AGRICULTURA E MAR ACTUAL http://agriculturaemar.com Portal do mundo rural e da economia do mar Sun, 22 Sep 2019 15:11:03 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.2.3 PDR 2020 para Jovens Agricultores só em Outubro. Mas sabe quais os apoios locais em aberto? http://agriculturaemar.com/pdr-2020-para-jovens-agricultores-so-em-outubro-mas-sabe-quais-os-apoios-locais-em-aberto/ http://agriculturaemar.com/pdr-2020-para-jovens-agricultores-so-em-outubro-mas-sabe-quais-os-apoios-locais-em-aberto/#respond Sun, 22 Sep 2019 15:11:03 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=44123 O Plano Previsional 2019 do PDR 2020 indicava que, por esta altura, o concurso destinado a Jovens Agricultores já estaria a decorrer, a verdade é que tal ainda não sucedeu, e este acabará por abrir apenas no final deste mês/início de Outubro. Por isso, a Espaço Visual – Consultores de Engenharia Agronómica seleccionou as três …

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O Plano Previsional 2019 do PDR 2020 indicava que, por esta altura, o concurso destinado a Jovens Agricultores já estaria a decorrer, a verdade é que tal ainda não sucedeu, e este acabará por abrir apenas no final deste mês/início de Outubro.

Por isso, a Espaço Visual – Consultores de Engenharia Agronómica seleccionou as três mais importantes medidas locais do PDR 2020 que têm ainda concurso aberto.

Regime Simplificado de Pequenos Investimentos nas Explorações Agrícolas

A Operação 10.2.1.1 – Regime Simplificado de Pequenos Investimentos nas Explorações Agrícolas é uma das mais concorridas. Nesta medida são elegíveis as despesas associadas a investimentos tangíveis de pequena dimensão necessários ao desenvolvimento da actividade produtiva agrícola, nomeadamente máquinas, equipamentos, pequenas construções agrícolas e pecuárias e pequenas plantações plurianuais.

Para saber mais, clique no distrito do seu Grupo de Acção Local(GAL):

Aveiro e Viseu – ADRIMAG — Associação de Desenvolvimento Rural Integrado das Serras do Montemuro, Arada e Gralheira

Braga – ATAHCA – Associação de Desenvolvimento das Terras Altas do Homem, Cávado e Ave

Coimbra e Leiria – Terras de Sicó – Associação de Desenvolvimento

Évora e Beja – Terras Dentro — Associação para o Desenvolvimento Integrado

Faro – Vicentina – Associação para o Desenvolvimento do Sudoeste

Guarda – Pró-Raia – Associação de Desenvolvimento Integrado da Raia Centro Norte

Viana do Castelo – ADRIL – Associação do Desenvolvimento Rural Integrado do Lima

Beja – Esdime – Agência para o Desenvolvimento Local no Alentejo Sudoeste

Castelo Branco e Santarém – Pinhal Maior – Associação de Desenvolvimento do Pinhal Interior Sul

Évora – Monte – Desenvolvimento Alentejo Central

Faro – Associação In Loco

Faro e Beja – TBG – Associação Terras do Baixo Guadiana

Porto – Litoral Rural – Associação de Desenvolvimento Regional

Pequenos Investimentos na Transformação e Comercialização

A Operação 10.2.1.2 – Pequenos Investimentos na Transformação e Comercialização destina-se aos potenciais investidores em transformação e comercialização de produtos agrícolas, tais como os interessados em adegas, lagares, cozinhas tradicionais, fumeiros e produção de compotas, entre outros.

Para saber mais, clique no distrito do seu Grupo de Acção Local(GAL):

Aveiro e Viseu – ADRIMAG — Associação de Desenvolvimento Rural Integrado das Serras do Montemuro, Arada e Gralheira

Braga – ATAHCA – Associação de Desenvolvimento das Terras Altas do Homem, Cávado e Ave

Coimbra e Leiria – Terras de Sicó – Associação de Desenvolvimento

Faro – Associação In Loco

Faro e Beja – TBG – Associação Terras do Baixo Guadiana

Lisboa – A2S – Associação para o Desenvolvimento Sustentável da Região Saloia

Setúbal e Beja – ADL – Associação de Desenvolvimento do Litoral Alentejano

Beja – Esdime – Agência para o Desenvolvimento Local no Alentejo Sudoeste

Coimbra – Dueceira – Associação de Desenvolvimento do Ceira e Dueça

Évora e Beja – Terras Dentro — Associação para o Desenvolvimento Integrado

Faro – Vicentina – Associação para o Desenvolvimento do Sudoeste

Guarda – ADRUSE – Associação de Desenvolvimento Rural da Serra da Estrela 

Porto – Litoral Rural – Associação de Desenvolvimento Regional

Vila Real – ADRAT – Associação de Desenvolvimento da Região do Alto Tâmega

Diversificação de Actividades na Exploração

A Operação 10.2.1.3. — Diversificação de Actividades na Exploração relaciona-se com a diversificação de actividades que sejam uma mais-valia para empresários agrícolas, nomeadamente: agroturismo ou casas de campo, alojamento local, parques de campismo e caravanismo e de turismo de natureza; organização de actividades de animação turística, actividade dos parques e reservas naturais; fabricação de cerveja, comércio a retalho, restaurantes e actividades de bem-estar, entre outras.

Para saber mais, clique no distrito do seu Grupo de Acção Local(GAL):

Beja – Alentejo XXI – Associação de Desenvolvimento Integrado do Meio Rural

Braga – ATAHCA – Associação de Desenvolvimento das Terras Altas do Homem, Cávado e Ave

Coimbra e Leiria – Terras de Sicó – Associação de Desenvolvimento

Faro – Vicentina – Associação para o Desenvolvimento do Sudoeste

Leiria – ADAE – Associação de Desenvolvimento da Alta Estremadura

Porto – Litoral Rural – Associação de Desenvolvimento Regional

Viseu e Guarda – ADD – Associação de Desenvolvimento do Dão

Beja – Esdime – Agência para o Desenvolvimento Local no Alentejo Sudoeste

Castelo Branco – RUDE – Associação de Desenvolvimento Rural Cova da Beira 2020

Faro – Associação In Loco

Faro e Beja – TBG – Associação Terras do Baixo Guadiana

Leiria e Lisboa – GALs AltOeste e BaixoOeste – Associação para o Desenvolvimento e Promoção Rural do Oeste

Setúbal e Beja – ADL – Associação de Desenvolvimento do Litoral Alentejano

Agricultura e Mar Actual

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CAP na 39.ª Conferência de Agricultura União Europeia-América do Norte http://agriculturaemar.com/cap-na-39-a-conferencia-de-agricultura-uniao-europeia-america-do-norte/ http://agriculturaemar.com/cap-na-39-a-conferencia-de-agricultura-uniao-europeia-america-do-norte/#respond Sun, 22 Sep 2019 10:00:46 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=44120 A 39.ª edição da Conferência de Agricultura União Europeia – América do Norte, na qual a CAP — Confederação dos Agricultores de Portugal assegurou a representação da agricultura portuguesa, decorreu em Copenhaga, na Dinamarca, entre 18 e 20 de Setembro. A inovação e a tecnologia como motores para uma agricultura moderna e sustentável foram o …

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A 39.ª edição da Conferência de Agricultura União Europeia – América do Norte, na qual a CAP — Confederação dos Agricultores de Portugal assegurou a representação da agricultura portuguesa, decorreu em Copenhaga, na Dinamarca, entre 18 e 20 de Setembro.

A inovação e a tecnologia como motores para uma agricultura moderna e sustentável foram o tema do primeiro painel onde ficou demonstrado que os avanços tecnológicos e o constante progresso da investigação definem a agricultura dos dias de hoje como uma actividade sustentável, que cada vez contribui em maior escala para a melhoria ambiental do planeta.

Comércio internacional

O comércio internacional foi outro dos temas em debate, sendo reafirmado que a União Europeia e os Estados Unidos da América são, alternadamente, os maiores importadores e exportadores de produtos agro-alimentares do Mundo.

“Esta importância deixa clara a relevância da existência de acordos comerciais entre os dois blocos, quando ainda se mantém o impasse no Acordo de Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento, vulgarmente designado TTIP (conforme denominação em inglês: Transatlantic Trade and Investment Partnership)”, realça uma nota deimprensa da CAP.

Phil Hogan

Presente na Conferência, o último comissário europeu da agricultura, Phil Hogan, – nomeado para assumir a pasta do Comércio na próxima Comissão Europeia – considerou ser crucial o diálogo aberto entre os dois continentes, destacando a temática do clima como preocupação fundamental e que vai exigir à União Europeia uma abordagem cuidadosa e pragmática.

Para Hogan, o orçamento terá inevitavelmente de responder às catástrofes ambientais.

Ainda sobre os acordos comerciais existentes, Phil Hogan considerou ser necessário trabalhar em torno das questões comerciais, agrícolas e da saúde.

Mercosul

A propósito do acordo com o Mercosul, Phil Hogan referiu que “se não cumprirmos todas as normas de sustentabilidade poderá de facto não haver acordo”.

Já na fase final da sua intervenção e a propósito da saída do Reino Unido da União Europeia, Hogan anteviu um “hard Brexit”, com enormes prejuízos e dificuldades para todos.

Agricultura e Mar Actual

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Governo dos Açores intensifica política de sustentabilidade para o mar http://agriculturaemar.com/governo-dos-acores-intensifica-politica-de-sustentabilidade-para-o-mar/ http://agriculturaemar.com/governo-dos-acores-intensifica-politica-de-sustentabilidade-para-o-mar/#respond Sun, 22 Sep 2019 09:00:01 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=44118 O Director Regional dos Assuntos do Mar dos Açores defendeu, em Vila Nova de Gaia, que a conservação da biodiversidade e dos serviços dos ecossistemas constitui actualmente “uma necessidade central para a economia do mar”. Filipe Porteiro salientou que o Governo dos Açores, “ciente das dificuldades de atingir e manter um equilíbrio” no que respeita …

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O Director Regional dos Assuntos do Mar dos Açores defendeu, em Vila Nova de Gaia, que a conservação da biodiversidade e dos serviços dos ecossistemas constitui actualmente “uma necessidade central para a economia do mar”.

Filipe Porteiro salientou que o Governo dos Açores, “ciente das dificuldades de atingir e manter um equilíbrio” no que respeita à conservação dos oceanos, está a “intensificar a sua política de sustentabilidade para o mar”, através de medidas de gestão aplicadas às pescas e às outras actividades humanas no mar e do fortalecimento da sua rede de áreas marinhas protegidas.

“Estas medidas são fundamentais para cumprirmos com as metas e com os compromissos assumidos no quadro das políticas globais definidas para o oceano, quer à escala europeia ou internacional, como as que decorrem da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, das Nações Unidas”, referiu.

Plataforma Azul

O Director Regional falava sexta-feira, 20 de Setembro, na conferência ‘Plataforma Azul: a nova economia’, um evento que pretendeu ser um momento de reflexão sobre a criação de redes, políticas, cooperação académica e mediática para discutir problemas que o mundo actual enfrenta relativamente à sustentabilidade das actividades humanas nos oceanos.

Na sua intervenção, Filipe Porteiro frisou que os Açores, “na sua condição de região eminentemente marítima, podem constituir-se como um pólo integrador de visões e interesses globais para os oceanos, contribuindo para um futuro melhor onde se interligam, numa rede internacional, cidades e regiões que vêem no mar um dos maiores activos para o desenvolvimento da humanidade”.

Centro de investigação Okeanos

Durante esta conferência, em que também participou um representante do centro de investigação Okeanos, da Universidade dos Açores, discutiram-se as políticas regionais que estão a ser implementadas para desenvolver a economia azul sustentável nos Açores, compatibilizando a conservação da biodiversidade com as actividades marítimas.

“Esta acção política dos Açores em relação ao mar tem sido suportada pelo melhor conhecimento científico disponível, através de uma parceria estratégica, estabelecida há 40 anos, com a academia regional e com os centros de investigação associados”, frisou Filipe Porteiro.

O Director Regional apontou ainda como “outro pilar” desta acção política o envolvimento na decisão de “todos os interessados, incluindo os representantes dos diferentes sectores da actividade marítima, com destaque para os pescadores”, acrescentando que “apenas desse modo, a sociedade assume, de forma responsável e informada, as medidas a implementar”.

Iniciativa da Plataforma Macau

A conferência ‘Plataforma Azul’ é uma iniciativa da Plataforma Macau, um jornal do Global Media Group, sediado naquele território, co-organizada pela autarquia de Vila Nova de Gaia e decorre no âmbito do Fórum Internacional de Gaia (FIGaia).

Em Portugal, este foi o primeiro debate da ‘Plataforma Azul’ sobre a temática dos oceanos, sendo que os promotores do evento já escolheram o arquipélago dos Açores como o local onde será realizada a próxima conferência, que vai adquirir “uma dimensão verdadeiramente oceânica”.

Agricultura e Mar Actual

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Tenho um restaurante. Posso comprar pescado nas lotas da Docapesca? Sim e em leilão online http://agriculturaemar.com/tenho-um-restaurante-posso-comprar-pescado-nas-lotas-da-docapesca-sim-e-em-leilao-online/ http://agriculturaemar.com/tenho-um-restaurante-posso-comprar-pescado-nas-lotas-da-docapesca-sim-e-em-leilao-online/#comments Sat, 21 Sep 2019 18:00:15 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=44116 Sim. Os restaurantes podem comprar pescado nas lotas da Docapesca. E em leilão online, seja de pescado do mar ou de aquacultura. Os restaurantes podem comprar pescado em lota, como qualquer comerciante. Para tal, basta dirigir-se aos serviços administrativos da lota onde pretende trabalhar. O sistema de compra em lota de pescado por leilão online, …

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Sim. Os restaurantes podem comprar pescado nas lotas da Docapesca. E em leilão online, seja de pescado do mar ou de aquacultura. Os restaurantes podem comprar pescado em lota, como qualquer comerciante. Para tal, basta dirigir-se aos serviços administrativos da lota onde pretende trabalhar.

O sistema de compra em lota de pescado por leilão online, da Docapesca foi reactivado em 2010 e as compras têm subido consistentemente.

Peniche foi a primeira lota a receber o Leilão Online, estando igualmente instalado nas lotas de Figueira da Foz, Sesimbra, Portimão e Matosinhos. As lotas mais fortes em registo de vendas por este canal são Peniche, Sesimbra e Portimão.

Este sistema de venda de pescado via Internet é um canal alternativo à tradicional compra presencial em lota,que permite a participação directa no leilão de pescado, em tempo real e a partir de qualquer local com um acesso à Internet.

“Abre novos horizontes e oportunidades de negócio à produção e à comercialização do pescado fresco das lotas do continente português”, refere a Docapesca.

O Leilão Online dá acesso a:

  • 5 lotas = 70% do volume de pescado transaccionado em todas as lotas
  • 2 lotas em simultâneo, com possibilidade de alternar: combinação entre Matosinhos, Figueira da Foz, Peniche, Sesimbra e Portimão.

“Este sistema, que permite compras online em tempo real, trouxe vantagens para o comprador que pode adquirir pescado em varias lotas em simultâneo, a partir de qualquer local, reduzindo os custos das operações e aumentando a sua oferta pelo acesso a mais pescado”, explica fonte institucional da Docapesca.

Todo o processo está baseado na instalação de um software muito simples, passando o utilizador a ter acesso ao leilão através de uma palavra passe e de um nome de utilizador, tratando-se de um procedimento de fácil utilização, garante a empresa tutelada pelo Ministério do Mar, liderado por Ana Paula Vitorino.

Como fazer?

Qualquer comprador de pescado inscrito na Docapesca pode aderir ao Leilão Online. Basta  inscrever-se e solicitar o acesso,

Pode consultar o Manual do Utilizador do Leilão Online aqui. Este manual permitir-lhe-á instalar e operar correctamente a aplicação de Compras Online.

Mais informações aqui.

Agricultura e Mar Actual

 

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UE: Executivo dos Açores apresenta propostas sobre revisão dos auxílios de Estado para pescas e aquacultura http://agriculturaemar.com/ue-executivo-dos-acores-apresenta-propostas-sobre-revisao-dos-auxilios-de-estado-para-pescas-e-aquacultura/ http://agriculturaemar.com/ue-executivo-dos-acores-apresenta-propostas-sobre-revisao-dos-auxilios-de-estado-para-pescas-e-aquacultura/#respond Sat, 21 Sep 2019 17:00:17 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=44114 O Governo dos Açores, através das secretarias regionais do Mar, Ciência e Tecnologia e das Relações Externas, no âmbito de um processo de consulta pública da Comissão Europeia, apresentou a sua posição sobre a revisão dos instrumentos de Auxílios de Estado para o sector das pescas e da aquacultura (2021-2027). Neste sentido, o Executivo açoriano …

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O Governo dos Açores, através das secretarias regionais do Mar, Ciência e Tecnologia e das Relações Externas, no âmbito de um processo de consulta pública da Comissão Europeia, apresentou a sua posição sobre a revisão dos instrumentos de Auxílios de Estado para o sector das pescas e da aquacultura (2021-2027).

Neste sentido, o Executivo açoriano propõe que, nas pescas e na aquacultura, o montante total do auxílio de ‘minimis’ concedido nas Regiões Ultra-periféricas (RUP) seja “duplicado no caso dos apoios à produção e equiparado ao valor que vigorou na altura da crise para os restantes sectores de actividade, no caso dos apoios à transformação e comercialização”.

Apoios à renovação das frotas de pesca

O Governo dos Açores defende ainda, no âmbito de aplicação dos auxílios de ‘minimis’, que devem ser permitidos apoios à renovação das frotas de pesca e à modernização ou substituição de motores nas RUP, considerando ser um “investimento essencial por motivos de segurança, e caso não contribua para o aumento do esforço de pesca”.

No que se refere aos auxílios ao funcionamento no âmbito do Regulamento de Isenção por Categoria (RGIC), o Executivo açoriano considera que o sector da transformação e da comercialização de produtos das pescas e da aquacultura é “fortemente ligado” às economias locais e regionais das RUP, devendo, por isso, “beneficiar da isenção por categoria”, à semelhança do que acontece no sector da transformação e comercialização de produtos agrícolas.

Investimento no sector da transformação

Quanto aos auxílios ao investimento no sector da transformação e comercialização dos produtos da pesca, entende o Governo Regional que as características do tecido empresarial das RUP, e dos Açores, em particular, justificam que, “no período 2021-2027, tal como acontecia antes de 2014, todas as empresas que operem nas RUP, independentemente da sua dimensão”, possam “beneficiar de auxílios ao investimento, sob todas as formas, incluindo subvenções”.

FEAMP

No documento enviado, o Executivo açoriano faz ainda referência à proposta em discussão relativa ao futuro Regulamento do Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos e das Pescas (FEAMP), sobre a qual já se pronunciou junto das instituições nacionais e comunitárias adequadas, referindo esperar que este regulamento para o período 2021-2027, “directamente ligado às futuras orientações para os auxílios estatais no sector das pescas e da aquacultura, aprofunde e melhore as respectivas condições de aplicação às RUP, sem comprometer os objectivos comuns”.

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DGADR lança Guia de Apoio aos Instrumentos de Estruturação Fundiária http://agriculturaemar.com/dgadr-lanca-guia-de-apoio-aos-instrumentos-de-estruturacao-fundiaria/ http://agriculturaemar.com/dgadr-lanca-guia-de-apoio-aos-instrumentos-de-estruturacao-fundiaria/#respond Sat, 21 Sep 2019 16:00:43 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=44112 A DGADR — Direcção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural acaba de publicar o Guia de Apoio aos Instrumentos de Estruturação Fundiária. Explica aquela Direcção que tal se deve a ter-se “verificado a existência de diversas interpretações na aplicação da legislação em vigor”. “Tendo-se verificado a existência de diversas interpretações na aplicação da legislação em vigor, …

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A DGADR — Direcção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural acaba de publicar o Guia de Apoio aos Instrumentos de Estruturação Fundiária. Explica aquela Direcção que tal se deve a ter-se “verificado a existência de diversas interpretações na aplicação da legislação em vigor”.

“Tendo-se verificado a existência de diversas interpretações na aplicação da legislação em vigor, entendeu-se produzir um modelo orientador de forma a uniformizar procedimentos e a aplicação dos diversos instrumentos de estruturação fundiária por parte de todas as entidades envolvidas directa ou indirectamente nos processos que decorrem da aplicação da Lei n.º 111/2015, de 27 de Agosto alterada pela Lei 89/2019, 3 de Setembro.

O Guia de Apoio

Explica a DGADR que o Guia “trata a forma do emparcelamento simples, contendo apenas referências breves aos restantes instrumentos de estruturação fundiária, estando previsto estes virem a ser tratados em orientações futuras”.

E realça que,  no âmbito da legislação em vigor, foi “reconhecido o papel privilegiado das autarquias locais em matéria de ordenamento e gestão do território e logo em termos de estruturação fundiária, motivo pelo qual foram redefinidas algumas das suas atribuições neste âmbito”.

Sendo as Câmaras Municipais parte integrante na tomada de decisão de alguns daqueles instrumentos fundiários, especificamente o emparcelamento simples, passa a ser da responsabilidade dos municípios a aprovação destes projectos.

O emparcelamento rural tem por objectivos:

  • Melhorar as condições técnicas e económicas de desenvolvimento das actividades agrícolas ou florestais através da concentração e correcção da configuração dos prédios rústicos;
  • Garantir o aproveitamento dos recursos e dos valores naturais, bem como valorizar a biodiversidade e a paisagem;
  • Garantir a melhoria da qualidade de vida da população rural e o correto ordenamento fundiário. As operações de emparcelamento podem ser desenvolvidas sempre que a estrutura fundiária assim o justifique, tendo em vista o desenvolvimento das actividades agrícolas ou florestais, a conservação e salvaguarda dos recursos e dos valores naturais, da biodiversidade e da paisagem.

As operações de emparcelamento podem incluir obras de melhoramento fundiário, as quais poderão incidir designadamente na melhoria das acessibilidades, em drenagens e terraplanagens, no abastecimento de energia, etc..

Na forma do emparcelamento integral, dado a sua dimensão e número de proprietários/explorações abrangidas, aquelas intervenções constituem obras de interesse colectivo. (Artigo 4.º, da Lei n.º 111/2015, de 27 de agosto).

Pode consultar o Guia de Apoio aos Instrumentos de Estruturação Fundiária aqui.

Agricultura e Mar Actual

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Captura de peixes marinhos cresce 14,4% em Julho. Pesca de cavala e carapau lidera http://agriculturaemar.com/captura-de-peixes-marinhos-cresce-144-em-julho-pesca-de-cavala-e-carapau-lidera/ http://agriculturaemar.com/captura-de-peixes-marinhos-cresce-144-em-julho-pesca-de-cavala-e-carapau-lidera/#respond Sat, 21 Sep 2019 15:00:25 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=44107 O volume de capturas de pescado em Portugal, em Julho de 2019, aumentou 14,4% (-4,2% em Junho), justificado pela maior captura de peixes marinhos, nomeadamente cavala e carapau, mas também de crustáceos e moluscos, revela o Instituto Nacional de Estatística (INE), no seu Boletim Mensal da Agricultura e Pescas – Setembro de 2019. Às 18.692 …

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O volume de capturas de pescado em Portugal, em Julho de 2019, aumentou 14,4% (-4,2% em Junho), justificado pela maior captura de peixes marinhos, nomeadamente cavala e carapau, mas também de crustáceos e moluscos, revela o Instituto Nacional de Estatística (INE), no seu Boletim Mensal da Agricultura e Pescas – Setembro de 2019.

Às 18.692 toneladas de pescado correspondeu uma receita de 34.459 mil euros, valor que representou um acréscimo de 0,4% (-5,3% em Junho).

Regiões Autónomas

Na Região Autónoma dos Açores foram capturadas 1.038 toneladas de pescado, ou seja, um decréscimo de 62,9% (-75,2% em Junho), resultante sobretudo de uma menor captura de atuns.

Pelo contrário, na Região Autónoma da Madeira as 1.585 toneladas capturadas representaram um aumento de 109,9% (+86,5% em Junho), devido principalmente à maior captura de atuns.

16.956 toneladas capturadas

O volume de peixes marinhos capturados a nível nacional foi 16.956 toneladas e teve um aumento de 14,8% (-6,9% em Junho).

Para esta situação contribuiu o maior volume de captura de cavala (+47,3%), com 8.012 toneladas, carapau (+45,4%), com 2 676 toneladas, pescadas (+22,9%), com 245 toneladas, peixe-espada (+4,5%), com 406 toneladas e sardinha (+0,4%), com 2.118 toneladas capturadas ao abrigo do despacho n.º 4859-A/2019 de 14 de Maio de 2019, que autorizou a captura desta espécie no continente pela frota do cerco, estabelecendo um limite de descarga, no período de 3 de Junho a 31 de Julho de 2019.

Pelo contrário, registou-se um menor volume de captura de atuns (-33,1%), que não ultrapassou as 1.873 toneladas.

Crustáceos

O volume de crustáceos (174 toneladas) teve um acréscimo de 9,2% (-0,3% em Junho), devido principalmente ao maior volume de gamba branca, camarões e caranguejo mouro. As 1 561 toneladas de moluscos representaram igualmente um aumento de 11,7% (+21,2% em Junho), sendo de destacar a maior captura de berbigão, choco, mexilhões e amêijoas.

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Julho: menos recolha de leite de vaca e do leite para consumo público http://agriculturaemar.com/julho-menos-recolha-de-leite-de-vaca-e-do-leite-para-consumo-publico/ http://agriculturaemar.com/julho-menos-recolha-de-leite-de-vaca-e-do-leite-para-consumo-publico/#respond Sat, 21 Sep 2019 14:00:32 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=44101 A recolha de leite de vaca em Julho de 2019 foi 158,2 mil toneladas, o que indica um decréscimo de 1,4% em relação ao mês homólogo (-1,1% em Junho). Segundo o Boletim Mensal da Agricultura e Pescas – Setembro de 2019, do Instituto Nacional de Estatística (INE). o fabrico de produtos lácteos foi inferior em …

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A recolha de leite de vaca em Julho de 2019 foi 158,2 mil toneladas, o que indica um decréscimo de 1,4% em relação ao mês homólogo (-1,1% em Junho).

Segundo o Boletim Mensal da Agricultura e Pescas – Setembro de 2019, do Instituto Nacional de Estatística (INE). o fabrico de produtos lácteos foi inferior em 4,9% (-11,3% em Junho), devido sobretudo ao decréscimo do volume do leite para consumo (-9,3%), mas também da manteiga (-1,0%).

Aumento da produção de nata

Pelo contrário, registaram aumentos as produções de nata para consumo (+36,9%), leites acidificados (+2,3%) e queijo de vaca (+3,6%).

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário.

A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas.

A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

Pode consultar o Boletim completo aqui.

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Aves e coelhos abatidos em Julho: maior volume em todas as espécies, excepto codornizes http://agriculturaemar.com/aves-e-coelhos-abatidos-em-julho-maior-volume-em-todas-as-especies-excepto-codornizes/ http://agriculturaemar.com/aves-e-coelhos-abatidos-em-julho-maior-volume-em-todas-as-especies-excepto-codornizes/#respond Sat, 21 Sep 2019 13:00:50 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=44096 O peso limpo total de aves e coelhos abatidos e aprovados para consumo foi 32 066 toneladas em Julho de 2019, o que representou um acréscimo de 6,0% (-6,0% em Junho), devido ao maior volume de galináceos (+6,5%), perus (+2,1%), patos (+15,2%) e coelhos (+1,9%). Pelo contrário, as codornizes apresentaram um decréscimo de 22,6%, revela …

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O peso limpo total de aves e coelhos abatidos e aprovados para consumo foi 32 066 toneladas em Julho de 2019, o que representou um acréscimo de 6,0% (-6,0% em Junho), devido ao maior volume de galináceos (+6,5%), perus (+2,1%), patos (+15,2%) e coelhos (+1,9%).

Pelo contrário, as codornizes apresentaram um decréscimo de 22,6%, revela o Boletim Mensal da Agricultura e Pescas – Setembro de 2019, do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Cabeças abatidas

No que diz respeito ao número de cabeças abatidas, observaram-se acréscimos para os galináceos (+7,4%), perus (+4,2%), patos (+9,0%) e codornizes (+15,2%), tendo o peso médio ao abate nesta última espécie sido inferior ao do mês homólogo.

Os coelhos registaram um aumento de 1,0%, acrescentam os técnicos do Instituto Nacional de Estatística.

Aumento de produção de frango e decréscimo dos ovos de galinha para consumo

O volume de produção de frango em Julho de 2019 teve um aumento de 2,2% (+5,7% em Junho), com 26.184 toneladas. O número de cabeças foi superior ao mês homólogo em 2,7% (+4,9% em Junho).

Pelo contrário, a produção de ovos de galinha para consumo teve um decréscimo de 2,2% (-4,2% em Junho), com 9.128 toneladas produzidas.

Agricultura e Mar Actual

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Julho regista maior volume de abate de bovinos, ovinos e caprinos http://agriculturaemar.com/julho-regista-maior-volume-de-abate-de-bovinos-ovinos-e-caprinos/ http://agriculturaemar.com/julho-regista-maior-volume-de-abate-de-bovinos-ovinos-e-caprinos/#respond Sat, 21 Sep 2019 11:51:30 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=44091 O peso limpo total de gado abatido e aprovado para consumo em Julho de 2019 foi 41.093 toneladas, o que correspondeu a um acréscimo de 0,8% (-9,9% em Junho), devido ao maior volume de abate registado nos bovinos (+2,8%), ovinos (+7,1%), caprinos (+1,7%) e equídeos (+30,8%). O volume de suínos abatidos registou praticamente uma manutenção. …

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O peso limpo total de gado abatido e aprovado para consumo em Julho de 2019 foi 41.093 toneladas, o que correspondeu a um acréscimo de 0,8% (-9,9% em Junho), devido ao maior volume de abate registado nos bovinos (+2,8%), ovinos (+7,1%), caprinos (+1,7%) e equídeos (+30,8%). O volume de suínos abatidos registou praticamente uma manutenção.

Em relação ao número de animais abatidos, revela o Boletim Mensal da Agricultura e Pescas – Setembro de 2019, do Instituto Nacional de Estatística (INE), que se verificou igualmente um acréscimo no número de bovinos (+1,1%), suínos (+2,6%), ovinos (+8,1%), caprinos (+2,5%) e equídeos (+23,9%).

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