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CCDRN quer um Norte mais reivindicativo e mais exigente

O Conselho Regional da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN) reuniu-se ontem, 17 de Setembro, no Cine-Teatro Garrett, em Póvoa de Varzim. E quer um Norte mais reivindicativo e mais exigente.

Presidido por Miguel Alves, Presidente da Câmara Municipal de Caminha, o Conselho Regional integra na sua composição os 86 presidentes de Câmara Municipal da Região do Norte e cerca de duas dezenas de organizações sociais, económicas, ambientais e científicas representativas do tecido institucional da região.

As suas principais competências, explica fonte institucional da Póvoa de Varzim, são acompanhar as actividades da CCDR-N e a execução dos programas operacionais de financiamento comunitário, pronunciar-se sobre os projectos de relevância e dar parecer sobre os planos e programas de desenvolvimento regional, nomeadamente sobre a aplicação de investimentos da administração central na região.

No final da reunião Miguel Alves e Fernando Freire de Sousa, presidente da CCDRN, pronunciaram-se sobre o resultado deste primeiro encontro.

Balanço positivo da primeira reunião

Adianta a mesma fonte que o presidente da Comissão fez um balanço positivo da primeira reunião após a sua eleição no passado mês de Maio.

“O reforço de 260 milhões de investimento no território não deixa de ser uma boa notícia face à proposta inicial e demonstra que os municípios e o território do Norte conseguem, de algum modo, bater o pé quando é necessário, mas chegar a entendimentos também quando eles são precisos num determinado momento”, declarou Fernando Freire de Sousa.

“Eu quero um Norte menos de protesto, quero um Norte mais reivindicativo e mais exigente consigo próprio, naturalmente, mas também com aqueles que, a partir de fora, têm algumas implicações no território”, acrescentou aquele responsável.

Norte vai ter mais dinheiro para o investimento territorial

Fernando Freire de Sousa sublinhou que “o Norte vai ter mais dinheiro para o investimento territorial na saúde, na educação, nos equipamentos sociais, no património cultural, no Prover e nas estratégias de eficiência colectiva”.

Face à versão inicial do programa operacional “Norte 2020“, foram reprogramados cerca 540 milhões de euros (ME), com as maiores fatias a serem absorvidas pelos sistemas de incentivos e pelos investimentos territoriais. No que concerne ao investimento territorial, aquele que mais importa directamente às autarquias, destaca-se o reforço de 70 milhões de euros para a saúde, educação e equipamentos sociais, realça a autarquia de Póvoa de Varzim.

Património cultural sai reforçada com 20 milhões

A área do património cultural sai reforçada com 20 milhões, o Prover (Programa de Valorização Económica de Recursos Endógenos) com 20 milhões, o acolhimento empresarial com 33,5 milhões de euros, a regeneração urbana (PARU), com 31 milhões, e a eficiência energética, com 37 milhões.

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