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Confagri assume presidência da Confederação Portuguesa de Economia Social

A CPES  — Confederação Portuguesa de Economia Social em assembleia geral hoje realizada, 8 de Outubro, acaba de eleger os órgãos sociais da Confederação para o primeiro mandato que terá a duração de quatro anos. A presidência da direcção vai ficar com o Comendador Manuel dos Santos Gomes, presidente da Confagri – Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas de Portugal.

Clementina Henriques (CPCCRD) é a presidente do conselho fiscal e Maria do Céu Ramos (CPF) a presidente da assembleia geral – que lideravam uma lista única que foi eleita por unanimidade pelos delegados da assembleia geral.

9 fundadores

São membros fundadores da CPES nove organizações de cúpula da social civil, representativas das diferentes Famílias da Economia Social, nomeadamente: UMP – União das Misericórdias Portuguesas; CNIS – Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade; Confagri – Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas de Portugal; CPF – Centro Português de Fundações; Animar – Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local; RedeMut – Associação Portuguesa de Mutualidades; Confecoop – Confederação Cooperativa Portuguesa; CPCCRD – Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto;
UMP – União das Misericórdias Portuguesas.

As nove entidades fundadoras da CPES, que representam, quase na sua plenitude, o universo das mais de 61 mil entidades da economia social portuguesa, passam a estar unidas numa confederação, que “promete assegurar a representação nacional e internacional do sector bem como o acesso a fundos comunitários”, refere fonte institucional da CPES.

Desta forma, “abre-se o caminho para que cooperativas, mutualidades, associações, fundações, misericórdias, IPSS’s, que representam mais de 6% do emprego remunerado a tempo completo nacional e cerca de 3% do VAB nacional, implantadas em todo o território nacional, que produzem bens transaccionáveis, e prestam serviços de proximidades nas comunidades locais, possam contribuir, de forma cada vez mais autónoma e auto-sustentável, para a coesão social e territorial”, salienta a mesma fonte.

Agricultura e Mar Actual

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