às desigualdades, que promova a coesão e a convergência, que valorize a educação e a formação profissional como instrumentos decisivos de mobilidade social, que defenda os direitos dos trabalhadores e a conciliação entre a vida pessoal, profissional e familiar, que combata todas as formas de discriminação, que defenda o modelo social europeu e que garanta o acesso à saúde, à habitação e aos serviços públicos”.

Valorizar as políticas de coesão, a política agrícola comum e de pescas

Para isso, o PS defende um Quadro Financeiro Plurianual que valorize as políticas de coesão, a política agrícola comum e de pescas, simplificando e tornando mais acessíveis a cidadãos e empresas estas políticas, e tendo em consideração as condições específicas das regiões ultra-periféricas”.

 

Por outro lado, a lista de Pedro Marques defende “uma mais justa distribuição geográfica dos investimentos do Plano Juncker e uma nova capacidade orçamental da zona Euro ao serviço não apenas da competitividade, mas também da convergência”.

Justiça fiscal à escala europeia

Os socialistas propõem-se ainda a defender no Parlamento Europeu a promoção da “justiça fiscal à escala europeia, combatendo a evasão fiscal e a concorrência desleal com as PME, assegurando a tributação dos movimentos de capitais, das transacções financeiras e da economia digital, e desenvolvendo incentivos fiscais para a criação de emprego, a inovação e o desenvolvimento sustentável”.

Incentivo ao crescimento

O PS defende também uma política orçamental europeia “mais favorável ao crescimento, que utilize plenamente os instrumentos de flexibilidade previstos no Pacto de Estabilidade e Crescimento e que promova uma estratégia mais expansionista por parte dos países europeus com excedentes orçamentais”.

 

Por outro lado, diz defender na Europa a “eliminação do défice de investimento que ainda persiste na economia europeia e o reforço dos instrumentos financeiros europeus de apoio ao investimento, incluindo o Quadro Financeiro Plurianual e o Plano Juncker, para o que propomos um Plano de Investimento para a Europa”.

E querem “colocar a inovação como eixo fundamental da política industrial europeia”.

Acordos comerciais

Contra as tentações proteccionistas, o PS valoriza, também, “o contributo dos acordos comerciais bilaterais e regionais para uma globalização mais regulada e mais justa. Apoiamos, por isso, a agenda comercial que a União Europeia tem vindo a desenvolver e exigimos que garanta a integral salvaguarda dos nossos valores em matéria de direitos sociais, laborais e ambientais, bem como de segurança alimentar e defesa do consumidor”.

Pode ler o Manifesto Eleitoral do PS às eleições europeias aqui.

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Simpósio de Vitivinicultura do Alentejo reuniu mais de 200 participantes http://agriculturaemar.com/simposio-de-vitivinicultura-do-alentejo-reuniu-mais-de-200-participantes/ http://agriculturaemar.com/simposio-de-vitivinicultura-do-alentejo-reuniu-mais-de-200-participantes/#respond Thu, 23 May 2019 11:15:43 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=40931 A 11.ª edição do Simpósio de Vitivinicultura do Alentejo que teve lugar a 15, 16 e 17 de Maio em Évora, no Auditório da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, contou com mais de 200 os participantes. Um número que inclui as principais universidades do País e que superou a participação do evento …

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A 11.ª edição do Simpósio de Vitivinicultura do Alentejo que teve lugar a 15, 16 e 17 de Maio em Évora, no Auditório da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, contou com mais de 200 os participantes.

Um número que inclui as principais universidades do País e que superou a participação do evento anterior.

“É muito bom estar a olhar para a plateia e ver muita gente nova, nomeadamente técnicos e investigadores novos, isto significa que estamos a rejuvenescer”, afirmou Francisco Mateus, presidente da Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA).

A sustentabilidade do sector do vinho

Neste evento, realizado sob a organização conjunta da CVRA, da ATEVA, Associação Técnica dos Viticultores do Alentejo e da CCDRA, Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, Universidade de Évora e DRAP Alentejo, foram discutidos o futuro e a sustentabilidade do sector do vinho em termos económicos, sociais e ambientais.

Francisco Mateus faz um balanço positivo e considera que o sector, apesar de alguns constrangimentos e do caminho que ainda tem a percorrer, contribui para o desenvolvimento da região, que é responsável por 13% do total da área nacional de vinha.

Apostar em castas mais resistentes

Reinhard Töpfer, professor alemão, foi um dos principais oradores do evento. Töpfer frisou que os viticultores devem apostar em “castas mais resistentes para se adaptarem às alterações climáticas”.

“As castas tradicionais existentes têm pontos fortes e pontos fracos e, nesta preparação para o futuro, os viticultores devem começar a experimentar novas coisas que, se calhar, estão melhor adaptadas a determinados ambientes e condições climatéricas”, resumiu.

Além de Töpfer, o Simpósio contou com outros oradores como Flor Etchebarne, que é desde 2016 Científica Independente, João Barroso, licenciado em Engenharia do Ambiente e com Mestrado em Sustentabilidade pela Universidade de Lund, na Suécia, Joana Faria, que desde 2017 assume funções de Secretária Executiva no FSC Portugal, Mafalda Evangelista, do Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável (BCSD Portugal), Javier Tardaguila, Professor Titular de Viticultura de Precisão na Universidade de La Rioja (Espanha) e Mariette Du Toit-Helmbold, que criou a Destinate, uma agência de gestão de destinos e marketing de turismo sob medida.

Realizado desde 1988

O Simpósio é realizado desde 1988, a cada três anos, e constitui um importante fórum de debate sobre as prioridades para o sector.

A Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA) foi criada em 1989 e é um organismo de direito privado e utilidade pública que certifica os vinhos DOC Alentejo e os vinhos Regional Alentejano. É responsável pela promoção dos Vinhos do Alentejo, no mercado nacional e em mercados-alvo internacionais. A sua actividade é financiada através da venda dos selos de certificação que integram os contra-rótulos dos Vinhos do Alentejo.

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Conheça as apps agrícolas que qualquer agricultor deve ter no seu telemóvel http://agriculturaemar.com/conheca-as-apps-agricolas-que-qualquer-agricultor-deve-ter-no-seu-telemovel/ http://agriculturaemar.com/conheca-as-apps-agricolas-que-qualquer-agricultor-deve-ter-no-seu-telemovel/#respond Thu, 23 May 2019 11:01:49 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=40907 Artigo de opinião de Rosa Moreira, Eng.ª Agrónoma, promotora do site A Cientista Agrícola Os telemóveis e tablets são nos dias de hoje  quase indispensáveis nas nossas vidas, devido às suas mais variadas funcionalidades e recursos. De facto,verifica-se que existem cada vez mais pessoas a fazer uso destes equipamentos , e mais concretamente, é visível …

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Artigo de opinião de Rosa Moreira, Eng.ª Agrónoma, promotora do site A Cientista Agrícola

Os telemóveis e tablets são nos dias de hoje  quase indispensáveis nas nossas vidas, devido às suas mais variadas funcionalidades e recursos. De facto,verifica-se que existem cada vez mais pessoas a fazer uso destes equipamentos , e mais concretamente, é visível que existe uma crescente procura por parte dos agricultores e técnicos agrícolas de aplicações que facilitem o  trabalho diário nas suas explorações.A cientista agrícola recomenda a utilização das seguintes aplicações disponíveis na Play Store:

1-Agrobase

app agrícola

É uma das aplicações mais usadas entre  agricultores e agrónomos.  Reúne conhecimentos de base agrícola, incluindo catálogo de pragas, infestantes e doenças.

Esta aplicação irá  ajudá-lo(a) a identificar facilmente as  plantas infestantes, doenças, insectos ou pragas nos seus terrenos agrícolas e verificar qual o produto fitossanitário que o  poderá ajudar a resolver os seus problemas agrícolas. Dessa forma irá garantir que o seu rendimento final aumente com menos custos associados.

app agrícola

2-Navegador de campo

app agrícola

Uma  das mais populares aplicações de direcção paralela para agricultura de precisão. Se necessitar de qualquer equipamento adicional,os agricultores podem utilizar tecnologias de agricultura de precisão na sua exploração agrícola, logo após a instalação desta aplicação. Os obstáculos bem como os dados de campo, tais como limites e linhas de orientação, podem ser marcados e salvos.

Com esta aplicação, o agricultor pode permanecer no trajecto durante todo o dia de trabalho. Possui também a vantagem de reduzir a carga de trabalho do motorista assim como o as áreas não trabalhadas e sobreposições. Este navegador de campo permite o uso de retas AB e linhas paralelas enquanto trabalha no campo.

app agrícola

3- DroneDeploy

O DroneDeploy é uma app que permite “construir” mapas usando drones. Para tal, apenas tem de seleccionar os limites da área que queremos mapear.

Posteriormente, a aplicação envia um plano de voo para o drone que automaticamente trata de todo o processo. No fim deste processo, é criado um mapa de alta resolução em 2D e 3D, que permite analisar o estado de uma determinada parcela.

Pode também permitir contar plantas ou medir áreas.

Esta app é gratuita e está disponível na Playstore. Existe a possibilidade de subscrever um plano gratuito mas também existe o plano pago, com mais funcionalidades.

4- CalAgro: Calculadora agrícola

app agrícola

A CalAgro – Calculadora Agrícola é uma aplicação desenvolvida com o foco em agricultores e técnicos agrícolas, facilitando os cálculos para regulação das aplicação de fertilizantes e produtos fitossanitários, garantindo um maior rendimento final da cultura.

5-Caderno de campo

app agrícola

Permite ao agricultor apontar os registos das práticas culturais em campo, reduzindo os eventuais erros, garantindo a recolha da informação no local e disponibilizando relatórios técnicos importantes para decisões estratégicas.

6-Agriculture Dictionary

app agrícola

Esta aplicação comporta-se como um dicionário agrícola na língua inglesa. Aqui conseguirá melhorar o seu inglês nas várias áreas de negócio da agricultura, aumentando o seu know how e aumentando as possibilidades de comunicar e exportar os seus produtos agrícolas com maior facilidade.

7- Weather Underground

A Weather Underground é uma app muito útil para qualquer profissional do sector agrícola uma vez que é usada para prever o estado do tempo

As previsões do tempo dadas por esta app é retirada de estações meteorológicas locais e actualizada ao minuto. Com esta aplicação conseguimos assim ter informações meteorológicas  precisas do local onde nos encontramos.

Com esta app pode-se também definir alertas e receber previsões dos próximos 10 dias. Esta vantagem pode ser uma boa opção também pelo facto de ser gratuita.

8-Avenza Maps

Esta app permite um leitor de ficheiros de imagens com coordenadas geográficas (GeoTiff), que permite sobrepor a imagem no local pretendido.

Nesta app podem ser utilizadas prescrições  e mapas de produtividade que são exemplos de imagens que se podem ser usadas com esta aplicação. Posteriormente, no campo, podem ser feitas anotações importantes que considere que não deve esquecer. 

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Anpoc aposta na produção nacional e lança marca Cereais do Alentejo http://agriculturaemar.com/anpoc-aposta-na-producao-nacional-e-lanca-marca-cereais-do-alentejo/ http://agriculturaemar.com/anpoc-aposta-na-producao-nacional-e-lanca-marca-cereais-do-alentejo/#respond Thu, 23 May 2019 10:55:41 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=40936 A Anpoc — Associação Nacional de Produtores de Proteaginosas, Oleaginosas e Cereais apresenta, no próximo dia 31 de Maio, a partir das 13 horas, na Herdade da Torre do Frade, em Santo Aleixo, concelho de Monforte, a marca de cereais não processados e 100% nacional, Cereais do Alentejo. Na sessão de lançamento da Cereais do …

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A Anpoc — Associação Nacional de Produtores de Proteaginosas, Oleaginosas e Cereais apresenta, no próximo dia 31 de Maio, a partir das 13 horas, na Herdade da Torre do Frade, em Santo Aleixo, concelho de Monforte, a marca de cereais não processados e 100% nacional, Cereais do Alentejo.

Na sessão de lançamento da Cereais do Alentejo estarão presentes Luís Capoulas Santos, ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural; José Pereira Palha, presidente da Anpoc, e Fernando Carpinteiro Albino, presidente da assembleia-geral do Clube Português dos Cereais de Qualidade.

Indústria e distribuição presentes

Do lado da indústria e da distribuição, marcam presença a Better Foods, a Cerealis, a Auchan e a Sonae.

A Cereais do Alentejo – que reúne cinco organizações de produtores portugueses – pretende a valorização da produção nacional, afirmar o valor dos cereais do Alentejo e dinamizar a fileira dos cereais.

A Anpoc

A Associação Nacional de Produtores de Proteaginosas, Oleaginosas e Cereais é uma associação sem fins lucrativos que representa os produtores junto de associações e confederações, bem como instituições nacionais e internacionais, com vista à defesa dos cereais.

A Anpoc pretende facilitar a concentração, a diversificação e a adaptação da oferta às exigências do mercado, e melhorar as estruturas das organizações da produção e comercialização.

Com 35 anos, promove a investigação e divulgação das acções técnicas e económicas para a melhoria das condições de produção, transformação e comercialização de cereais, oleaginosas e proteaginosas.

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