Agricultura – AGRICULTURA E MAR ACTUAL http://agriculturaemar.com Portal do mundo rural e da economia do mar Thu, 23 Jan 2020 20:03:38 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.3.2 Vendas de Vinho Madeira caem 2,9% em 2019 http://agriculturaemar.com/vendas-de-vinho-madeira-caem-29-em-2019/ http://agriculturaemar.com/vendas-de-vinho-madeira-caem-29-em-2019/#respond Thu, 23 Jan 2020 17:15:42 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=47226 A Direcção Regional de Estatística da Madeira informa que, segundo os dados fornecidos pelo IVBAM – Instituto do Vinho, do Bordado e do Artesanato da Madeira, em 2019, a comercialização de vinho generoso “Madeira” rondou os 3,2 milhões de litros, gerando 18,7 milhões de euros de receitas de primeira venda. Face a 2018, observaram-se decréscimos …

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A Direcção Regional de Estatística da Madeira informa que, segundo os dados fornecidos pelo IVBAM – Instituto do Vinho, do Bordado e do Artesanato da Madeira, em 2019, a comercialização de vinho generoso “Madeira” rondou os 3,2 milhões de litros, gerando 18,7 milhões de euros de receitas de primeira venda. Face a 2018, observaram-se decréscimos de 6,0% e 2,9% na quantidade e em valor, respectivamente.

Em 2019, o mercado nacional apresentou uma evolução negativa nas quantidade de -1,0%, mas em valor verificou-se um aumento de +1,5%, impulsionado pelas vendas feitas para o continente (+41,8%, em quantidade) que ultrapassaram 1,0 milhões de euros, +38,6% que no ano precedente, enquanto as efectuadas na Região, apresentaram decréscimos de 7,5% e de 5,6% em quantidade e valor, respectivamente.

Mercado extra-comunitário

Por sua vez, o mercado extra-comunitário registou uma redução nas quantidades vendidas (-2,0%); quanto ao valor, registou-se um aumento (+1,7%). No que diz respeito ao mercado comunitário, tanto as quantidades vendidas como as receitas de primeira venda recuaram (-9,1% e -8,7% respectivamente).

Desagregando por país, no mercado comunitário a França continua a ser o principal mercado, apesar de se observarem quebras de 16,8% nas quantidades e de 22,1% no valor. Em contraponto, há a assinalar os aumentos verificados no mercado alemão, que registou crescimentos tanto nas quantidades (+24,1%) como em valor (+22,0%), bem como no mercado inglês com aumentos no volume vendido (+18,2%) e na receita gerada (+11,4%).

No mercado extra-comunitário, destaque para o comportamento das quantidades vendidas para a China, com um crescimento de 25,2%, embora em valor tenha registado uma quebra de 12,8%. Os Estados Unidos, principal mercado extra-UE de vinho “Madeira”, reduziu as importações deste produto, em volume (-3,1%), mas aumentou em valor (+17,8%). Contrariamente, as exportações para Canadá, Suíça e Japão evidenciaram variações negativas face a 2018, em quantidade e valor.

Do total comercializado, 74,3% correspondeu a vinho engarrafado, vendido em média a 7,02 euros/litro (6,68 euros/litro em 2018). O restante vinho foi vendido a granel a um preço médio de 2,67 euros/litro (mais 0,04 euros/litro que em 2018).

No que respeita ao 4.º trimestre de 2019, a comercialização de vinho generoso “Madeira” registou uma variação homóloga nula nas quantidades e de +11,3% no valor.

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Ministério da Agricultura assinala Ano Internacional da Sanidade Vegetal http://agriculturaemar.com/ministerio-da-agricultura-assinala-ano-internacional-da-sanidade-vegetal/ http://agriculturaemar.com/ministerio-da-agricultura-assinala-ano-internacional-da-sanidade-vegetal/#respond Thu, 23 Jan 2020 17:00:44 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=47228 Em 2020 celebra-se o Ano Internacional da Sanidade Vegetal. Neste contexto e em parceria com a Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária, o Ministério da Agricultura irá assinalar este ano com diversas iniciativas, visando sempre sensibilizar a população de que, “tal como sucede com a saúde humana ou animal, a prevenção também é melhor remédio na …

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Em 2020 celebra-se o Ano Internacional da Sanidade Vegetal. Neste contexto e em parceria com a Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária, o Ministério da Agricultura irá assinalar este ano com diversas iniciativas, visando sempre sensibilizar a população de que, “tal como sucede com a saúde humana ou animal, a prevenção também é melhor remédio na protecção das plantas”, clarifica a ministra da Agricultura, Maria do Céu Albuquerque, realçando que “as emergências fitossanitárias têm efeitos devastadores na agricultura, na floresta e também nos ecossistemas naturais. Apostar na prevenção é, portanto, determinante”.

Com esta proclamação, em Dezembro de 2018, pela Assembleia Geral das Nações Unidas, pretendeu-se contribuir para a consciencialização global sobre o fundamental contributo da sanidade vegetal para erradicar a fome, reduzir a pobreza, proteger o ambiente e impulsionar o desenvolvimento socioeconómico. A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) estima que até 40% das culturas alimentares sejam perdidas anualmente devido a pragas e doenças das plantas.

Protecção das plantas

Sendo um tema que marca a actualidade e representando uma prioridade que supera fronteiras, são desenvolvidas, a nível internacional, normas técnicas que visam a protecção das plantas, garantindo segurança no comércio global de vegetais e produtos vegetais e prevenindo a dispersão de pragas e doenças para novos territórios.

Neste domínio, Portugal esteve na génese do primeiro acordo internacional, assinado em 1881, visando, na época, estabelecer normas para se evitar a dispersão da filoxera, que dizimava as vinhas nacionais e europeias. Também a nível da União Europeia, está estabelecido um extenso acervo legislativo que incide sobre a prevenção, controlo e erradicação de pragas e doenças das plantas.

Maria do Céu Albuquerque envia carta à Comissária da Saúde

Foi neste contexto, e tendo também em conta os objectivos estabelecidos através do Pacto Ecológico Europeu e da estratégia “Farm to Fork”, que a ministra da Agricultura, Maria do Céu Albuquerque, dirigiu uma carta à Comissária da Saúde, Stella Kyriakides, realçando “a delicada situação dos territórios do Sul da União, com grande diversidade de culturas e de espécies florestais e muito expostos à entrada, estabelecimento e dispersão de pragas e doenças nas plantas”, bem como “a importância da sanidade vegetal e da disponibilidade de meios de luta eficazes, amigos do ambiente e seguros para o consumidor, enquanto elementos centrais numa política comum em defesa da agricultura, flores e dos espaços naturais da União Europeia”.

“Num mercado com cada vez menos fronteiras, são muitas as oportunidades, mas também grandes os desafios que se colocam aos nossos agricultores e, consequentemente, a esta área governativa. É essencial é dispor de formas cada vez mais eficazes de protecção fitossanitária, que não comprometam os objectivos que devemos prosseguir na salvaguarda do Ambiente e da saúde do ser humano e dos animais”, sublinha a titular da pasta da Agricultura do XXII Governo que, através deste Ministério e no âmbito do Ano Internacional da Sanidade Vegetal, propõe-se a desenvolver diversas iniciativas.

Iniciativas

Entre as iniciativas que Maria do Céu Albuquerque se propõe está a implementação um conjunto de novas normas legais, tendo em vista uma maior protecção das culturas, das florestas e dos ambientes naturais, com uma forte aposta na prevenção, na implementação de procedimentos que permitam actuar de forma mais eficaz no combate às pragas e doenças das plantas e no aumento da sensibilização e informação sobre estas matérias.

Por outro lado, a ministra pretende defender, junto da Comissão Europeia, atendendo também aos grandes objectivos do Pacto Ecológico Europeu – o qual inclui um pacote de medidas para uma transição ecológica sustentável e de crescimento da União -, a criação de uma regulamentação harmonizada aplicável à avaliação e colocação no mercado de macro organismos destinados a actuar como agentes de luta biológica na protecção das culturas, reduzindo os possíveis riscos associados à introdução de espécies vivas no ambiente, potenciando o crescimento sustentável desta forma de protecção fitossanitária e fomentando a investigação, inovação e investimento neste domínio.

Controlo e certificação de sementes

Maria do Céu Albuquerque vai ainda preparar a revisão de um conjunto de diplomas legais, que incidem sobre a produção, controlo e certificação de sementes de plantas de fruteiras, de jovens plantas hortícolas, de plantas vitícolas, de batata de semente, de plantas e de outros materiais de propagação ornamentais, visando um maior garante da qualidade fitossanitária destes materiais.

“Parte essencial das nossas paisagens e do nosso património natural, as plantas produzem oxigénio, capturam o carbono, fornecem alimentos e bem-estar ao ser humano e aos animais, estando presentes no dia a dia de todas e todos nós. Por tudo isto, a sua protecção é uma das mais nobres missões do Ministério da Agricultura. Com as iniciativas que pretendemos levar a cabo ao longo de todo o ano de 2020, ambicionamos que esta passe a ser uma missão de todas e de todos”, conclui Maria do Céu Albuquerque.

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CAP reúne-se com estruturas regionais para avaliar prejuízos das cheias. Primeira paragem na região do Mondego http://agriculturaemar.com/cap-reune-se-com-estruturas-regionais-para-avaliar-prejuizos-das-cheias-primeira-paragem-na-regiao-do-mondego/ http://agriculturaemar.com/cap-reune-se-com-estruturas-regionais-para-avaliar-prejuizos-das-cheias-primeira-paragem-na-regiao-do-mondego/#respond Thu, 23 Jan 2020 16:20:44 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=47214 A direcção da CAP – Confederação dos Agricultores de Portugal inicia esta sexta-feira, dia 24 de Janeiro, mais um périplo pelo País para dialogar com as suas estruturas regionais, partilhar as linhas-mestras da sua actuação e auscultar os anseios e expectativas daqueles organismos descentralizados. Este ciclo de Conselhos Consultivos Regionais, que acontece no início de …

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A direcção da CAP – Confederação dos Agricultores de Portugal inicia esta sexta-feira, dia 24 de Janeiro, mais um périplo pelo País para dialogar com as suas estruturas regionais, partilhar as linhas-mestras da sua actuação e auscultar os anseios e expectativas daqueles organismos descentralizados.

Este ciclo de Conselhos Consultivos Regionais, que acontece no início de cada ano, arranca simbolicamente em Montemor-o-Velho, região fortemente afectada pelas cheias do Rio Mondego, em Dezembro passado.

As consequências do alagamento das terras agrícolas, que paralisou grande parte do sector agrícola na região Centro e infligiu pesados danos aos produtores, serão um dos temas em análise na reunião desta sexta-feira, que contará com a presença do presidente da CAP, Eduardo Oliveira e Sousa, e do secretário-geral, Luís Mira. O encontro incluirá ainda uma visita ao Regadio do Mondego.

Agenda

Depois deste Conselho com as Organizações do Centro, seguem-se reuniões, ainda este mês, com os dirigentes associativos das regiões de Trás-os-Montes (dia 30) e Douro/Minho (dia 31). Os Concelhos Consultivos Regionais relativos ao Ribatejo, Oeste, Alto Alentejo e Baixo Alentejo prosseguirão em Fevereiro.

Em cima da mesa, estarão temas de âmbito regional, mas também questões nacionais transversais, incluindo o ponto de situação da execução do PDR 2020.

Estes Conselhos permitirão ainda à estrutura nacional da CAP transmitir informações sobre a reforma da Política Agrícola Comum (PAC) 2020, cujas negociações decorrem em Bruxelas, onde a Confederação tem uma Delegação Permanente a acompanhar os trabalhos. O Orçamento do Estado para este ano, com votação final global agendada para o próximo dia 6 de Fevereiro, também estará em análise, nomeadamente as medidas que dizem respeito ao sector agrícola e florestal.

Medir o pulso ao sector agrícola e florestal

Eduardo Oliveira e Sousa, Presidente da CAP, afirma que “estes Conselhos Consultivos Regionais, para além de servirem de ponto de contacto e de aproximação entre estruturas, são muito importantes para medirmos o pulso ao sector agrícola e florestal, para aprofundarmos no terreno o conhecimento sobre as reais preocupações e dificuldades dos produtores e empresários – que, na maioria das vezes, desenvolvem a sua actividade em territórios distantes dos centros de decisão. É uma oportunidade para definirmos metas de trabalho e percebermos quais são os desafios que se perfilam para o futuro”.

O presidente da CAP acrescenta ainda que “Portugal está a um ano de assumir a Presidência da União Europeia. Dentro de pouco tempo, o Governo definirá quais serão as linhas condutoras do seu mandato. Consideramos que a agricultura e os agricultores, pelo papel que desempenham na coesão territorial, no ordenamento do território e desenvolvimento regional, na preservação dos ecossistemas e no combate às alterações climáticos – eixos fundamentais da política europeia –, devem ser tidos em conta na estratégia definida. Por isso, estes Conselhos Consultivos Regionais servirão também para consolidarmos aquele que é o sentir do mundo rural, das suas necessidades e expectativas face ao contexto que vivemos e ao ano que agora começa, e transmiti-lo oportunamente ao Governo e às demais instituições”.

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Cotações – Bovinos – Informação Semanal – 13 a 19 Janeiro 2020 http://agriculturaemar.com/cotacoes-bovinos-informacao-semanal-13-a-19-janeiro-2020/ http://agriculturaemar.com/cotacoes-bovinos-informacao-semanal-13-a-19-janeiro-2020/#respond Thu, 23 Jan 2020 13:00:26 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=47184 Análise SIMA – Sistema de Informação de Mercados Agrícolas As cotações médias nacionais dos novilhos e novilhas de 12 a 24 meses, de raça Turina e cruzado de Charolês, mantiveram-se estáveis em relação à semana anterior. Na região do Entre Douro e Minho a oferta e a procura de bovinos foram médias e equilibradas. Mantém-se …

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Análise SIMA – Sistema de Informação de Mercados Agrícolas

As cotações médias nacionais dos novilhos e novilhas de 12 a 24 meses, de raça Turina e cruzado de Charolês, mantiveram-se estáveis em relação à semana anterior.

Na região do Entre Douro e Minho a oferta e a procura de bovinos foram médias e equilibradas. Mantém-se a entrada de carne oriunda do mercado externo, principalmente de Espanha a preços inferiores e saída de vacas de abate e refugo para Espanha. Estabilidade de cotações nas duas áreas de mercado desta região, Entre Douro e Minho e Ribadouro.

Beira Litoral

Na Beira Litoral a oferta e a procura foram baixas nas três áreas de mercado, Aveiro, Coimbra e Viseu. Verificando-se contudo, na área de mercado de Coimbra a novilha/o de 12 a 24 meses cruzado de Charolês desceu 5 cêntimos/Kg na cotação mais frequente. Nas restantes categorias e áreas de mercado foi verificada estabilidade nas cotações.

Beira Interior

Na Beira Interior a oferta de bovinos foi relativamente abundante na área de mercado de Castelo Branco e Guarda; a procura foi média em ambas as áreas de mercado. As cotações mantiveram-se estáveis em relação à semana anterior.

Ribatejo e Oeste

No Ribatejo e Oeste, na área de mercado do Ribatejo, a oferta de bovinos foi média e a procura relativamente fraca. As cotações mantiveram-se estáveis em todas as categorias de animais e áreas de mercado.

Alentejo

No Alentejo a oferta e a procura de bovinos foi média em todas as áreas de mercado de Beja, Alentejo Norte, Elvas, e Estremoz. Na área de mercado de Évora a oferta foi relativamente alta e a procura média.

Na área de mercado de Beja foi verificada uma subida das cotações nos vitelos de 6 a 8 meses cruzado de Charolês, 20 cêntimos/Kg na cot. máxima e 25 cêntimos/Kg na cotação mais frequente. Na área de mercado de Évora a vitela de 6 a 8 meses cruzado de Charolês subiu 15 cêntimos/Kg na cotação mínima, 20 cêntimos/Kg na cotação máxima e 25 cêntimos/Kg na cotação mais frequente.

O vitelão fêmea de 8 a 12 meses cruzado de Charolês subiu 60 EUR/UNID, na cotação mais frequente. O vitelão macho de 8 a 12 meses cruzado de Charolês desceu 85 EUR/UNID na cotação mínima, subiu 100 EUR/UNID na cotação máxima e 60 EUR/UNID na cotação mais frequente.

O vitelo de 6 a 8 meses cruzado de Charolês subiu 10 cêntimos/Kg na cotação mínima e máxima e desceu 20 cêntimos/Kg na cotação mais frequente.

Nas restantes categorias e áreas de mercado as cotações mantiveram-se estáveis em relação à semana anterior.

A tendência da Bolsa do Bovino foi de manutenção das cotações em todas as categorias.

Todas as cotações aqui.

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Le Vet B.V. recolhe lotes de medicamento veterinário para cães e gatos da linha Clavubactin http://agriculturaemar.com/le-vet-b-v-recolhe-lotes-de-medicamento-veterinario-para-caes-e-gatos-da-linha-clavubactin/ http://agriculturaemar.com/le-vet-b-v-recolhe-lotes-de-medicamento-veterinario-para-caes-e-gatos-da-linha-clavubactin/#respond Thu, 23 Jan 2020 07:36:00 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=47178 A Le Vet B.V. está a proceder a uma recolha de vários lotes dos três medicamentos veterinários,para cães e gatos, da linha Clavubactin, nomeadamente Clavubactin 50/12,5 mg, Clavubactin 250/62,5 mg e Clavubactin 500/125 mg. Esta é uma Recolha de Classe II que será realizada apenas a nível do distribuidor, explica a DGAV — Direcção-Geral de …

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A Le Vet B.V. está a proceder a uma recolha de vários lotes dos três medicamentos veterinários,para cães e gatos, da linha Clavubactin, nomeadamente Clavubactin 50/12,5 mg, Clavubactin 250/62,5 mg e Clavubactin 500/125 mg.

Esta é uma Recolha de Classe II que será realizada apenas a nível do distribuidor, explica a DGAV — Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária.

Prazos de validade

Durante a realização de testes de rotina à estabilidade dos referidos medicamentos veterinários foram encontrados resultados não satisfatórios com os 24 meses de validade pretendidos. Como medida de precaução todos os lotes que tenham sido produzidos há mais de 12 meses deverão ser retirados e recolhidos do mercado.

A DGAV acrescenta que não existem problemas de segurança, mas a eficácia destes MUV não pode ser garantida por mais de 12 meses após a data de fabrico.

Caso tenha alguma dúvida sobre este assunto, por favor, contacte o Dr. Jorge Norte (jnorte@ecuphar.pt)

Os lotes envolvidos são os seguintes:

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João Ponte: Recuperação financeira das cooperativas em São Jorge gera confiança no futuro agrícola http://agriculturaemar.com/joao-ponte-recuperacao-financeira-das-cooperativas-em-sao-jorge-gera-confianca-no-futuro-agricola/ http://agriculturaemar.com/joao-ponte-recuperacao-financeira-das-cooperativas-em-sao-jorge-gera-confianca-no-futuro-agricola/#respond Wed, 22 Jan 2020 20:20:49 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=47172 O secretário Regional da Agricultura e Florestas dos Açores, João Ponte, afirmou hoje, 22 de Janeiro, que a recuperação financeira alcançada pelo sector cooperativo na Ilha de São Jorge nos últimos anos, além de constituir um exemplo de que é sempre possível fazer mais e melhor, e de que o trabalho em parceria é fundamental …

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O secretário Regional da Agricultura e Florestas dos Açores, João Ponte, afirmou hoje, 22 de Janeiro, que a recuperação financeira alcançada pelo sector cooperativo na Ilha de São Jorge nos últimos anos, além de constituir um exemplo de que é sempre possível fazer mais e melhor, e de que o trabalho em parceria é fundamental para ultrapassar dificuldades, é, sobretudo, um marco gerador de confiança para o futuro do sector leiteiro.

“Se recuarmos a 2014, estávamos numa situação complexa, com dívidas aos produtores de leite por parte das cooperativas, resultados de exploração negativos, a produção de leite era de 27,3 milhões de litros, existia desânimo e incerteza em relação ao futuro”, referiu João Ponte, acrescentando que actualmente a realidade é muito diferente para melhor, a todos os níveis.

Produção de leite

O governante, que falava à margem de uma reunião com a direcção da Uniqueijo – União de Cooperativas Agrícolas de Lacticínios de São Jorge, no primeiro dia da visita do Governo a esta ilha, destacou que, na actual legislatura, a média de produção de leite em São Jorge ronda os 30 milhões de litros anuais e registou-se uma recuperação de 11% na valorização do preço do queijo, um aspecto decisivo para a diminuição do passivo do sector cooperativo, sendo que, nos últimos quatro anos, foi possível reduzir em 2,5 milhões de euros.

Por outro lado, João Ponte salientou que, entre 2014 e 2018, registou-se um aumento de quase 34% da quantidade de queijo de São Jorge com Denominação de Origem Protegida (DOP) certificado, fruto da aposta que o sector cooperativo tem vindo a fazer na qualidade e na valorização do produto.

Para o secretário Regional, esta dinâmica positiva tem sido essencial para o desenvolvimento agrícola da Ilha de São Jorge, para a criação de riqueza e de emprego.

Apoio de mais de 1 milhão de euros

O titular da pasta da Agricultura destacou ainda que, nesta legislatura, o Governo Regional já apoiou em mais de um milhão de euros o sector cooperativo jorgense, designadamente a Uniqueijo e a Cooperativa Agrícola de Lacticínios dos Lourais, uma ajuda que é para continuar, dada a importância económica e social do sector cooperativo para a Ilha de São Jorge.

“Tudo o que for feito com o intuito de melhorar o rendimento dos agricultores, reduzir custos de produção e valorizar as nossas produções é seguramente positivo e merece ser apoiado e estimulado”, frisou João Ponte.

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Apoio à realização de queimadas avança em Vila Real, Viseu e Guarda http://agriculturaemar.com/apoio-a-realizacao-de-queimadas-avanca-em-vila-real-viseu-e-guarda/ http://agriculturaemar.com/apoio-a-realizacao-de-queimadas-avanca-em-vila-real-viseu-e-guarda/#respond Wed, 22 Jan 2020 17:00:48 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=47175 A Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais (AGIF) está a apoiar a Realização de Queimadas nos distritos de Vila Real, Viseu e Guarda. O objectivo desta iniciativa é a redução de áreas ardidas de forma desregulada durante o Verão, evitando assim que se transformem em incêndios severos, em áreas onde existe uma forte …

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A Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais (AGIF) está a apoiar a Realização de Queimadas nos distritos de Vila Real, Viseu e Guarda. O objectivo desta iniciativa é a redução de áreas ardidas de forma desregulada durante o Verão, evitando assim que se transformem em incêndios severos, em áreas onde existe uma forte relação entre o uso tradicional do fogo e a actividade de silvopastorícia.

Viseu foi escolhido como distrito piloto para desenvolver o processo de acompanhamento e apoio aos pastores, com início desde Outubro de 2019, direccionado para áreas com necessidade de renovação de pastagens e melhoria dos habitats e onde a população rural tem uma percepção errada do risco e das condições do meio envolvente.

Equipa de projecto com representação distrital, regional e municipal

A equipa de projecto é constituída por entidades parceiras com representação distrital, regional e municipal, como o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), a Direcção Regional de Agricultura, Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV), Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC), a Guarda Nacional Republicana (GNR), as Comunidades Inter-municipais (CIM), as Organizações de Produtores Florestais, Corpos de Bombeiros e autarquias, as quais procederam à definição de territórios prioritários nos diversos concelhos, procurando dar resposta aos problemas que foram identificados pelas comunidades locais.

Em Castro Daire, no distrito de Viseu, já foram realizadas 4 acções para renovação, aproximadamente de 100 ha de pastagens, em áreas identificadas pelos pastores, informa um comunicado da Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais.

Estas acções foram realizadas por equipas dos Bombeiros de Castro Daire, Brigada de Sapadores Florestais da Comunidade Inter-municipal de Viseu e Dão Lafões, com apoio da Associação de Produtores Florestais de Montemuro e Paiva e Força Especial de Protecção Civil (FEPC), Grupo de Intervenção, Protecção e Socorro (GIPS), suporte logístico do Município de Castro Daire.

Montalegre e Vila Pouca de Aguiar

No distrito de Vila Real, nos concelhos de Montalegre e Vila Pouca de Aguiar foram queimados cerca de 15 ha estando identificados pelos pastores cerca de 550 hectares.

Estas acções serão realizadas por equipas operacionais compostas por elementos dos Corpos de Bombeiros, Brigadas e Sapadores Florestais, Força Especial de Protecção Civil (FEPC) e Grupo de Intervenção, Protecção e Socorro (GIPS), com apoio das Associações de Produtores Florestais e Municípios locais.

Com esta iniciativa, a AGIF pretende incentivar processos cooperativos e colaborativos entre as entidades que fazem parte do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais, numa acção focada nas causas dos problemas pela via da conciliação de interesses e operacionalização da prevenção, e garantir a diminuição do risco de incêndio.

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ISAG volta a avaliar impacto económico da Feira do Fumeiro de Montalegre http://agriculturaemar.com/isag-volta-a-avaliar-impacto-economico-da-feira-do-fumeiro-de-montalegre/ http://agriculturaemar.com/isag-volta-a-avaliar-impacto-economico-da-feira-do-fumeiro-de-montalegre/#respond Wed, 22 Jan 2020 15:00:41 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=47149 Qualidade e satisfação, atractividade e retorno económico marcaram a edição de 2019 da Feira do Fumeiro de Montalegre. Assim o comprovam os dados do estudo de avaliação da marca “Fumeiro de Montalegre”, desenvolvido pelo Núcleo de Investigação do ISAG – European Business School (NIDISAG). O impacto económico na região de uma das suas feiras mais …

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Qualidade e satisfação, atractividade e retorno económico marcaram a edição de 2019 da Feira do Fumeiro de Montalegre. Assim o comprovam os dados do estudo de avaliação da marca “Fumeiro de Montalegre”, desenvolvido pelo Núcleo de Investigação do ISAG – European Business School (NIDISAG).

O impacto económico na região de uma das suas feiras mais marcantes ascendeu aos 5,7 milhões de euros em 2019

No ano passado, este estudo permitiu perceber que 82% dos visitantes gastaram em produtos de fumeiro uma média diária de 92,14 euros. Contas feitas, foi gerado, no recinto da feira, um volume de negócios de 3,1 milhões de euros, um valor que foi mais além no impacto global na região (alojamento, deslocações, compras e actividades complementares), avaliado em 5,7 milhões de euros.

Pólo de atracção

O estudo comprovou o verdadeiro pólo de atracção que o evento constitui naquela que é a única região portuguesa classificada como património agrícola mundial, já que 92% dos visitantes afirmaram deslocar-se de propósito para a Feira. De referir que 81,4% dos visitantes chegaram de outros concelhos que não Montalegre e 4,9% do estrangeiro (com França, Espanha e Suíça a destacarem-se).

A importância dada aos produtos da região, cuja diferenciação atrai cada vez mais não só o consumidor individual, mas também os profissionais de restaurantes e hotéis, ficou bem patente nos resultados de 2019. A “qualidade do fumeiro” e a “reputação da feira” foram os mais valorizados entre os motivos para a visita. Quando questionados sobre o local preferencial para adquirir produtos de fumeiro, 29,5% indicaram a compra directa ao produtor e 24% as feiras tradicionais, mostrando clara confiança e interesse nos produtos e vendas locais.

Inquéritos

“Nesta edição, vamos aplicar novamente centenas de inquéritos no recinto da Feira do Fumeiro de Montalegre para avaliar o dinamismo do evento em diferentes vertentes”, explica a Professora Ana Borges, do NIDISAG. “Perceber o perfil do visitante, qual o seu nível de satisfação, o que compra, quanto gasta e de que forma reconhece a marca Fumeiro de Montalegre serão alguns dos aspectos avaliados, permitindo perceber a importância da Feira na economia e turismo da região”, acrescenta.

A edição de 2020 (23 a 26 de Janeiro) será a segunda vez consecutiva em que a instituição de ensino superior politécnico do Porto vai aplicar este estudo, numa parceira com a Associação de Produtores de Fumeiro da Terra Fria Barrosã.

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INE: Pastagens e culturas forrageiras com bom desenvolvimento http://agriculturaemar.com/ine-pastagens-e-culturas-forrageiras-com-bom-desenvolvimento/ http://agriculturaemar.com/ine-pastagens-e-culturas-forrageiras-com-bom-desenvolvimento/#respond Wed, 22 Jan 2020 13:00:40 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=47159 O aumento dos teores de humidade do solo, as temperaturas amenas e a ausência de geadas promoveu o rápido desenvolvimento vegetativo dos prados, pastagens e culturas, refere o Instituto Nacional de Estatística (INE), no seu Boletim Mensal da Agricultura e Pescas – Janeiro de 2020. Nas zonas mais afectadas pela precipitação intensa, observa-se uma natural …

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O aumento dos teores de humidade do solo, as temperaturas amenas e a ausência de geadas promoveu o rápido desenvolvimento vegetativo dos prados, pastagens e culturas, refere o Instituto Nacional de Estatística (INE), no seu Boletim Mensal da Agricultura e Pescas – Janeiro de 2020.

Nas zonas mais afectadas pela precipitação intensa, observa-se uma natural diminuição do vigor, sendo que o alagamento dos solos também dificulta o acesso dos efectivos às áreas de pastoreio.

As necessidades forrageiras das diferentes espécies pecuárias ainda não estão a ser totalmente satisfeitas com o pastoreio, havendo a necessidade de recorrer a fenos, silagens e/ou alimentos concentrados na maioria das explorações, realçam os técnicos do INE.

Dezembro quente e chuvoso

Acrescenta o Boletim Mensal da Agricultura e Pescas – Janeiro de 2020 que o mês de Dezembro caracterizou-se, em termos meteorológicos, como quente e chuvoso.

A temperatura média do ar, 11,0 ºC, foi 1,0 ºC superior à normal (1971-2000), sendo o terceiro registo mais elevado de Dezembro desde 2000.

Quanto à precipitação, o valor médio mensal foi superior à normal em cerca de 27%, tendo-se registado uma distribuição espacial heterogénea: nas regiões Norte e Centro, e em particular devido à passagem das depressões Elsa e Fabien, registaram-se valores muito acima da média; no Sul a precipitação foi inferior à média, sendo que no sotavento algarvio os valores não ultrapassaram os 40% da normal (1971-2000).

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Produção de azeitona para azeite cresce 25% a ultrapassar as 900 mil toneladas http://agriculturaemar.com/producao-de-azeitona-para-azeite-cresce-25-a-ultrapassar-as-900-mil-toneladas/ http://agriculturaemar.com/producao-de-azeitona-para-azeite-cresce-25-a-ultrapassar-as-900-mil-toneladas/#respond Wed, 22 Jan 2020 12:00:18 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=47155 As previsões agrícolas do Instituto Nacional de Estatística (INE), em 31 de Dezembro, apontam para um aumento de 25% na produção de azeitona para azeite, que deverá ultrapassar as 900 mil toneladas, uma das maiores desde que se dispõe de registos sistemáticos. Segundo o Boletim Mensal da Agricultura e Pescas – Janeiro de 2020, do …

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As previsões agrícolas do Instituto Nacional de Estatística (INE), em 31 de Dezembro, apontam para um aumento de 25% na produção de azeitona para azeite, que deverá ultrapassar as 900 mil toneladas, uma das maiores desde que se dispõe de registos sistemáticos.

Segundo o Boletim Mensal da Agricultura e Pescas – Janeiro de 2020, do INE, a colheita da azeitona tem decorrido de forma distinta nas duas principais regiões produtoras.

Trás-os-Montes

Em Trás-os-Montes (cujos olivais produziram, em 2018, 15% do total da azeitona para azeite), a ocorrência de ventos fortes e ataques intensos de mosca da azeitona provocaram a queda de uma parte considerável dos frutos (com poucas probabilidades de serem aproveitados) o que conduzirá previsivelmente a uma diminuição da produção nesta região.

Alentejo

Por oposição, no Alentejo (que, também em 2018, produziu cerca de ¾ do total da azeitona para azeite), a precipitação de Dezembro não condicionou a colheita mecânica da azeitona nos olivais intensivos e super-intensivos, nem afectou o estado sanitário dos frutos (que, na maioria dos olivais, são em quantidade superior à da campanha anterior).

Em termos globais, e considerando ainda o impacto da entrada em produção de novos olivais, as previsões são de aumento da produção de azeitona para azeite (+25%, face a 2018), ultrapassando as 900 mil toneladas e posicionando esta campanha como uma das mais produtivas dos últimos oitenta anos, salientam os técnicos do INE.

Quanto à azeitona de mesa, a produção deverá alcançar as 18 mil toneladas (+35%, face a 2018).

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