Flores e Folhagens – AGRICULTURA E MAR ACTUAL http://agriculturaemar.com Portal do mundo rural e da economia do mar Mon, 26 Aug 2019 20:12:28 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.2.3 Empresa polaca procura fornecedores biológicos de tremoço, favas, ervilha, aveia e trigo http://agriculturaemar.com/empresa-polaca-procura-fornecedores-biologicos-de-tremoco-favas-ervilha-aveia-e-trigo/ http://agriculturaemar.com/empresa-polaca-procura-fornecedores-biologicos-de-tremoco-favas-ervilha-aveia-e-trigo/#respond Mon, 26 Aug 2019 19:00:41 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=43444 Uma empresa polaca, especializada na produção e distribuição de grãos biológicos, está à procura de fornecedores e produtores de tremoço doce, favas, ervilha amarelada, aveia, trigo, espelta, cevada e centeio. A empresa colabora com parceiros da Europa Oriental e Ocidental e está interessada em colaborar com parceiros daquelas regiões. Segundo a secção de Oportunidades de …

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Uma empresa polaca, especializada na produção e distribuição de grãos biológicos, está à procura de fornecedores e produtores de tremoço doce, favas, ervilha amarelada, aveia, trigo, espelta, cevada e centeio.

A empresa colabora com parceiros da Europa Oriental e Ocidental e está interessada em colaborar com parceiros daquelas regiões.

Segundo a secção de Oportunidades de Negócio da Enterprise Europe Network, a empresa polaca, sediada perto de Lublin está interessada na cooperação com fornecedores e produtores agrícolas.

Como contactar

Para mais informações, procurar pela referência PL-2019-260 aqui. Mais informações sobre a empresa aqui.

A Enterprise Europe Network é uma rede de serviços para ajudar as empresas a inovar e a competir melhor no espaço europeu.

Mais de 500 pontos de contacto

Formada por mais de 500 pontos de contacto, espalhados por 40 países na Europa, a rede oferece um conjunto de serviços descentralizados e de proximidade, que apoiam as pequenas e médias empresas (PME) no seu processo de internacionalização e no encontro de parceiros estratégicos para a inovação e o desenvolvimento sustentado dos seus negócios.

Em Portugal, liderada pelo IAPMEI – Agência para a Competitividade e Inovação, a Enterprise Europe Network é representada por um consórcio que envolve doze entidades públicas e associativas, distribuídas regionalmente por todo o território nacional, incluindo as regiões autónomas dos Açores e da Madeira.

Agricultura e Mar Actual

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Conheça 10 exemplos de plantas de interior que deve ter na sua casa http://agriculturaemar.com/conheca-10-exemplos-de-plantas-de-interior-que-deve-ter-na-sua-casa/ http://agriculturaemar.com/conheca-10-exemplos-de-plantas-de-interior-que-deve-ter-na-sua-casa/#respond Mon, 26 Aug 2019 09:00:44 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=43439 Artigo de opinião de Rosa Moreira, Eng.ª Agrónoma, promotora do site A Cientista Agrícola Gosta de ter a sua casa decorada com plantas, deixando-a mais bonita? Se quer dar um toque mais bonito a qualquer divisão de sua casa, então conheça neste artigo 10 plantas de interior que pode adquirir para o interior da sua …

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Artigo de opinião de Rosa Moreira, Eng.ª Agrónoma, promotora do site A Cientista Agrícola

Gosta de ter a sua casa decorada com plantas, deixando-a mais bonita?

Se quer dar um toque mais bonito a qualquer divisão de sua casa, então conheça neste artigo 10 plantas de interior que pode adquirir para o interior da sua habitação, conhecendo também cuidados básicos que deve ter com cada uma delas.

Curioso(a)?

  • Suculentas

plantas de interior

As suculentas representam um exemplo de uma planta fundamental para qualquer casa e que necessita de pouca manutenção. São perfeitas para qualquer divisão, sendo junto a uma janela o local mais adequado, para que apanhem bastante luz.  Quanto à rega, faça o teste do dedo no solo do seu vaso regularmente, e verifique sempre que o mesmo se apresente seco. Nesse momento, deve regar as suas suculentas.

Veja também este artigo: Como cuidar de suculentas: tudo o que deve saber
  • Orquídeas

plantas de interiorphalaenopsis, gosta de temperaturas baixas e humidade. Necessitam de muita luz solar indirecta, pelo que mais uma vez, colocá-las perto de uma janela é um dos melhores locais.

Tenha em atenção à rega das orquídeas, evitando regas abundantes e demasiado frequentes. Garanta que mantêm a humidade do solo destas plantas, mas não exagere!

Uma vez que as orquídeas adoram humidade, borrife as suas folhas com água semanalmente.

Veja também este artigo: Como escolher um bom substrato para as suas orquídeas: dicas essenciais
  • Begónias

plantas de interiorEsta planta de interior não necessita de muitos cuidados e é fácil de ser cuidada. Existe várias espécies (umas mais adaptadas ao exterior e outras ao interior de nossa casa), e possuem várias cores. Os antigos dizem que as begónias têm significados especiais entre eles: delicadeza, felicidade e cordialidade, inocência, lealdade e o verdadeiro. Existem várias espécies de begónias, que são caracterizadas por possuírem uma folhagem linda e de cor vibrante (amarelo, vermelho).

Quando plantar esta planta de interior, escolha um vaso que não seja nem muito pequeno, nem demasiado grande, para garantir que não ‘afoga’ a sua raiz (regra geral, 2 x tamanho do sistema radicular), levando à sua morte. Coloque-a num local com muita luz, e verá esta planta de interior em floração quase todo o ano! Vai adorar!

  • Bromélias

plantas de interiorNativas de um ambiente mais selvagem, estas plantas de interior adoram luz artificial, sendo adequadas para um escritório, por exemplo.

A maioria das bromélias entra em floração uma vez ao ano, caso as condições climáticas estejam garantidas (ambiente quente e húmido). Deve certificar-se que esta planta de interior tem uma boa drenagem e não exagere nas regas, mantendo o solo húmido, mas não encharcado.

5-Cacto do deserto

plantas de interiorEste cacto caracteriza-se visualmente por ter uma extremidade vermelha ou amarela e uma base verde. Encontra-se à venda em praticamente todos os supermercados e hortos, e é muito apreciado devido às suas cores e à baixa manutenção que requer.

Um dos melhores locais para colocar este tipo de plantas de interior é nos parapeitos das janelas. Tal como nas plantas que referi anteriormente, evite regar estas plantas muitas vezes.  No entanto, quando o regar, regue abundantemente para   simular o ambiente do deserto.

6-Clorófitos

plantas de interiorOs clorófitos são uma das plantas de interior mais utilizadas, uma vez que se reproduzem facilmente, “puxando” muitos rebentos.

Esta planta é excelente pois ajuda a purificar o ar, absorvendo elementos poluidores, desintoxicando a casa naturalmente. Caso apareçam pontos acastanhados nas folhas, experimente regar estas plantas com água destilada.

7-Língua da sogra

plantas de interiorCom folhas afiadas, pontiagudas e com uma ponta cortante, são vulgarmente conhecidas como línguas da sogra. É uma planta muito difícil de matar e possui fácil manutenção.  Pode facilmente crescer à sombra e em qualquer divisão da sua casa. Quanto à rega, faça-a mais frequentemente no Verão. No entanto, não se preocupe se deixar o solo desta planta secar totalmente, pois tal como disse anteriormente, esta planta é bastante resistente.

8-Lírio da paz

plantas de interiorEsta planta de interior é normalmente oferecida para dar “boa sorte”, e gosta de receber luz solar directa de preferência na divisão mais quente da casa. Esta planta também melhora a qualidade do ar na casa, absorvendo substâncias poluentes.

Como cuidados básicos, deve manter as raízes desta planta húmidas, mas não encharcadas. Como característica não tão usual, o lírio-da-paz desabrocha no meio do inverno, o que faz desta planta, uma planta invulgar. Não se esqueça de transplantar esta planta no início da Primavera.

9-Cíclames

Esta planta de interior apresenta folhas e flores lindas, mas necessita de alguns cuidados. No momento da compra, opte por uma planta que tenha alguns botões por abrir, para obter um período mais prolongado de floração.

Os cíclames gostam de temperaturas baixas e luz indirecta, sendo adequadas para um corredor ou hall de entrada da sua casa, por exemplo.

Caso não seja possível nestas divisões, coloque-as numa janela virada a norte, regando-a moderadamente, para manter o solo húmido, mas nunca encharcado.

10-Samambaia

plantas de interiorEsta planta linda tem como função ser humidificadora natural, absorvendo as substâncias poluentes e libertando vapor.

Para que estas plantas se mantenham bonitas, deve simular o ambiente tropical. Se possível, coloque-a suspensa numa janela voltada a norte, com luz moderada indirecta, e mantenha o solo do vaso húmido.

Caso as folhas desta planta de interior fiquem amareladas na sua base, pode ser um aviso de que se encontra num ambiente demasiado quente, e por isso deve mudar a planta de local.

Outra situação que deve estar atento(a) é quando não nascem folhas novas. Tal acontecimento pode ser um alerta de que o ar está muito seco e necessita de humidade.

Por outro lado, quando as folhas desta planta estão muito pálidas com marcas de queimaduras, poderá ser um sinal que está a incidir muito sol na mesma, e portanto, deve ser mudada de local.

plantas de interior

Em  situações especiais como plantação e transplante de plantas de interior como estas que apresentei acima, deve utilizar um substrato específico como o SIRO INTERIOR. Este substrato, para além de ser enriquecido com adubação mineral controlada, possui uma formulação adequada capaz de promover a cor verde das folhas das suas plantas de interior. Para além destas vantagens nutritivas que este substrato possui, é constituído por argila expandida micro granulada que favorece o arejamento/ drenagem, e ao mesmo tempo, uma humidade estável que as plantas necessitam.

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Inovterra leva workshop sobre a cultura do sabugueiro a Tarouca http://agriculturaemar.com/inovterra-leva-workshop-sobre-a-cultura-do-sabugueiro-a-tarouca/ http://agriculturaemar.com/inovterra-leva-workshop-sobre-a-cultura-do-sabugueiro-a-tarouca/#respond Thu, 22 Aug 2019 06:39:04 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=43342 A InovTerra — Associação para o Desenvolvimento Local, com sede em Vila Pouca-Salzedas, concelho de Tarouca, está a organizar mais um workshop sobre a cultura do sabugueiro. A iniciativa está agendada para o próximo dia 19 de Outubro de 2019 e versará sobre a instalação da cultura do sabugueiro. Inscrição obrigatória A participação tem um …

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A InovTerra — Associação para o Desenvolvimento Local, com sede em Vila Pouca-Salzedas, concelho de Tarouca, está a organizar mais um workshop sobre a cultura do sabugueiro.

A iniciativa está agendada para o próximo dia 19 de Outubro de 2019 e versará sobre a instalação da cultura do sabugueiro.

Inscrição obrigatória

A participação tem um custo de 22,5 euros para sócios da InovTerra e de 30 euros para não sócios. Estes valores incluem almoço e certificado de presença.

A inscrição prévia é obrigatória até 17 de Outubro.

Para mais informações, deverá endereçar email para inovterra@gmail.com ou contactar a Associação através dos telefones 254 677 510 / 963 630 803.

O sabugueiro

O sabugueiro, Sambucus nigra L., é comum em galerias ripícolas e em sebes húmidas e sombrias, contudo é capaz de tolerar solos secos e também prospera em locais quentes e com muita luz. Tanto em solos ácidos como muito alcalinos.

Ocorre em altitudes inferiores a 1.700m. Tolera poluição atmosférica e sítios costeiros. É resistente à poda, mesmo cortado pela base irá regenerar. As flores são atractivas para os insectos e as bagas para os pássaros, desviando-os de árvores fruteiras. Boa planta como pioneira no restabelecimento de áreas florestais.

Usos

O sabugueiro é utilizado em doces, como tintureira (usada em vinho e em tecidos), repelente de vertebrados e como erva medicinal (aparelho respiratório, digestivo, contra diarreias e queimaduras bem como tratamento para diabéticos). É também usada como planta medicinal para o gado.

É uma cultura de importância económica crescente em algumas regiões do Norte e Centro, como a região de Tarouca.

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Produção forrageira inferior a um ano normal, diz INE http://agriculturaemar.com/producao-forrageira-inferior-a-um-ano-normal-diz-ine/ http://agriculturaemar.com/producao-forrageira-inferior-a-um-ano-normal-diz-ine/#respond Tue, 20 Aug 2019 09:37:53 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=43257 A produção forrageira foi inferior a um ano normal, dizem os técnicos do Instituto Nacional de Estatística (INE), nas suas previsões agrícolas, a 31 de Julho. “Os prados e pastagens de sequeiro estão em fim de ciclo, praticamente sem biomassa disponível ou, quando ainda existe, com um valor nutritivo muito reduzido. A maioria das explorações …

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A produção forrageira foi inferior a um ano normal, dizem os técnicos do Instituto Nacional de Estatística (INE), nas suas previsões agrícolas, a 31 de Julho.

“Os prados e pastagens de sequeiro estão em fim de ciclo, praticamente sem biomassa disponível ou, quando ainda existe, com um valor nutritivo muito reduzido. A maioria das explorações de produção pecuária em regime extensivo tem recorrido à utilização de alimentos conservados (fenos, silagens ou fenossilagens), em quantidades consideradas normais para a época”, refere o INE.

Globalmente, a produção forrageira foi inferior ao habitual, quer nas áreas de pastoreio directo quer nas superfícies destinadas à obtenção de alimentos conservados, situação que poderá ter implicações na alimentação dos efectivos nas épocas de menor disponibilidade alimentar das pastagens.

Julho seco

Acrescentam as previsões agrícolas do INE que o mês de Julho caracterizou-se como seco, com um valor médio da precipitação de 5,9 mm, cerca de 43% da normal (1971-2000).

Quanto à temperatura do ar, Julho classificou-se como normal, com picos de temperatura máxima acima da média entre os dias 10 e 12 e na semana de 17 a 24. De notar que este mês foi também caracterizado pela ocorrência de vento, em particular na segunda quinzena e no litoral a sul do Cabo da Roca e zonas altas.

Intensificação da situação de seca meteorológica

No final de Julho, e de acordo com o índice meteorológico de seca PDSI1, observou-se uma intensificação da situação de seca meteorológica: todo o território encontrava-se em seca meteorológica (98% em junho), sendo que as classes mais intensas (extrema e severa) estendiam-se por 37,8% do Continente (33,9% em junho).

Estas condições meteorológicas permitiram a realização dos trabalhos agrícolas, quer manuais quer mecanizados, e favoreceram, duma forma geral, o desenvolvimento das culturas instaladas.

Reservas hídricas

Quanto às reservas hídricas no final de Julho, o volume de água armazenado nas albufeiras de Portugal continental encontrava-se nos 65% da capacidade total, inferior ao valor registado no final do mês anterior (68%) e ao valor médio de 70% (1990/91-2017/18).

A escassez de água em alguns aproveitamentos hidroagrícolas colectivos (e.g. da albufeira do Caia) obrigou à realização, desde há alguns meses, de cortes no fornecimento habitual aos beneficiários do perímetro de rega, situação que visa assegurar a disponibilização de água até ao final da campanha.

Também em charcas e açudes particulares, em especial no Alentejo, o armazenamento de água é inferior ao normal, conduzindo a situações de limitação na rega e de constrangimentos no abeberamento dos efectivos pecuários.

No final de Julho, o teor de água no solo, em relação à capacidade de água utilizável pelas plantas, registou uma diminuição em quase todo o território, com destaque para as regiões do Litoral Norte e Centro. As regiões do interior Norte e Centro, região de Vale do Tejo, Alentejo e Algarve continuavam com valores inferiores a 20% e, em alguns locais, os valores foram muito próximos do ponto de emurchecimento permanente.

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Quer saber como instalar e desenvolver um pomar de medronheiro? http://agriculturaemar.com/quer-saber-como-instalar-e-desenvolver-um-pomar-de-medronheiro/ http://agriculturaemar.com/quer-saber-como-instalar-e-desenvolver-um-pomar-de-medronheiro/#respond Mon, 12 Aug 2019 08:03:26 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=43022 A Arbutus – Associação para a Promoção do Medronho vai organizar, 17 de Agosto, em Sabóia, concelho de Odemira, uma oficina com o tema “Instalação e desenvolvimento de um pomar de medronheiro”. A iniciativa está integrada na programação do Festival do Medronho em Sabóia, constituindo mais um momento de desenvolvimento de fileira e promoção de …

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A Arbutus – Associação para a Promoção do Medronho vai organizar, 17 de Agosto, em Sabóia, concelho de Odemira, uma oficina com o tema “Instalação e desenvolvimento de um pomar de medronheiro”.

A iniciativa está integrada na programação do Festival do Medronho em Sabóia, constituindo mais um momento de desenvolvimento de fileira e promoção de inovação pelo projecto Inov@sFileiras, um projecto da Rede Rural Nacional financiado pelo PDR 2020, no qual a Arbutus é o parceiro responsável pela fileira do medronho.

Diz a organização que, “apesar da realização de várias formações ao longo dos últimos anos sobre a cultura do medronheiro, tem-se constatado uma procura continuada por informação sobre a instalação e o desenvolvimento de pomares de medronheiro, não só por novos produtores como também por aqueles com plantações já desenvolvidas que desejam inovar e optimizar as suas práticas”.

Serras algarvias e litoral alentejano

Assim, de forma compacta e direccionada, esta jornada de formação vem procurar dar resposta a este interesse, dando particular ênfase às especificidades do contexto de zonas de regeneração natural de medronhal tais como as serras algarvias e as do litoral alentejano.

As inscrições, gratuitas, podem ser feitas através do email arbutus.associacao@gmail.com ou do telefone 938 229 782.

Espécie típica do nosso País, o medronheiro (Arbutus unedo L.) desenvolve-se em diferentes zonas e a sua utilização apresenta um crescente interesse para diversos fins:

» Produção de aguardente de medronho;
» Produção de compotas, confeitaria, mel;
» Valorização para consumo em fresco;
» Valorização para compostos anti-oxidantes;
» Utilização em projectos de arborização.

Programa:

10h30 – Recepção dos participantes

10h45– Sessão de abertura – Afonso Pereira, Arbutus – Associação para a Promoção do Medronho

10h50– Projecto Inov@sFileiras e plataforma Emed –David Sumares

11h00– Apoios financeiros à cultura do medronheiro – Maria José Rosa, Associação de Desenvolvimento do Litoral Alentejano

11h15– Introdução à cultura do medronheiro – Filomena Gomes, Escola Superior Agrária de Coimbra (ESAC)

Pausa de café

11h45– Clones de medronheiro – Patrícia Figueiredo, GreenClon

12h00– Instalação e desenvolvimento de pomar – Rosa Guilherme, Escola Superior Agrária de Coimbra (ESAC)

13:00 Almoço oferecido pela Arbutus

14h30– Constatações e recomendações derivadas da experiência com um pomar de medronheiro no contexto do SW Alentejano – João Silva

14h45 – Mesa redonda e debate: “Pomares organizados de medronheiro em zonas de regeneração natural”

15h45–Visita de campo a um pomar organizado

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Falta de humidade do solo leva a produção forrageira inferior ao habitual http://agriculturaemar.com/falta-de-humidade-do-solo-leva-a-producao-forrageira-inferior-ao-habitual/ http://agriculturaemar.com/falta-de-humidade-do-solo-leva-a-producao-forrageira-inferior-ao-habitual/#respond Fri, 19 Jul 2019 10:02:52 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=42459 As condições de falta de humidade do solo conduziram à rápida dessecação dos prados e pastagens de sequeiro, em fim de ciclo, com a consequente diminuição da biomassa e valor nutritivo, divulga o Instituto Nacional de Estatística (INE) no seu Boletim Mensal da Agricultura e Pescas – Julho de 2019. Globalmente, dizem os técnicos do …

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As condições de falta de humidade do solo conduziram à rápida dessecação dos prados e pastagens de sequeiro, em fim de ciclo, com a consequente diminuição da biomassa e valor nutritivo, divulga o Instituto Nacional de Estatística (INE) no seu Boletim Mensal da Agricultura e Pescas – Julho de 2019.

Globalmente, dizem os técnicos do INE, a produção forrageira foi inferior ao habitual, quer nas áreas de pastoreio directo quer nas superfícies destinadas à obtenção de alimentos conservados (fenos, silagens ou fenossilagens).

Teor de água no solo

No final de Junho, o teor de água no solo, em relação à capacidade de água utilizável pelas plantas, registou uma diminuição significativa no Litoral Norte e Centro.

Nas restantes regiões, mantêm-se vasta zonas com valores inferiores a 20%, sendo que, em alguns locais, estão muito próximos do ponto de emurchecimento permanente.

Reservas hídricas

Quanto às reservas hídricas no final de Junho, o volume de água armazenado nas albufeiras de Portugal continental encontrava-se nos 68% da capacidade total, inferior ao valor registado no final do mês anterior (71%) e ao valor médio de 75% (1990/91-2017/18).

O armazenamento de água em charcas e açudes particulares, em especial a Sul do Tejo, também é inferior ao normal, levantando preocupações quanto à capacidade futura de disponibilização de água para as culturas de regadio e para abeberamento dos efectivos.

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Aprenda a secar ervas aromáticas: conheça as dicas! http://agriculturaemar.com/aprenda-a-secar-ervas-aromaticas-conheca-as-dicas/ http://agriculturaemar.com/aprenda-a-secar-ervas-aromaticas-conheca-as-dicas/#respond Mon, 08 Jul 2019 16:01:56 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=42154 Artigo de opinião de Rosa Moreira, Eng.ª Agrónoma, promotora do site A Cientista Agrícola As ervas aromáticas  constituem hoje, um dos principais ingredientes de uma cozinha e imprescindíveis em qualquer cozinha  pois ajudam a temperar os seus pratos de uma forma mais saudável e natural. Dicas sobre agricultura: Quando devo colher as minhas ervas aromáticas? …

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Artigo de opinião de Rosa Moreira, Eng.ª Agrónoma, promotora do site A Cientista Agrícola

As ervas aromáticas  constituem hoje, um dos principais ingredientes de uma cozinha e imprescindíveis em qualquer cozinha  pois ajudam a temperar os seus pratos de uma forma mais saudável e natural.

Quando colher as suas ervas aromáticas?

O momento em que deve efectuar a colheita das suas ervas aromáticas  gera muitas vezes dúvidas ao seu produtor. Colher estas ervas(entre a Primavera e o Outono) quando estas estão ainda frescas e com bom odor é assim uma prioridade para quem as produz.

Todas as plantas medicinais e aromáticas atingem o grau máximo de maturação num ponto específico durante o ano.

Neste momento anteriormente referido, o seu aroma é particularmente forte. Um sabor apimentado significa que estas ervas reuniram grandes quantidades de conteúdos valiosos nas suas folhas,raízes, ou grãos de sementes, sendo o seu aroma particularmente forte. Se for seu objectivo aproveitar estas substâncias medicinais e aromáticas para a sua cozinha e/ou para a sua farmácia caseira então deve intervir atempadamente para que não se percam propriedades fundamentais destas ervas. Em muitos dos casos o momento ideal da colheita dá-se pouco tempo antes ou durante a fase de floração.

Algumas dicas importantes a ter em consideração na colheita

  1. A melhor hora do dia  em que deve  colher as suas ervas é em  dias de sol após o orvalho da manhã ter secado totalmente ( sempre antecedente a altura em que o solo vai incidir directamente nas suas plantas e evaporar os seus óleos e propriedades).
  2. O fim do período da manhã pode ser um bom momento para efectuar a sua colheita, uma vez que vão conseguir manter  o sabor  e propriedades por mais tempo.
  3. Colha as suas aromáticas antes de ocorrer a floração ( se assim o fizer, garantirá  melhor sabor uma vez que tem uma maior concentração de óleos e propriedades neste momento).
  4. Caso queira fazer mais do que 1 colheita, opte por colher em pouca quantidade na primeira colheita. Tal facto vai garantir que as plantas aromáticas criem desenvolvam mais folhas, sendo por isso mais produtiva a sua colheita.
  5. Caso pretenda também aproveitar as sementes das ervas aromáticas para plantar ou cozinhar novamente, espere até que as flores tenham morrido. Deve estar atento aos procedimentos que são necessário na colheita das sementes, antes que o vento faça o trabalho por si.

 

Como secar ervas aromáticas: conselhos úteis

  • Divisões da sua casa onde pode fazer a secagem: caves, dispensas ou o sótão.
  • As ervas aromáticas secas são mais concentradas e de sabor mais intenso,pelo que ao utilizá-las use-as em menor quantidade do que quando comparadas com as ervas aromáticas frescas.
  • Electrodomésticos que podem usar para a secagem:  forno,  microondas ou desidratador.

(este método de secagem usando os electrodomésticos acima indicados afecta os óleos essenciais, resultando num produto de qualidade inferior. No entanto,e visto que secar ao natural é um processo muito mais complicado devido aos condicionantes climáticas,esta pode ser a melhor opção).

  • Embrulhe as ervas aromáticas em papel manteiga para as proteger, devendo regular a temperatura até a um máximo de 100º C. Vá vigiando o estado das ervas aromáticas e quando lhe parecer que estas estão  quebradiças, deve retirá-las da fonte de calor que escolheu.

Nota: Caso opte pelo microondas para secar as suas ervas aromáticas, deve enrolá-las em toalhas de papel e colocar junto a um copo de água para proteger o forno. Observe a consistência destas plantas frequentemente para garantir que não “passam do ponto”.

O processo de secagem: saiba como fazer

No momento de colheita das suas ervas aromáticas para secagem, escolha um dia seco e as plantas em que ainda não ocorreu floração.

Para secar as suas ervas aromáticas, deve fazer o seguinte:

  1. Proceda à colheita e corte as ervas aromáticas em pedaços;
  2. Transfira-as para um  tabuleiro (forre-as com papel manteiga caso sequem no forno e com papel de cozinha caso seja ao “ar livre”), tendo em atenção que  não as deve colocar amontoadas para garantir que estas sequem da melhor forma;
  3. Caso opte por secá-las sem recorrer a fontes de calor artificiais, coloque-as num local seco e sem luz, por exemplo na sua despensa.
  4. Aproximadamente após 1 semana, as ervas aromáticas estão secas e pode assim guardá-las em embrulhos de papel indicando o nome da aromática e a data em que foi feito o processo.

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UE renova a aprovação da substância activa tolclofos-metilo usada em fungicidas http://agriculturaemar.com/ue-renova-a-aprovacao-da-substancia-activa-tolclofos-metilo-usada-em-fungicidas/ http://agriculturaemar.com/ue-renova-a-aprovacao-da-substancia-activa-tolclofos-metilo-usada-em-fungicidas/#respond Wed, 03 Jul 2019 09:01:18 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=42028 A Comissão Europeia renovou a aprovação da substância activa tolclofos-metilo, utilizada em fungicidas, mas apenas para as culturas da batata e flores ornamentais. Os fitofármacos com tolclofos-metilo são indicados para o combate ao fungo Rhizoctonia, que ataca também as culturas de amendoim, arroz, cenoura, feijão, soja, entre outras. Explica o Regulamento de Execução 2019/1101 da …

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A Comissão Europeia renovou a aprovação da substância activa tolclofos-metilo, utilizada em fungicidas, mas apenas para as culturas da batata e flores ornamentais. Os fitofármacos com tolclofos-metilo são indicados para o combate ao fungo Rhizoctonia, que ataca também as culturas de amendoim, arroz, cenoura, feijão, soja, entre outras.

Explica o Regulamento de Execução 2019/1101 da Comissão, de 27 de Junho de 2019, que a aprovação da substância activa tolclofos-metilo expira em 30 de Abril de 2020. Por isso, foi apresentado um pedido de renovação da aprovação do tolclofos-metilo.

Autorização apenas em plantas ornamentais e batatas

Mas, a Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos diz que é necessário, contudo, estabelecer certas condições e restrições.

É, em especial, adequado restringir a utilização dos produtos fitofarmacêuticos que contêm tolclofos-metilo, a fim de minimizar a exposição dos consumidores a certos metabolitos e reduzir a exposição de organismos aquáticos e de mamíferos selvagens a esta substância, autorizando a sua utilização apenas em plantas ornamentais e em batatas.

Acrescenta o Regulamento de Execução que a avaliação do risco para a renovação da aprovação do tolclofos-metilo baseia-se num número limitado de utilizações representativas que, no entanto, não restringem as utilizações para as quais os produtos fitofarmacêuticos que contêm tolclofos-metilo podem ser autorizados. “Por conseguinte, é adequado retirar a restrição de utilização exclusivamente como fungicida”.

Pode ler o Regulamento completo aqui.

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Produção experimental de chá branco nos Açores desperta interesse internacional http://agriculturaemar.com/producao-experimental-de-cha-branco-nos-acores-desperta-interesse-internacional/ http://agriculturaemar.com/producao-experimental-de-cha-branco-nos-acores-desperta-interesse-internacional/#respond Tue, 02 Jul 2019 10:33:03 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=42019 O secretário Regional da Agricultura e Florestas revelou que a produção experimental de chá branco levada a cabo pelo Serviço de Desenvolvimento Agrário de São Miguel (SDASM) está a despertar um crescente interesse internacional, destacando a recente visita de quatro professoras da Universidade de Hunan, na China, que trabalham no sector do chá, para conhecer …

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O secretário Regional da Agricultura e Florestas revelou que a produção experimental de chá branco levada a cabo pelo Serviço de Desenvolvimento Agrário de São Miguel (SDASM) está a despertar um crescente interesse internacional, destacando a recente visita de quatro professoras da Universidade de Hunan, na China, que trabalham no sector do chá, para conhecer as produções locais.

“A valorização desse produto experimental e a sua colocação no mercado vem evidenciar o potencial de uma cultura tradicional que tem muito espaço para crescer, através de caminhos inovadores”, afirmou João Ponte, acrescentando que o chá é uma cultura tradicional que, além da vertente económica, desperta também interesse agrícola, paisagístico e turístico.

Actualmente, os Açores são o único lugar na Europa onde é possível encontrar plantações de chá para fins industriais, tendo duas fábricas em laboração, Porto Formoso e Gorreana.

João Ponte destacou que, pela primeira vez este ano e fruto de muita experimentação, foram vendidos, através de um concurso público, 60 quilos de chá branco produzido pelo SDASM, que foram adquiridos por empresas locais e continentais.

Aposta na melhoria do conhecimento

Num contexto de aposta na melhoria do conhecimento, a Secretaria Regional da Agricultura e Florestas possibilitou este ano a visita à China de uma técnica superior, Clara Estrela Rego, que trabalha no sector do chá.

A deslocação, integrada na visita de estudo ‘Tea Tour’, organizada pela recém-formada Associação Europeia de Produtores de Chá, teve como objectivo visitar diversas zonas de plantação e fabrico de diferentes tipos de chás.

Em resultado dessa viagem e dos contactos estabelecidos, uma comitiva de quatro docentes universitárias da China deslocou-se recentemente a São Miguel para conhecer a realidade local nesta área de actividade, o que poderá vir a dar lugar ao estabelecimento de uma parceria técnico-científica entre a China e os Açores, a fim de estudar e potenciar o chá açoriano.

“A Secretaria Regional da Agricultura e Florestas, através do SDASM, tem estado desde sempre disponível para colaborar na procura de melhores soluções para a evolução de um sector com tanto potencial, seja ajudando os produtores já instalados, seja com futuros produtores”, referiu João Ponte, destacando que o chá é uma bebida apreciada em todo o mundo, com reconhecidas propriedades desintoxicantes e que faz bem à saúde.

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A minha orquídea está a morrer: o que é que devo fazer? http://agriculturaemar.com/a-minha-orquidea-esta-a-morrer-o-que-e-que-devo-fazer/ http://agriculturaemar.com/a-minha-orquidea-esta-a-morrer-o-que-e-que-devo-fazer/#respond Mon, 24 Jun 2019 06:48:58 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=41840 Artigo de opinião de Rosa Moreira, Eng.ª Agrónoma, promotora do site A Cientista Agrícola Como recuperar uma orquídea: dicas para saber o que fazer em situação SOS Orquídeas: ensinamentos que deve ter em conta As orquídeas assim como todas as outras plantas com flor possuem um ciclo de vida que se reinicia várias vezes explicado …

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Artigo de opinião de Rosa Moreira, Eng.ª Agrónoma, promotora do site A Cientista Agrícola

Como recuperar uma orquídea: dicas para saber o que fazer em situação SOS

Orquídeas: ensinamentos que deve ter em conta

As orquídeas assim como todas as outras plantas com flor possuem um ciclo de vida que se reinicia várias vezes explicado pelo facto de estas plantas florescerem periodicamente.

Durante este ciclo, são vários os factores que podem interferir no crescimento e desenvolvimento das plantas originando até em casos extremos a sua morte.

No que diz respeito às orquídeas, e caso possua estas plantas em casa, deve prestar-lhes uma atenção redobrada uma vez que são plantas bastante sensíveis e que por essa razão exigem cuidados bastante específicos.

recuperar orquídea

A morte de uma orquídea pode dever-se a vários factores tais como: problemas com fungos, substrato inadequado, escassez ou excesso de água, entre outros.

Descubra quais os sinais a que deve estar atento na sua orquídea

1) Raízes com um tom amarelado, alaranjado ou até escuro;
2) Folhas com manchas ou com cor muito diferente do habitual;
3) Folhas “moles”, com uma aparência distinta do que é normal;
4) Outros factores;

As próximas etapas de recuperação de tipo de plantas vão estar dependentes de qual é o problema em específico do qual a sua orquídea padece, e por essa razão existem sempre algumas dicas muito úteis que deve ter em consideração neste processo.

Cuidados a ter para recuperar uma orquídea

1. Tenha cuidado com a exposição directa à luz solar

A exposição directa à luz solar pode causar queimaduras nas folhas da maioria das orquídeas. Por essa razão, recomenda-se que estes tipos de plantas estejam expostos em sítios iluminados, mas que grande parte do tempo usufrua de condições de sombra. Tendo isso em consideração, as varandas de casas ou apartamentos podem ser bons locais, mas deve garantir que estas recebam luz solar pelo menos da parte de manhã.

Esteja atento(a) a estes sinais:
• folhas amareladas indicam excesso de luz;
• folhas estreitas, longas e de cor verde bem escura indicam iluminação deficitária;

recuperar orquídea
2. Troque de vaso

Mudar a sua orquídea para um vaso novo pode ser uma grande ajuda.

O que deve ter mais em atenção é que o novo vaso deve ser ligeiramente maior que o anterior, mas não demasiadamente maior.

Escolha um novo vaso com no máximo mais 3 centímetros a mais na sua largura, o que pode ser suficiente para fazer com que as raízes das suas orquídeas cresçam mais fortes e saudáveis.

3. Evite regar as suas orquídeas no momento mais quente do dia

A melhor altura para regar as suas orquídeas (evite regas abundantes e muito frequentes) é logo no início da manhã, quando as temperaturas ainda são mais baixas.

4. Escolha um substrato apropriado para orquídeas
recuperar orquídea

Este passo é fundamental, uma vez que o substrato é a base onde as raízes se vão fixar e desenvolver-se.
Um bom substrato para orquídeas é o SIRO Orquídeas Epífitas.

Este substrato é adequado para o envasamento e transplante de orquídeas epífitas (que são aquelas que em ambiente natural crescem agarradas aos troncos e ramos das árvores como é o caso da famosa Phalaenopsis, entre outras). Tem uma textura bastante leve e porosa que facilita a drenagem e arejamento necessários para a preservação de uma humidade de longa duração.

Para além disso, este substrato é enriquecido com uma adubação específica de libertação controlada e lenta, que assegura uma boa nutrição por vários meses. Este também é um factor essencial uma vez que a adubação deve ser controlado e monitorizado para menores resultados possíveis.

5. “Limpe” as suas orquídeas sempre que necessário

As orquídeas precisam de estar sempre limpas e cuidadas. Para tal, é importante que as folhas mais escuras, queimadas e doentes devem ser eliminadas. Este procedimento evitará a contaminação por fungos.

6. Ajuste as regas das orquídeas à época do ano

No Inverno, como a evaporação é menor, a quantidade de regas deve ser menos frequente.

Pelo contrário, no verão, deve regar mais frequentemente verificando previamente se a terra está seca, através do teste do dedo.

orquídea
Gostou destas dicas? Com estas dicas as suas orquídeas voltarão mais rapidamente ao normal e tornarem-se mais bonitas do que nunca!

Qualquer dúvida que tenha no que diz respeito aos substratos para orquídeas, entre em contacto com a SIRO que lhe aconselhará da melhor forma.

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