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CAL tem certificação legal de contas. Jorge Santos garante “não houve corrupção”

Após as notícias vindas a público alegando que a CAL — Câmara Agrícola Lusófona praticaria irregularidades, aquela organização “ordenou de imediato uma auditoria interna”. As suas contas mereceram o parecer favorável do prestigiado Revisor Oficial de Contas Paulo José Alves Ferreira – responsável, de entre outras auditorias, pela da Federação Portuguesa de Futebol – conforme se refere na Certificação Legal das Contas.

Para o presidente da CAL, Jorge Correia Santos, esta certificação “prova que não houve corrupção” e que a CAL se “rege por padrões profissionais sérios e isentos. Pois temos os melhores profissionais a trabalhar connosco , a começar pela empresa responsável pela nossa contabilidade a Gesbanha e o nosso corpo técnico. Senão não teríamos a Certificação Legal de Contas com parecer favorável e sem reservas”.

“De acordo com as leis e regulamentos aplicáveis”

Diz agora o relatório de gestão que “em nossa opinião, o relatório de gestão foi preparado de acordo com as leis e regulamentos aplicáveis em vigor e a informação nele constante é coerente comas as demonstrações financeiras auditadas, não tendo sido identificadas incoerentes materiais”.

Relembre-se que o presidente da CAL noticiado, na RTP, no programa Sexta às 9, de ter usado e recebido dinheiroda Câmara através de empresas suas.

Em declarações ao agriculturaemar.com, Jorge Correia Santos salienta que “das empresas que prestam serviços à CAL, apenas uma é minha, mas prestou um serviço a pedido do director-geral e porque tínhamos know-how e a preço mais competitivo que os outros orçamentos apresentados à CAL”.

Ataque pessoal

Para aquele responsável, tratou de uma “tentativa de destruir-me a mim e à CAL por alguém sem escrúpulos”. E acrescenta que “os resultados desta auditoria provam até que a montanha pariu um rato”.

Jorge Correia Santos refere que aquelas notícias “prejudicaram muito, logo a nossa imagem de credibilidade e o excelente trabalho iniciado de apoio às empresas agro-alimentares que levamos todos anos aos países da CPLP”.

“O que está em causa é todo o nosso trabalho com entidades com quem temos protocolos desde logo a banca e outras como o AICEP e o Compete pois não podemos esquecer que parte da nossa actividade é apoiada pelo Portugal 2020”, frisa o presidente da CAL.

Crime?

Questionado pelo processo crime que está no Ministério Público, segundo as notícias vindas a lume, Jorge Correia Santos diz: “tem que perguntar ao MP. Mas, desde já adianto que não existe nenhum crime pois se houvesse, nada se processaria desta forma”.

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