Empresas – AGRICULTURA E MAR ACTUAL http://agriculturaemar.com Portal do mundo rural e da economia do mar Thu, 21 Nov 2019 13:24:43 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.2.4 Observatório do Sobreiro e da Cortiça recebe workshop sobre alterações climáticas http://agriculturaemar.com/observatorio-do-sobreiro-e-da-cortica-recebe-workshop-sobre-alteracoes-climaticas/ http://agriculturaemar.com/observatorio-do-sobreiro-e-da-cortica-recebe-workshop-sobre-alteracoes-climaticas/#respond Thu, 21 Nov 2019 13:00:12 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=45697 O Observatório do Sobreiro e da Cortiça, em Coruche, recebe um workshop subordinado ao tema “Alterações Climáticas: como nos adaptamos a esta nova realidade?”, no próximo dia 29 de Novembro, a partir das 9h30. As inscrições são gratuitas, limitadas à capacidade da sala e obrigatórias até ao próximo dia 27 de Novembro. Inscreva-se aqui. As …

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O Observatório do Sobreiro e da Cortiça, em Coruche, recebe um workshop subordinado ao tema “Alterações Climáticas: como nos adaptamos a esta nova realidade?”, no próximo dia 29 de Novembro, a partir das 9h30.

As inscrições são gratuitas, limitadas à capacidade da sala e obrigatórias até ao próximo dia 27 de Novembro. Inscreva-se aqui.

As alterações climáticas são uma realidade e uma prioridade nacional, face aos seus impactos presentes e futuros sobre os ecossistemas, a economia e a sociedade, realça a organização do encontro.

Os estudos efectuados indicam que Portugal e a região mediterrânica, se encontram entre as zonas europeias com maior vulnerabilidade aos impactes das alterações climáticas.

Projecto RIAAC AGRI

Ciente desta realidade a Anpromis — Associação dos Produtores de Milho e Sorgo de Portugal, o COTR — Centro de Competências para o Regadio Nacional, a FNOP – Federação Nacional das Organizações de Produtores de Frutas e Hortícolas, a UNAC — União da Floresta Mediterrânica e o Instituto Superior de Agronomia (ISA) implementaram o projecto RIAAC AGRI “Rede de impacto e adaptação às alterações climáticas nos sectores agrícola, agro-alimentar e florestal”.

Programa

9h30 Recepção dos participantes

9h45 Sessão de abertura
Dr. Francisco Silvestre de Oliveira (Presidente da Câmara Municipal de Coruche)
Dr. Jorge Neves (Presidente da ANPROMIS)

10h00 Modelo de funcionamento do Workshop
Eng.ª Conceição Santos Silva (UNAC)

10h10 Apresentação do projecto RIAAC AGRI
Eng.º Tiago Silva Pinto (ANPROMIS)

10h25 Apresentação de projectos no âmbito das alterações climáticas
Moderação: Prof.º Luís Mira da Silva (ISA)

10h30 Agricultura de Conservação e eficiência no uso da água (ACUASAVE)
Prof.º Gottlieb Basch (UÉvora/ICAAM)

10h45 Avaliação da Eficiência do Uso da Água e da Energia em Aproveitamentos Hidroagricolas (AGIR)
Eng.ª Dália Loureiro (LNEC)

11h00 Intervalo para café

11h15 Produção de culturas com elevada Eficiência de Uso do Azoto para uma melhor gestão da água (NEP)
Prof.ª Cláudia Cordovil (ISA)

11h30 Estudo do impacte das alterações climáticas nos sistemas de regadio e definição de medidas de adaptação
Prof. José Teixeira (ISA)/Prof. João Lopes (ISA)

11h45 LIFE Montado – Adapt “Montado & Clima – a necessidade de adaptação”
Orador a confirmar (ADPM)

12h00 Discussão participativa

12h45 Encerramento

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Torres Novas recebe dois workshops “Aprender a Exportar”. Entrada gratuita http://agriculturaemar.com/torres-novas-recebe-dois-workshops-aprender-a-exportar-entrada-gratuita/ http://agriculturaemar.com/torres-novas-recebe-dois-workshops-aprender-a-exportar-entrada-gratuita/#respond Wed, 20 Nov 2019 07:46:34 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=45669 A Nersant – Associação Empresarial da Região de Santarém recebe amanhã, 21 de Novembro, dois workshops gratuitos do ciclo da AIP — Associação Industrial Portuguesa “Aprender a Exportar”, no âmbito do projecto financiado Negócios no Mundo. Os encontros, a realizarem-se nas instalações da Nersant, em Torres Novas, estão marcados para as 9h30 — Análise e …

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A Nersant – Associação Empresarial da Região de Santarém recebe amanhã, 21 de Novembro, dois workshops gratuitos do ciclo da AIP — Associação Industrial Portuguesa “Aprender a Exportar”, no âmbito do projecto financiado Negócios no Mundo.

Os encontros, a realizarem-se nas instalações da Nersant, em Torres Novas, estão marcados para as 9h30 — Análise e escolha de mercados — e 14h30 — Estratégias de entrada nos mercados. pode inscrever-se aqui.

O ciclo de workshops Aprender a Exportar,liderado pela AIP, é uma iniciativa no âmbito do projecto conjunto de internacionalização Negócios no Mundo, implementado por oito associações empresariais: AIP-CCI, Nersant – Santarém, AEBB-Castelo Branco, NERA-Faro, NERBE/AEBAL – Beja, NERC – Coimbra, NERE – Évora e NERPOR – Portalegre.

Negócios no Mundo

O Negócios no Mundo está vocacionado para a potencialização da internacionalização das pequenas e médias empresas (PME) nacionais, através de uma actuação integrada de acções externas, missões inversas e capacitação de empresários.

Objectivos

O objectivo deste workshop passa por facultar informação e ferramentas práticas que acrescentem conhecimentos essenciais para a internacionalização das empresas portuguesas, analisando as suas razões/necessidades, processos e riscos associados e apoiando-as na definição das suas estratégias de expansão.

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Tetra Pak torna-se pioneira na utilização de polímeros de origem vegetal certificados http://agriculturaemar.com/tetra-pak-torna-se-pioneira-na-utilizacao-de-polimeros-de-origem-vegetal-certificados/ http://agriculturaemar.com/tetra-pak-torna-se-pioneira-na-utilizacao-de-polimeros-de-origem-vegetal-certificados/#respond Tue, 19 Nov 2019 11:06:50 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=45643 A Tetra Pak, em parceria com o seu fornecedor Braskem, tornar-se a primeira empresa na indústria alimentar e de bebidas a utilizar na produção das suas embalagens polímeros de origem vegetal com certificação Bonsucro, que garante a produção sustentável da matéria-prima utilizada, a cana-de-açúcar. A substituição de um recurso de origem fóssil por um renovável …

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A Tetra Pak, em parceria com o seu fornecedor Braskem, tornar-se a primeira empresa na indústria alimentar e de bebidas a utilizar na produção das suas embalagens polímeros de origem vegetal com certificação Bonsucro, que garante a produção sustentável da matéria-prima utilizada, a cana-de-açúcar.

A substituição de um recurso de origem fóssil por um renovável vem reforçar o compromisso da Tetra Pak em impulsionar práticas comerciais éticas e responsáveis nas cadeias de fornecimento globais, ao mesmo tempo que contribui para a redução da pegada de carbono das suas embalagens.

A utilização de materiais de origem vegetal permite uma redução significativa das emissões de gases com efeito de estufa, a par com um crescimento sustentável da economia, sem a necessidade de recorrer a recursos não renováveis. No caso da Tetra Pak, os polímeros de origem vegetal, produzidos a partir da cana-de-açúcar, podem ser utilizados tanto na laminação como nas tampas das suas embalagens. A Braskem, fornecedor desta matéria-prima, obteve a certificação Bonsucro para 100% do volume de bioetanol derivado da cana-de-açúcar, o que vem reconhecer a transparência de toda a cadeia de fornecimento da Tetra Pak.

O logo da certificação Bonsucro vai estar disponível para colocação nas embalagens da Tetra Pak a partir do primeiro trimestre de 2020.

Braskem

Refira-se que a Braskem é a produtora de resinas termo-plásticas líder de mercado na América. A contar com 36 fábricas industriais distribuídas pelo Brasil, Estados Unidos e Alemanha, a empresa produz anualmente mais de 16 milhões de toneladas de resinas termo-plásticas e outros produtos petro-químicos. Sendo o maior produtor de biopolímeros do Mundo, a Braskem tem uma capacidade de produção de 200 mil toneladas/ano de etileno verde proveniente do etanol da cana-de-açúcar.

Preocupação ambiental

“A preocupação ambiental dos consumidores é cada vez maior, o que se reflecte no processo de decisão de compra e na ligação que estabelecem com as marcas. Hoje em dia, 91% dos consumidores procuram certificações ambientais e ecológicas visíveis nos produtos que adquirem e, neste sentido, a certificação Bonsucro vem permitir aos nossos clientes diferenciarem-se no mercado de forma credível e fidedigna, ao informarem os consumidores sobre a origem dos materiais utilizados nas suas embalagens” declara Mário Abreu, vice-presidente da área de Sustentabilidade da Tetra Pak.

E acrescenta: “os nossos polímeros de origem vegetal são totalmente rastreáveis, desde a própria origem da cana-de-açúcar. Acreditamos que a utilização de recursos de origem vegetal é essencial para uma economia circular assente em baixas emissões de carbono. No futuro, todos os polímeros que utilizarmos serão de origem vegetal ou reciclados”.

Por sua vez, Gustavo Sergi, responsável pela Unidade de Negócios Renováveis da Braskem, afirma que “há mais de 10 anos que temos vindo a trabalhar com a Tetra Pak e esta certificação Bonsucro reforça o Programa de Compra Responsável de Etanol da Braskem, ao confirmar a segurança e o controlo de toda a cadeia de fornecimento da cana-de-açúcar, desde a origem dos terrenos onde é cultivada”.

Bonsucro

Já Danielle Morley, CEO da Bonsucro, explica que “a Bonsucro funciona como uma plataforma global de acção colectiva para acelerar a sustentabilidade da produção e do processamento da cana-de-açúcar. Trabalhar com a Tetra Pak para esta certificação nas suas embalagens é um marco histórico. Os consumidores podem estar seguros de que os nossos requisitos de sustentabilidade foram cumpridos. Estamos entusiasmados para continuar a apoiar as práticas responsáveis da Tetra Pak e a diferença que o uso sustentável e certificado da cana-de-açúcar pode fazer na produção de embalagens com origem vegetal”.

“Planeta Positivo”

A substituição de materiais de origem fóssil por materiais de origem vegetal no fabrico de embalagens insere-se na iniciativa “Planeta Positivo” (Planet Positive), recentemente lançada pela Tetra Pak.

Dirigida à indústria alimentar e de bebidas, a acção tem como objectivo incentivar as empresas a implementarem práticas e políticas sustentáveis, através de medidas colectivas que respondam aos desafios ambientais actuais e que apoiem uma economia circular baixa em emissões de carbono.

A Tetra Pak mantém o compromisso de garantir a sustentabilidade dos recursos que utiliza e de estabelecer parcerias com organizações que promovam este tipo de mudança, como é exemplo o Forest Stewardship Council (FSC). Desde 2007, foram já produzidas mais de 500 mil milhões de embalagens com o selo FSC a nível mundial, números que revelam o compromisso duradouro da empresa com a utilização responsável de recursos.

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Agricultores europeus unidos pela produção de leite responsável, ecológica e amiga do clima http://agriculturaemar.com/agricultores-europeus-unidos-pela-producao-de-leite-responsavel-ecologica-e-amiga-do-clima/ http://agriculturaemar.com/agricultores-europeus-unidos-pela-producao-de-leite-responsavel-ecologica-e-amiga-do-clima/#respond Mon, 18 Nov 2019 09:06:11 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=45622 A assembleia geral do EMB — European Milk Board reuniu em Itália a 14 e 15 de Novembro e aprovou a adesão da Aprolep — Associação dos Produtores de Leite de Portugal e documento sobre agricultura e alterações climáticas. Enquanto em Bruxelas deputados e dirigentes iniciavam funções nas instituições europeias, uma delegação da Aprolep participou, …

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A assembleia geral do EMB — European Milk Board reuniu em Itália a 14 e 15 de Novembro e aprovou a adesão da Aprolep — Associação dos Produtores de Leite de Portugal e documento sobre agricultura e alterações climáticas.

Enquanto em Bruxelas deputados e dirigentes iniciavam funções nas instituições europeias, uma delegação da Aprolep participou, em conjunto com mais 14 associações de produtores de leite de diferentes países, na assembleia e conferência do EMB-European Milk Board (Conselho Europeu do Leite), realizada nos dias 14 e 15 de Novembro, na cidade italiana de Montichiari, tendo sido aprovada por unanimidade a adesão da Aprolep ao EMB.

Nova PAC

Analisando as linhas gerais da nova PAC, os produtores de leite europeus sentem que foram “penalizados por uma PAC de vistas curtas que não foi capaz de impedir sucessivas crises destrutivas para a produção, nomeadamente em 2009 (preços de 25 cts/litro ao produtor), 2012 (abaixo de 30 cts) e 2016 (28 cts)”, realça a Associação.

Nos anos mencionados, os produtores da UE obtiveram apenas cerca de 40% do rendimento médio da UE; mesmo em anos “normais” como 2017, esse rendimento foi apenas 46,5% da média, o que “significa que estão a ficar excluídos na sociedade”.

“Esses números deprimentes significam um futuro muito sombrio para a pecuária leiteira e para as gerações mais jovens que desejam assumir o controle das empresas agrícolas. Quando a única certeza é manutenção desta miséria de preços no futuro próximo, os jovens agricultores obviamente estão relutantes em assumir o futuro da produção de leite. Mesmo o preço médio actual do leite na UE, 33 cts (30 cts em Portugal, um dos mais baixos da Europa), dificilmente é fonte de motivação, quando os custos de produção são acima de 40 cts por litro. Tenha-se ainda em conta a incerteza do mercado quando o Brexit finalmente entrar em vigor, uma vez que a PAC não possui instrumentos para lidar com esse ou outros eventos geopolíticos”, acrescenta um comunicado da Aprolep.

Directrizes para resistência a crises

Nesta conferência internacional de produtores de leite na Itália, sustentabilidade social e produção ecológica e responsável foram os principais tópicos. O primeiro passo é combater a propensão do sector lácteo a crises, implementando um instrumento de detecção de crises a nível da UE e a redução voluntária da produção, que é parte do Programa de Responsabilidade do Mercado, proposto pelo EMB.

Produção de leite responsável, ecológica e amiga do clima

Os representantes dos produtores de leite presentes em Itália acreditam que, além da sustentabilidade económica e social, a sustentabilidade ambiental também é uma obrigação. No entanto, isso requer estratégias que têm de ser discutidas e implementadas em conjunto com os agricultores. Nesse sentido, foi aprovado por unanimidade um documento que tem como objectivo participar numa sociedade social e ecologicamente sustentável e responsável, baseada nos seguintes pontos:

  • Armazenamento de CO2
    A agricultura e a produção de leite já desempenham um papel essencial no armazenamento de CO2 através das forragens e pastagens para os animais. O armazenamento de carbono, a biodiversidade e a fertilidade do solo, bem como o controle de inundações e erosão, desempenham um papel importante no equilíbrio ecológico. Essa contribuição deve ser reconhecida e pode ser desenvolvida ainda mais, aumentando a produção regional.
  • Aumentar a produção e o consumo regional

Se a procura de produtos lácteos regionais na Europa for objectivo da Política Agrícola Comum, consumidores e produtores unidos poderão fortalecer a produção regional com consequências ecológicas positivas, reduzindo as emissões causadas pelo transporte. Além disso, uma produção dispersa pelas regiões evita a concentração em poucos locais, reduzindo focos de poluição localizada.

  • Relações comerciais justas e sustentáveis
    Os acordos de livre comércio de produtos agrícolas são problemáticos e devem ser rejeitados, pois contrariam a produção justa e sustentável. Por exemplo, no sector de lacticínios, o leite em pó é transportado para outros continentes para aliviar o mercado europeu e para lucro das grandes empresas de lacticínios e não porque os produtores de lá não possam produzir leite. Esse transporte é mais uma fonte de emissões de CO2 e causa dano às estruturas locais de produção nos países em desenvolvimento.

 

A importação de carne e lacticínios já produzidos em quantidades suficientes na própria UE leva a um desperdício desnecessário de energia e recursos de transporte e não é compatível com os objectivos definidos no Acordo Climático, podendo também resultar em danos ambientais no país de origem. O EMB considera que os decisores políticos devem rever a sua linha actual sobre livre comércio e manter o sector agrícola fora desses acordos, dando prioridade, a nível interno, à agropecuária baseada em quintas familiares, com ligação entre a terra cultivada e a produção animal. Desta forma, os alimentos para animais podem ser cultivados regionalmente e/ou comprados na União Europeia, evitando-se importações de longa distância.

  • Evitar a sobre-produção prejudicial e conservar recursos

O passado recente da produção de leite europeia caracterizou-se por crises de superprodução, o que pode ser evitado com o Programa de Responsabilidade do Mercado. A aspiração dos produtores de leite é que essa produção responsável não apenas supere as crises, mas também tenha uma importante contribuição ecológica e social, porque isso poupa recursos ecológicos.

A sociedade europeia quer, com razão, uma produção agrícola favorável ao clima, mas as estratégias nesse sentido devem ser discutidas e coordenadas em conjunto com os agricultores e produtores de leite. Isso inclui um acordo justo no que diz respeito à cobertura dos custos desse importante trabalho, seja através de preços mais altos do mercado ou pagamentos financeiros públicos adequados. Como o clima afecta a todos, também todos nós, membros da sociedade, temos que dar a nossa contribuição financeira. Para poder produzir leite de maneira eficaz, ecológica, sustentável e com futuro, é necessário encontrar uma maneira de cobrir os custos e não apenas fazer exigências aos produtores.

Agricultura e Mar Actual

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XIII Congresso da Agricultura dos Açores debate campanhas de contra-informação na pecuária http://agriculturaemar.com/xiii-congresso-da-agricultura-dos-acores-debate-campanhas-de-contra-informacao-na-pecuaria/ http://agriculturaemar.com/xiii-congresso-da-agricultura-dos-acores-debate-campanhas-de-contra-informacao-na-pecuaria/#respond Sun, 17 Nov 2019 12:00:39 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=45566 O XIII Congresso da Agricultura dos Açores, evento promovido pela Federação Agrícola dos Açores, decorrer de 20 a 22 Novembro de 2019, no Auditório do Ramo Grande – Praia da Vitória, na Ilha Terceira. O encontro tem como objectivo promover o debate respeitante aos desafios que a agricultura enfrenta, relacionados com as “alterações climáticas e …

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O XIII Congresso da Agricultura dos Açores, evento promovido pela Federação Agrícola dos Açores, decorrer de 20 a 22 Novembro de 2019, no Auditório do Ramo Grande – Praia da Vitória, na Ilha Terceira.

O encontro tem como objectivo promover o debate respeitante aos desafios que a agricultura enfrenta, relacionados com as “alterações climáticas e as campanhas de contra-informação, bem como, sobre as implicações da Política Agrícola Comum pós-2020 na actividade agrícola e pecuária dos Açores”.

O evento está estruturado em painéis de debate, divididos pelos 2 dias do congresso e subordinados aos temas: alterações climáticas, globalização e agricultura; leite e lacticínios; promover os produtos dos Açores – estratégias e desafios; carne bovina – estratégias para estimular a produção e a comercialização; agricultura e floresta; estratégia para o futuro da agricultura nos Açores; e o próximo Quadro de Programação – PAC pós 2020.

O XIII Congresso da Agricultura dos Açores vai juntar produtores, empresas de retalho,banca, investigadores, ambientalistas e políticos. O ultimo dia será dedicado a visitas de campo.

Programa

20 de Novembro

09h30 – Creditação/entrega de documentação
10h00 – Sessão de Abertura

Painel 1 – Alterações Climáticas, Globalização e Agricultura

Moderador: Paulo Simões (Director Editorial do Jornal Açoriano Oriental)

10h45 – Alterações climáticas e a sustentabilidade da agricultura nos Açores – Dr. Eduardo Brito de Azevedo (Coordenador do IITAA)

11h00 – Roteiro da Neutralidade Carbónica 2050 e as suas implicações na agricultura – Eng.º Paulo Canaveira (Agência Portuguesa do Ambiente)

11h15 – Coffee-break

11h30 – Mesa redonda – Globalização e Agricultura
– Dr. Francisco Sarmento (Chefe do Escritório de Informação FAO em Portugal e junto da CPLP)
– Dr. Gualter Furtado (Presidente do conselho económico e social)
– Eng.º Eduardo Oliveira e Sousa (Presidente da CAP)

12h15 – Debate

13h00 – Almoço

Painel 2 – Leite e Lacticínios

Moderador – Vice-presidente da Federação Agrícola dos Açores, José António Azevedo
14h30 – Consumo de leite e lacticínios – Mitos & Verdades – Dra. Cidália Ponte (Hospital do Divino Espírito Santo)

14h45 – Perspectivas de mercado para a produção e indústria dos Açores
– Pedro Tavares (representante da Lactaçores)
– Dra. Mª. Cândida Marramaque (Directora Geral da ANIL)
– Dra. Ondina Afonso (Presidente do Clube de Produtores Continente – Sonae)

15h45 – Debate

16h15 – Coffee Break

Painel 3 – Promover os produtos dos Açores – estratégias e desafios

Moderador: Eng.º. João Paulo Temudo Valadão dos Santos (Caixa de Crédito Agrícola Mútuo dos Açores)

16h30 – Marca “Açores” e promoção dos produtos agrícolas – Dra. Marisa Toste (SDEA)

16h45 – Estratégias de mercado – Dr. Mário Fortuna (Câmara do Comércio e Indústria dos Açores)

17h00 – Promover os produtos dos Açores – estratégias e desafios – Vítor Tito (BBZ)

17h15 – Agricultura dos Açores – Dr. André Leonardo (Empreendedor, Viajante, Autor & Orador)

17h30 – Debate

17h45 – Encerramento dos Trabalhos

Jantar Livre

21 de Novembro

Painel 4 – Carne bovina – estratégias para estimular a produção e a comercialização

Moderador: Vice-presidente da Federação Agrícola dos Açores, Paulo Rocha

09h30 – Valor nutritivo da carne bovina – Dra. Tânia Rocha (Nutricionista)

09h45 – Carne Bovina e os desafios futuros da produção – Eng.ª Ana Geraldo (Associação Portuguesa de Engenharia Zootécnica)

10h00 – Estratégias para o sector da carne bovina nos Açores – Engº. Paulo Costa – (Federação Agrícola dos Açores)

10h15 – Perspectivas para o sector nos Açores – Eng.º José Élio Valadão (Direcção Regional da Agricultura)

10h30 – Debate

10h45 – Coffee break

Painel 5 – Agricultura e Floresta

Moderador: Vice-presidente da Federação Agrícola dos Açores, Hélder Costa

11h00 – Auto-consumo e produção de hortícolas e frutas nos Açores – Dra. Andrêa Vasconselos (responsável pelo Clube de Produtores INSCO)

11h15 – Produções e valorização de produtos DOP e IGP dos Açores – Eng.º Adelaide Mendes (Directora de Serviços de Qualidade – IAMA)

11H30 – Jovens agricultores – Pedro Gallardo (Presidente da ASAJA – Cádis)

11h45 – Valorização da criptoméria dos Açores Floresta – Eng. º Paulo Lima (Serviço Florestal da Ilha Terceira)

12h00 – Importância da Agricultura biológica nos Açores – Dra. Mónica Rocha (Presidente da Cooperativa Bioazórica)

12h15 – Debate

12h30 – Almoço

Painel 6 – Estratégia para o futuro da agricultura nos Açores

Moderador: jornalista RDP – Açores, Armando Mendes

14h30 – Intervenções dos partidos com assento na ALRA
– Representante do PS-Açores
– Representante do PSD-Açores
– Representante do PP-Açores
– Representante do PCP-Açores
– Representante do BE-Açores
– Representante do PPM-Açores Açores

15h30 – Debate

15h45 – Coffee Break

Painel 7 – Mesa Redonda – Próximo Quadro de Programação – PAC pós 2020

Moderador: Vice-presidente da Federação Agrícola dos Açores, Rui Matos

16h00 – Intervenções
– Eng.º Eduardo Diniz (Director-Geral do GPP)
– Dr. Arlindo Cunha (Presidente da CVR do Dão)
– Eng.º Luís Mira (Secretário Geral da CAP)
– Eng.º João Ponte (Secretário Regional Agricultura)
– Jorge Rita (Presidente da Federação Agrícola dos Açores)

17h30 – Debate

18h30 – Sessão de Encerramento

19h00 – Jantar de Encerramento

22 de Novembro

09h30 – Visitas de campo

– Exploração leiteira – Irmãos Toste Coelho – Expl. Agropec. Lda.
– Exploração de carne – Luís Machado
– Fruter Coop

13h00 – Almoço/churrasco (Parque Multissetorial da Ilha Terceira)

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Maria do Céu Albuquerque recebe Confederação dos Agricultores de Portugal http://agriculturaemar.com/maria-do-ceu-albuquerque-recebe-confederacao-dos-agricultores-de-portugal/ http://agriculturaemar.com/maria-do-ceu-albuquerque-recebe-confederacao-dos-agricultores-de-portugal/#respond Sat, 16 Nov 2019 10:00:07 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=45586 A direcção da CAP — Confederação dos Agricultores de Portugal deslocou-se ao Ministério da Agricultura para uma primeira reunião de trabalho, a convite da ministra Maria do Céu Albuquerque, no dia 14 de Novembro. Durante o encontro, a CAP teve oportunidade de abordar os temas mais marcantes da politica agroflorestal nacional, os quais constituem as …

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A direcção da CAP — Confederação dos Agricultores de Portugal deslocou-se ao Ministério da Agricultura para uma primeira reunião de trabalho, a convite da ministra Maria do Céu Albuquerque, no dia 14 de Novembro.

Durante o encontro, a CAP teve oportunidade de abordar os temas mais marcantes da politica agroflorestal nacional, os quais constituem as principais preocupações do sector que a Confederação representa.

Articulação inter-ministerial

Um documento a sustentar tecnicamente estas preocupações foi entregue à ministra da Agricultura e à sua equipa, de que se destacam, entre outros temas, a articulação inter-ministerial, em especial com o Ministério do Ambiente, garantindo a participação do sector agroflorestal na definição das orientações e das normas ambientais, por forma a que sejam exequíveis e ajustadas às especificidades da agricultura e tecnicamente preparadas para acompanhar as negociações da reforma da PAC.

A CAP pediu ainda a garantia de “monitorização e rigor na gestão do PDR 2020 enquanto principal instrumento financeiro para o desenvolvimento do sector agrícola” e a defesa da floresta – apesar da mudança de Ministério – pela “ligação intrínseca à actividade agrícola e necessidade de mudança da atitude da governação relativamente à economia florestal”.

Outros temas da actualidade como o crescente aparecimento de pragas, a cultura do olival, e o reforço das Organizações de Produtores também foram abordados neste primeiro encontro institucional.

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inRetail Congress debate novas experiências para o consumidor http://agriculturaemar.com/inretail-congress-debate-novas-experiencias-para-o-consumidor/ http://agriculturaemar.com/inretail-congress-debate-novas-experiencias-para-o-consumidor/#respond Thu, 14 Nov 2019 10:30:59 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=45514 O inRetail Congress regressa para a sua 9.ª edição, com o tema “Omni experiences to inspire”, que pretende desvendar o que os consumidores querem do futuro e o que o retalho tem para oferecer. Com o comércio cada vez mais caracterizado pela experiência e personalização, o desafio do sector do retalho é acompanhar as tendências …

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O inRetail Congress regressa para a sua 9.ª edição, com o tema “Omni experiences to inspire”, que pretende desvendar o que os consumidores querem do futuro e o que o retalho tem para oferecer.

Com o comércio cada vez mais caracterizado pela experiência e personalização, o desafio do sector do retalho é acompanhar as tendências e as necessidades dos diferentes tipos de consumidor. Este é o foco do evento organizado pela IFE by Abilways e pela revista Distribuição Hoje, que decorre a 18 e 19 de Novembro no Lagoas Park Hotel, em Oeiras.

Temas em debate

O inRetail Congress irá centrar-se, ao longo de dois dias, em questões relevantes para o sector, incluindo novas tendências como o retalho phygital (junção do mundo físico e digital), as formas de pagamento, a sustentabilidade, a liderança, o segmento do luxo as experiências e a publicidade.

No que diz respeito ao consumidor, é essencial compreender quem consume hoje e no futuro, assim como as tendências das várias gerações de consumidores: como se comportam, que hábitos têm e o que exigem. Sobre a “geração do click”, por exemplo, o evento vai abordar a forma de obter experiências omnicanal integradas.

Retalho experiencial

O retalho experiencial, também em debate, abordará aspectos como os consumer engagement spaces e as experiências adaptadas a cada cliente, em complemento ao painel que discutirá precisamente a personalização das experiências à medida no online e no offline, ou seja, no digital ou numa loja física.

A consciência ambiental, que é incontornável e que domina grande parte da actualidade, também integra o evento. Oradores da Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição, Sociedade Ponto Verde, Mars e Sonae MC vão abordar as actuais preocupações ecológicas dos consumidores, a exigência de novas embalagens e a produção de riqueza através de negócios sustentáveis.

Formas de pagamento

Sobre as formas de pagamento, a abordar por oradores da VISA e Ingenico Group, a edição de 2019 dá destaque ao que valorizam os consumidores nos pagamentos do futuro e que respostas estão a ser preparadas.

O luxo é outro dos temas a abordar por oradores de algumas das marcas mais icónicas deste segmento, como a Bentley & Lamborghini Portugal, Longchamp Portugal e Amorim Luxury. Em destaque neste tema estão as novas tendências phygital e a exclusividade e diferenciação do retalho de luxo.

Para abordar os restantes temas, o inRetail Congress tem confirmados oradores de entidades como a Fundação Francisco Manuel dos Santos; Jerónimo Martins; Sonae MC; Auchan Retail Portugal; El Corte Ingés; Lidl; Dott; Fnac; Super Bock Group; Nestlé Purina; Tiger; Salsa; La Redoute; OKI Europe; Chep; Grupo Dpd; e McCann, entre outros.

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Calçado. Trabalhadores do Grupo Kyaia contra aumento do horário de trabalho http://agriculturaemar.com/calcado-trabalhadores-do-grupo-kyaia-contra-aumento-do-horario-de-trabalho/ http://agriculturaemar.com/calcado-trabalhadores-do-grupo-kyaia-contra-aumento-do-horario-de-trabalho/#respond Wed, 13 Nov 2019 16:11:14 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=45490 O Sindicato do Calçado do Minho e Trás-os-Montes, afecto à CGTP-IN, acusa a administração do Grupo Kyaia, maior grupo de calçado nacional, com fábricas em Guimarães e em Paredes de Coura, de estar a a “violar as normas do Contrato Colectivo de Trabalho”. Na origem da indignação, diz o sindicato, está a imposição “ilegal” de …

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O Sindicato do Calçado do Minho e Trás-os-Montes, afecto à CGTP-IN, acusa a administração do Grupo Kyaia, maior grupo de calçado nacional, com fábricas em Guimarães e em Paredes de Coura, de estar a a “violar as normas do Contrato Colectivo de Trabalho”.

Na origem da indignação, diz o sindicato, está a imposição “ilegal” de duas pausas de 10 minutos, prolongando o trabalho diário em 20 minutos, e semanal em uma hora e 40 minutos.

Para protestarem contra esta medida, os trabalhadores do Grupo Kyaia vão concentrar-se amanhã, 14 de Novembro, uma concentração marcada pelo Sindicato do Calçado do Minho e Trás-os-Montes, que conta com a presença de Arménio Carlos, secretário-geral da CGTP-IN, a partir das 19h30, no Largo do Toural, em Guimarães.

Em causa pausas de 10 minutos

O Grupo Fortunato O. Frederico & C.ª, composto pelas empresas Kyaia, Kello, Kellokia e Alfos, decidiu “aumentar o horário de trabalho diário em 20 minutos, uma hora e quarenta minutos por semana, com a inclusão de duas pausas de 10 minutos, uma de manhã e outra à tarde, aos cerca de 350 trabalhadores”, refere uma nota de imprensa da CGTP-IN.

“Perante a firme recusa da maioria dos trabalhadores em aceitar o aumento diário de trabalho em 20 minutos, o Sindicato do Calçado, Malas e Afins, Componentes, Formas e Curtumes do Minho e Trás-os-Montes procurou durante as últimas semanas pela via do diálogo e da negociação encontrar uma solução para o conflito, tendo a administração mantido uma posição irredutível e prepotente na violação das normas laborais. No final do mês de Outubro descontou aos trabalhadores ilegalmente, 20 minutos diários, e procedeu à sua injustificação”, acrescenta a mesma nota.

Grupo Kyaia

Fundada em 1984 por Fortunato Frederico e Amílcar Monteiro, a Kyaia lidera um grupo empresarial com mais de 600 colaboradores, com um volume de negócios de 55 milhões de euros e um modelo de negócio que se estende, para além da produção de calçado, às áreas da distribuição, do retalho mas também ao ramo imobiliário e das tecnologias de informação.

A empresa é normalmente reconhecida pelo comum consumidor através das lojas de calçado Foreva e pela loja online Fly London.

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GS1 Portugal e FIPA fazem formação sobre requisitos legais da rotulagem alimentar http://agriculturaemar.com/gs1-portugal-e-fipa-fazem-formacao-sobre-requisitos-legais-da-rotulagem-alimentar/ http://agriculturaemar.com/gs1-portugal-e-fipa-fazem-formacao-sobre-requisitos-legais-da-rotulagem-alimentar/#respond Wed, 13 Nov 2019 12:00:12 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=45478 A GS1 Portugal – Codipor, entidade responsável pela introdução do código de barras em Portugal, em parceria com a FIPA — Federação das Indústrias Portuguesas Agro-Alimentares vai realizar uma formação sobre “Construção do rótulo: Requisitos legais para a venda tradicional e online”, no próximo dia 19 Novembro 2019. Esta formação de 7 horas, terá lugar …

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A GS1 Portugal – Codipor, entidade responsável pela introdução do código de barras em Portugal, em parceria com a FIPA — Federação das Indústrias Portuguesas Agro-Alimentares vai realizar uma formação sobre “Construção do rótulo: Requisitos legais para a venda tradicional e online”, no próximo dia 19 Novembro 2019.

Esta formação de 7 horas, terá lugar nas instalações da GS1 Portugal, no Campus do Lumiar, em Lisboa, e destina-se a quadros médios e superiores de empresas do sector agro-alimentar das áreas de qualidade, investigação e desenvolvimento, marketing, comercial, compras e produção.

A informação do rótulo é fundamental para a decisão de compra do consumidor. Por isso esta formação conta com casos práticos que permitirão conhecer melhor os requisitos legais e as vantagens associadas à rotulagem, sem esquecer a importância da qualidade e da correta sincronização dos dados.

Inscrições

As inscrições estão já abertas e têm um custo de 95 euros para associados GS1 Portugal e de 190 euros para não associados. Pode fazer a inscrição online aqui.

Programa

  • O que é obrigatório rotular nos alimentos pré-embalados? E não pré-embalados?
  • As obrigações dos operadores económicos
  • A qualidade de dados
  • Rede global de sincronização de dados – GDSN e Sync PT
  • Serviço Validata
  • Exercícios práticos

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Portugal Exportador 2019. Novo Banco promove maior evento das exportações do País http://agriculturaemar.com/portugal-exportador-2019-novo-banco-promove-maior-evento-das-exportacoes-do-pais/ http://agriculturaemar.com/portugal-exportador-2019-novo-banco-promove-maior-evento-das-exportacoes-do-pais/#respond Wed, 13 Nov 2019 10:40:11 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=45473 O Novo Banco promove mais uma vez, em parceria com a Fundação AIP e AICEP Portugal Global, a 14.ª edição do Portugal Exportador, o maior evento dedicado às exportações nacionais. O encontro realiza-se no próximo dia 27 de Novembro no Centro de Congressos de Lisboa. Dia 27 de Novembro, a partir das 9 horas, no …

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O Novo Banco promove mais uma vez, em parceria com a Fundação AIP e AICEP Portugal Global, a 14.ª edição do Portugal Exportador, o maior evento dedicado às exportações nacionais. O encontro realiza-se no próximo dia 27 de Novembro no Centro de Congressos de Lisboa.

Dia 27 de Novembro, a partir das 9 horas, no Centro de Congressos de Lisboa, é a data a marcar na agenda de todas as empresas que pretendem iniciar-se na exportação dos seus produtos ou serviços, diversificar os mercados de exportação ou potenciar a internacionalização dos seus negócios, porque exportar é fundamental.

As inscrições já estão abertas. Saiba mais aqui.

Apoio às PME

“A parceria e apoio do Novo Banco ao Portugal Exportador, ao longo destes anos, incrementa o seu papel de parceiro de referência das PME portuguesas e de fomento do desígnio nacional da exportação”,refere uma nota de imprensa do banco.

E acrescenta que “ajudar as empresas portuguesas a enfrentar e ultrapassar os desafios dos mercados de exportação, permitindo-lhes o acesso a informação fundamental, ao conhecimento das experiências das empresas que já deram esse passo e à partilha de ideias e de contactos, tem sido, desde o seu início, o fio condutor da programação do Portugal Exportador”.

14 anos de Portugal Exportador

Ao longo dos 14 anos do Portugal Exportador, o peso das exportações no PIB nacional evoluiu favoravelmente (passando de cerca de 30% em 2004 para 44% em 2018) mas a actualidade e pertinência deste desígnio nacional mantém-se: países europeus similares apresentam performances superiores, valores esses que Portugal deve procurar alcançar.

Na edição de 2019, para além dos mercados e sectores abordados nos workshops (designadamente Espanha, Alemanha e Angola e metalomecânica, agroalimentar e e-commerce), há muitas outras razões para as empresas se inscreverem e marcar presença no Portugal Exportador como a interacção com compradores internacionais e delegações internacionais ou ainda acesso a consultoria especializada em várias áreas ligadas à exportação como trade finance, instrumentos de cobertura de risco cambial, seguros de crédito, negócio internacional, operadores logísticos ou social selling e, é claro, o networking.

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