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CIM Alto Tâmega tem nova equipa de Sapadores Florestais

O executivo municipal de Montalegre deu as boas vindas à nova equipa de Sapadores Florestais da Comunidade Inter-municipal do Alto Tâmega (CIM Alto Tâmega).

Ao todo são 15 elementos que irão percorrer, em sistema rotativo, os seis municípios (Montalegre, Boticas, Chaves, Ribeira de Pena, Vila Pouca de Aguiar e Valpaços).

O arranque iniciou em Montalegre onde foram iniciados os trabalhos de limpeza da Rede Primária da Defesa da Floresta Contra Incêndios, situados junto ao “Fojo do Lobo”.

Ligação com os Gabinetes Técnicos Florestais

Montalegre foi o primeiro município que deu as boas vindas à equipa de Sapadores Florestais da CIM Alto Tâmega, equipa esta constituída por 14 sapadores e um chefe de brigada que fará a ligação com os Gabinetes Técnicos Florestais (GTF) e com o respectivo município de actuação.

Salienta fonte da autarquia de Montalegre que o surgimento deste colectivo, resulta de um acordo entre os municípios da CIM do Alto Tâmega, onde ficou estabelecido que esta equipa irá trabalhar cinco dias por município, havendo rotação entre os mesmos, mediante acordo de prioridades a desenvolver nos municípios da CIM. Por fim, dizer que a equipa está sediada em Chaves e trabalha em horário continuo (07h00 às 14h00).

“A equipa da Comunidade Inter-municipal do Alto Tâmega é constituída por 15 homens, incluindo um líder, que conhecem bem o nosso território. O Governo colocou à disposição das CIM’s do País a oportunidade de se dotarem de uma equipa alargada de sapadores. Concorremos e foi-nos atribuída esta equipa a que estão associadas algumas máquinas pesadas”, disse o presidente da Câmara de Montalegre, Orlando Alves.

“Reforço no combate à saga dos incêndios”

Explicou ainda Orlando Alves que aqueles sapadores “vão intervir nas zonas definidas pelo Gabinete Técnico Florestal (GTF). É mais um reforço no combate à saga dos incêndios. É um problema que nos deixa muito envergonhados. Mas continuo a dizer que não há estratégias que resultem se não houver a consciência da população. Um incendiário destrói muito mais do que mil homens a defender um território. Os revoltados com as políticas do Governo, que dizem mal dos seus poucos rendimentos, devem perceber que o dinheiro gasto no combate aos incêndios não será canalizado para o aumento dos financiamentos e o apoio às pessoas. Esta situação só ficará resolvida quando todos percebermos que a floresta é um bem importantíssimo a defender e a preservar”.

Financiamento

Já Nuno Moutinho, líder da Brigada Florestal da Comunidade Inter-municipal do Alto Tâmega, afirmou que “esta equipa surge da legislação em vigor que permitiu uma candidatura e o respectivo financiamento. É composta por 15 elementos. Cumprirá as funções de prevenção, vigilância, apoio ao combate e gestão de rescaldo. Vamos trabalhar nas faixas de primeira intervenção, de 125 metros, evitando a progressão de grandes incêndios. Vamos circular pelos cinco concelhos da Comunidade Inter-municipal do Alto Tâmega. Apesar de já existirem várias equipas por concelho é sempre uma mais-valia na área global”.

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