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Bluegrowth junta inovação e gastronomia em campanha de valorização de pescado de aquacultura

Cinco novas criações gastronómicas, assinadas pelo Chef António Alexandre, estiveram na passada semana numa demonstração no segundo painel de prova dedicado à valorização do pescado de aquacultura. A estrela desta edição foi a dourada de aquacultura, produzida pela Marismar, no mar da Ilha da Madeira. Uma organização da Bluegrowth.

O evento decorreu no Clara Jardim Restaurante, em Lisboa, onde os presentes puderam degustar cinco pratos inéditos assentes em avançadas técnicas de processamento de pescado.

A degustação, com o objectivo de promover a qualidade do pescado de aquacultura, contou com a explicação detalhada do Chef, relativamente às técnicas de processamento aplicadas em cada um deles, e com uma avaliação final, na qual cada um dos comensais pôde, em quatro parâmetros (aroma, harmonia de sabores, apresentação e factor surpresa), registar a sua opinião.

Valorização de produtos de aquacultura

Esta iniciativa enquadra um conjunto de campanhas de valorização de produtos de aquacultura promovidas pela consultora tecnológica portuguesa para a economia azul – Bluegrowth. Nesta edição, a Bluegrowth e a Marismar – participada do Grupo Jerónimo Martins – procuraram demonstrar o potencial do produto de aquacultura, utilizando técnicas de processamento alimentar assentes em inovações tecnológicas que permitem dar largas à criatividade, alcançando elevados padrões de qualidade e segurança alimentar.

A primeira fase, começou pela escolha da matéria-prima. O principal critério da Bluegrowth para a escolha de um produtor assenta base científica e tecnológica do processo de produção e controlo ambiental seguido pelos produtores. A qualidade da água da Ilha da Madeira e a capacidade da Bluegrowth poder rastrear todo o processo produtivo, incluindo aspecto de qualidade ambiental, foram as razões que levaram à escolha da matéria-prima desta proveniência.

Este peixe, muito apreciado pelos portugueses, é produzido de forma sustentável e respeitando as preocupações do consumidor final que procura, cada vez mais, alimentar-se de uma forma saudável.

A segunda, assentou na preocupação de construir pratos que contemplassem a utilização total da matéria-prima, corroborada pelas palavras do Chef António Alexandre ao referir que “os cinco pratos elaborados permitiram fazer uso total quer da carne quer da pele da dourada. Todo o processo assenta no aproveitamento integral, não havendo lugar para o desperdício”.

A terceira fase, integrou o conhecimento, a técnica e a criatividade do Chef, consubstanciando-se nos cinco pratos apresentados e degustados.

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