Agricultura e Mar Actual – AGRICULTURA E MAR ACTUAL http://agriculturaemar.com Portal do mundo rural e da economia do mar Thu, 23 Jan 2020 20:03:38 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.3.2 Açores têm 4,2 M€ para projectos de promoção, qualificação e monitorização do turismo http://agriculturaemar.com/acores-tem-42-me-para-projectos-de-promocao-qualificacao-e-monitorizacao-do-turismo/ http://agriculturaemar.com/acores-tem-42-me-para-projectos-de-promocao-qualificacao-e-monitorizacao-do-turismo/#respond Thu, 23 Jan 2020 19:00:00 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=47220 A secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo adiantou hoje, 23 de Janeiro, que o Governo dos Açores vai disponibilizar 4,2 milhões de euros para projectos de interesse público nos domínios da promoção turística, da qualificação dos recursos humanos, da criação de uma oferta estruturada de animação turística e de suporte de estudos, monitorização e …

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A secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo adiantou hoje, 23 de Janeiro, que o Governo dos Açores vai disponibilizar 4,2 milhões de euros para projectos de interesse público nos domínios da promoção turística, da qualificação dos recursos humanos, da criação de uma oferta estruturada de animação turística e de suporte de estudos, monitorização e acompanhamento da actividade turística no arquipélago.

“Este é o maior valor desta legislatura”, frisou Marta Guerreiro, sublinhando a importância crescente do sector do turismo na Região.

“O Governo dos Açores está, naturalmente, ao lado de todos aqueles que promovem o Destino Açores e, com esse objectivo, disponibiliza esta verba para o apoio de projectos que se enquadrem na estratégia definida para o sector”, acrescentou.

Dormidas a crescerem 17%

A governante, que falava no âmbito da visita estatutária a São Jorge, destacou que esta ilha apresenta “um dos melhores crescimentos no número de dormidas”, sendo mesmo o segundo maior no que diz respeito às dormidas entre Janeiro e Novembro de 2019, de 17%.

“Estes dados positivos são, de facto, um excelente indicador do interesse turístico que São Jorge tem suscitado”, frisou.

Marta Guerreiro assinalou ainda o crescimento de dormidas no Turismo em Espaço Rural, de 138%, e no Alojamento Local, de 28%.

Na hotelaria tradicional, apesar de um ritmo de crescimento de 4%, destaque para um incremento de receitas em 9% e para uma “importante melhoria da rentabilidade para as respectivas unidades da ilha”.

Cabanas da Viscondessa

A titular da pasta do Turismo visitou hoje o empreendimento ‘Cabanas da Viscondessa’, que se encontra em fase final de construção, considerando que será “mais um contributo para a qualificação da oferta em São Jorge”.

Trata-se de apartamentos turísticos situados na freguesia da Urzelina, de três estrelas, com seis unidades de alojamento, correspondentes a 18 camas, agrupadas em três edifícios, para além de um volume autónomo onde se instalam os espaços comuns e de apoio.

A Quinta da Bacelada, onde o empreendimento se situa, é uma extensa propriedade com mais de sete hectares, onde, durante os séculos XVII e XVIII, se cultivou a vinha dos Casteletes e, nos séculos XVIII e XIX, se produziu laranja que era exportada para Inglaterra, tendo integrado o morgadio da família Teixeira Soares de Sousa e herdada em 1885 pela Viscondessa de São Mateus.

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Vasco Cordeiro: Porto do Topo tem condições para servir pescas e turismo em São Jorge http://agriculturaemar.com/vasco-cordeiro-porto-do-topo-tem-condicoes-para-servir-pescas-e-turismo-em-sao-jorge/ http://agriculturaemar.com/vasco-cordeiro-porto-do-topo-tem-condicoes-para-servir-pescas-e-turismo-em-sao-jorge/#respond Thu, 23 Jan 2020 17:30:35 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=47223 O presidente do Governo Regional dos Açores, Vasco Cordeiro, visitou hoje, 23 de Janeiro, as obras de melhoramento do Porto do Topo, um investimento de cerca de 6,5 milhões de euros que vai entrar este ano ao serviço das pescas e do turismo, reforçando, por esta via, as condições de desenvolvimento económico daquela zona da …

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O presidente do Governo Regional dos Açores, Vasco Cordeiro, visitou hoje, 23 de Janeiro, as obras de melhoramento do Porto do Topo, um investimento de cerca de 6,5 milhões de euros que vai entrar este ano ao serviço das pescas e do turismo, reforçando, por esta via, as condições de desenvolvimento económico daquela zona da Ilha de São Jorge.

“Este investimento corresponde, sobretudo, a uma aposta estratégica quanto ao desenvolvimento de actividades económicas nesta parte da ilha de São Jorge”, uma vez que ficará dotado de condições para servir o sector das pescas, mas também as actividades de empresas marítimo-turísticas, referiu Vasco Cordeiro, no segundo dia da visita do Executivo açoriano à Ilha de São Jorge.

Obra concluída no final do ano

Em declarações aos jornalistas, o presidente do Governo Regional adiantou ainda que a obra, que deverá ficar concluída no final deste ano, “corresponde a um anseio muito esperado nesta zona da ilha”, representando, assim, o cumprimento de um compromisso assumido pelo Governo com a população.

Com a melhoria das condições de segurança e operacionalidade, o Porto do Topo vai ficar dotado com um molhe-cais com 60 metros de comprimento e uma frente acostável com cerca de 40 metros de comprimento, sendo também repavimentado o cais actual, construída uma rampa varadouro e um terrapleno com uma área de cerca de 1.200 metros quadrados.

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Ministério da Agricultura assinala Ano Internacional da Sanidade Vegetal http://agriculturaemar.com/ministerio-da-agricultura-assinala-ano-internacional-da-sanidade-vegetal/ http://agriculturaemar.com/ministerio-da-agricultura-assinala-ano-internacional-da-sanidade-vegetal/#respond Thu, 23 Jan 2020 17:00:44 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=47228 Em 2020 celebra-se o Ano Internacional da Sanidade Vegetal. Neste contexto e em parceria com a Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária, o Ministério da Agricultura irá assinalar este ano com diversas iniciativas, visando sempre sensibilizar a população de que, “tal como sucede com a saúde humana ou animal, a prevenção também é melhor remédio na …

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Em 2020 celebra-se o Ano Internacional da Sanidade Vegetal. Neste contexto e em parceria com a Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária, o Ministério da Agricultura irá assinalar este ano com diversas iniciativas, visando sempre sensibilizar a população de que, “tal como sucede com a saúde humana ou animal, a prevenção também é melhor remédio na protecção das plantas”, clarifica a ministra da Agricultura, Maria do Céu Albuquerque, realçando que “as emergências fitossanitárias têm efeitos devastadores na agricultura, na floresta e também nos ecossistemas naturais. Apostar na prevenção é, portanto, determinante”.

Com esta proclamação, em Dezembro de 2018, pela Assembleia Geral das Nações Unidas, pretendeu-se contribuir para a consciencialização global sobre o fundamental contributo da sanidade vegetal para erradicar a fome, reduzir a pobreza, proteger o ambiente e impulsionar o desenvolvimento socioeconómico. A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) estima que até 40% das culturas alimentares sejam perdidas anualmente devido a pragas e doenças das plantas.

Protecção das plantas

Sendo um tema que marca a actualidade e representando uma prioridade que supera fronteiras, são desenvolvidas, a nível internacional, normas técnicas que visam a protecção das plantas, garantindo segurança no comércio global de vegetais e produtos vegetais e prevenindo a dispersão de pragas e doenças para novos territórios.

Neste domínio, Portugal esteve na génese do primeiro acordo internacional, assinado em 1881, visando, na época, estabelecer normas para se evitar a dispersão da filoxera, que dizimava as vinhas nacionais e europeias. Também a nível da União Europeia, está estabelecido um extenso acervo legislativo que incide sobre a prevenção, controlo e erradicação de pragas e doenças das plantas.

Maria do Céu Albuquerque envia carta à Comissária da Saúde

Foi neste contexto, e tendo também em conta os objectivos estabelecidos através do Pacto Ecológico Europeu e da estratégia “Farm to Fork”, que a ministra da Agricultura, Maria do Céu Albuquerque, dirigiu uma carta à Comissária da Saúde, Stella Kyriakides, realçando “a delicada situação dos territórios do Sul da União, com grande diversidade de culturas e de espécies florestais e muito expostos à entrada, estabelecimento e dispersão de pragas e doenças nas plantas”, bem como “a importância da sanidade vegetal e da disponibilidade de meios de luta eficazes, amigos do ambiente e seguros para o consumidor, enquanto elementos centrais numa política comum em defesa da agricultura, flores e dos espaços naturais da União Europeia”.

“Num mercado com cada vez menos fronteiras, são muitas as oportunidades, mas também grandes os desafios que se colocam aos nossos agricultores e, consequentemente, a esta área governativa. É essencial é dispor de formas cada vez mais eficazes de protecção fitossanitária, que não comprometam os objectivos que devemos prosseguir na salvaguarda do Ambiente e da saúde do ser humano e dos animais”, sublinha a titular da pasta da Agricultura do XXII Governo que, através deste Ministério e no âmbito do Ano Internacional da Sanidade Vegetal, propõe-se a desenvolver diversas iniciativas.

Iniciativas

Entre as iniciativas que Maria do Céu Albuquerque se propõe está a implementação um conjunto de novas normas legais, tendo em vista uma maior protecção das culturas, das florestas e dos ambientes naturais, com uma forte aposta na prevenção, na implementação de procedimentos que permitam actuar de forma mais eficaz no combate às pragas e doenças das plantas e no aumento da sensibilização e informação sobre estas matérias.

Por outro lado, a ministra pretende defender, junto da Comissão Europeia, atendendo também aos grandes objectivos do Pacto Ecológico Europeu – o qual inclui um pacote de medidas para uma transição ecológica sustentável e de crescimento da União -, a criação de uma regulamentação harmonizada aplicável à avaliação e colocação no mercado de macro organismos destinados a actuar como agentes de luta biológica na protecção das culturas, reduzindo os possíveis riscos associados à introdução de espécies vivas no ambiente, potenciando o crescimento sustentável desta forma de protecção fitossanitária e fomentando a investigação, inovação e investimento neste domínio.

Controlo e certificação de sementes

Maria do Céu Albuquerque vai ainda preparar a revisão de um conjunto de diplomas legais, que incidem sobre a produção, controlo e certificação de sementes de plantas de fruteiras, de jovens plantas hortícolas, de plantas vitícolas, de batata de semente, de plantas e de outros materiais de propagação ornamentais, visando um maior garante da qualidade fitossanitária destes materiais.

“Parte essencial das nossas paisagens e do nosso património natural, as plantas produzem oxigénio, capturam o carbono, fornecem alimentos e bem-estar ao ser humano e aos animais, estando presentes no dia a dia de todas e todos nós. Por tudo isto, a sua protecção é uma das mais nobres missões do Ministério da Agricultura. Com as iniciativas que pretendemos levar a cabo ao longo de todo o ano de 2020, ambicionamos que esta passe a ser uma missão de todas e de todos”, conclui Maria do Céu Albuquerque.

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CAP reúne-se com estruturas regionais para avaliar prejuízos das cheias. Primeira paragem na região do Mondego http://agriculturaemar.com/cap-reune-se-com-estruturas-regionais-para-avaliar-prejuizos-das-cheias-primeira-paragem-na-regiao-do-mondego/ http://agriculturaemar.com/cap-reune-se-com-estruturas-regionais-para-avaliar-prejuizos-das-cheias-primeira-paragem-na-regiao-do-mondego/#respond Thu, 23 Jan 2020 16:20:44 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=47214 A direcção da CAP – Confederação dos Agricultores de Portugal inicia esta sexta-feira, dia 24 de Janeiro, mais um périplo pelo País para dialogar com as suas estruturas regionais, partilhar as linhas-mestras da sua actuação e auscultar os anseios e expectativas daqueles organismos descentralizados. Este ciclo de Conselhos Consultivos Regionais, que acontece no início de …

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A direcção da CAP – Confederação dos Agricultores de Portugal inicia esta sexta-feira, dia 24 de Janeiro, mais um périplo pelo País para dialogar com as suas estruturas regionais, partilhar as linhas-mestras da sua actuação e auscultar os anseios e expectativas daqueles organismos descentralizados.

Este ciclo de Conselhos Consultivos Regionais, que acontece no início de cada ano, arranca simbolicamente em Montemor-o-Velho, região fortemente afectada pelas cheias do Rio Mondego, em Dezembro passado.

As consequências do alagamento das terras agrícolas, que paralisou grande parte do sector agrícola na região Centro e infligiu pesados danos aos produtores, serão um dos temas em análise na reunião desta sexta-feira, que contará com a presença do presidente da CAP, Eduardo Oliveira e Sousa, e do secretário-geral, Luís Mira. O encontro incluirá ainda uma visita ao Regadio do Mondego.

Agenda

Depois deste Conselho com as Organizações do Centro, seguem-se reuniões, ainda este mês, com os dirigentes associativos das regiões de Trás-os-Montes (dia 30) e Douro/Minho (dia 31). Os Concelhos Consultivos Regionais relativos ao Ribatejo, Oeste, Alto Alentejo e Baixo Alentejo prosseguirão em Fevereiro.

Em cima da mesa, estarão temas de âmbito regional, mas também questões nacionais transversais, incluindo o ponto de situação da execução do PDR 2020.

Estes Conselhos permitirão ainda à estrutura nacional da CAP transmitir informações sobre a reforma da Política Agrícola Comum (PAC) 2020, cujas negociações decorrem em Bruxelas, onde a Confederação tem uma Delegação Permanente a acompanhar os trabalhos. O Orçamento do Estado para este ano, com votação final global agendada para o próximo dia 6 de Fevereiro, também estará em análise, nomeadamente as medidas que dizem respeito ao sector agrícola e florestal.

Medir o pulso ao sector agrícola e florestal

Eduardo Oliveira e Sousa, Presidente da CAP, afirma que “estes Conselhos Consultivos Regionais, para além de servirem de ponto de contacto e de aproximação entre estruturas, são muito importantes para medirmos o pulso ao sector agrícola e florestal, para aprofundarmos no terreno o conhecimento sobre as reais preocupações e dificuldades dos produtores e empresários – que, na maioria das vezes, desenvolvem a sua actividade em territórios distantes dos centros de decisão. É uma oportunidade para definirmos metas de trabalho e percebermos quais são os desafios que se perfilam para o futuro”.

O presidente da CAP acrescenta ainda que “Portugal está a um ano de assumir a Presidência da União Europeia. Dentro de pouco tempo, o Governo definirá quais serão as linhas condutoras do seu mandato. Consideramos que a agricultura e os agricultores, pelo papel que desempenham na coesão territorial, no ordenamento do território e desenvolvimento regional, na preservação dos ecossistemas e no combate às alterações climáticos – eixos fundamentais da política europeia –, devem ser tidos em conta na estratégia definida. Por isso, estes Conselhos Consultivos Regionais servirão também para consolidarmos aquele que é o sentir do mundo rural, das suas necessidades e expectativas face ao contexto que vivemos e ao ano que agora começa, e transmiti-lo oportunamente ao Governo e às demais instituições”.

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Ílhavo. Requalificação do Navio-Museu Santo André adjudicada por 486 mil euros http://agriculturaemar.com/ilhavo-requalificacao-do-navio-museu-santo-andre-adjudicada-por-486-mil-euros/ http://agriculturaemar.com/ilhavo-requalificacao-do-navio-museu-santo-andre-adjudicada-por-486-mil-euros/#respond Thu, 23 Jan 2020 08:46:04 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=47218 A Câmara Municipal de Ílhavo aprovou a adjudicação dos serviços de beneficiação e reparação do Navio-Museu Santo André, polo museológico do Museu Marítimo de Ílhavo, pelo valor de 485.500 euros. A primeira fase da reabilitação do Navio-Museu, com um prazo de execução de 3 meses, tem como objectivo garantir a sua manutenção, requalificação e melhoria …

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A Câmara Municipal de Ílhavo aprovou a adjudicação dos serviços de beneficiação e reparação do Navio-Museu Santo André, polo museológico do Museu Marítimo de Ílhavo, pelo valor de 485.500 euros.

A primeira fase da reabilitação do Navio-Museu, com um prazo de execução de 3 meses, tem como objectivo garantir a sua manutenção, requalificação e melhoria das condições de segurança para as visitas.

Esta intervenção incidirá sobre a reabilitação da estrutura do navio, como os porões, áreas de alojamento, parque do guincho de pesca, casa das máquinas, balustrada exterior, convés, mastros e ponte, para além da pintura total, docagem e alagem, e renovação de toda a componente eléctrica e sistemas do navio, entre outros, explica fonte institucional da autarquia.

Requalificação alargada

Este processo é parte integrante de uma requalificação mais alargada do Navio-Museu que prevê, numa fase posterior, a recriação da identidade museológica, tirando partido de novos meios de exibição expositiva.

O objectivo é revitalizar essa identidade do Navio-Museu Santo André, com foco na “user experience” dos visitantes, criando uma experiência sensorial que remete para o passado e aproxima as pessoas às memórias das aventuras dos pescadores na Faina Maior, incluindo processos de acessibilidade inclusiva.

A Câmara Municipal de Ílhavo informa ainda que, neste âmbito, a partir do dia 17 de Fevereiro estarão suspensas as visitas ao Navio-Museu Santo André, até à conclusão da referida requalificação.

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João Ponte: Recuperação financeira das cooperativas em São Jorge gera confiança no futuro agrícola http://agriculturaemar.com/joao-ponte-recuperacao-financeira-das-cooperativas-em-sao-jorge-gera-confianca-no-futuro-agricola/ http://agriculturaemar.com/joao-ponte-recuperacao-financeira-das-cooperativas-em-sao-jorge-gera-confianca-no-futuro-agricola/#respond Wed, 22 Jan 2020 20:20:49 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=47172 O secretário Regional da Agricultura e Florestas dos Açores, João Ponte, afirmou hoje, 22 de Janeiro, que a recuperação financeira alcançada pelo sector cooperativo na Ilha de São Jorge nos últimos anos, além de constituir um exemplo de que é sempre possível fazer mais e melhor, e de que o trabalho em parceria é fundamental …

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O secretário Regional da Agricultura e Florestas dos Açores, João Ponte, afirmou hoje, 22 de Janeiro, que a recuperação financeira alcançada pelo sector cooperativo na Ilha de São Jorge nos últimos anos, além de constituir um exemplo de que é sempre possível fazer mais e melhor, e de que o trabalho em parceria é fundamental para ultrapassar dificuldades, é, sobretudo, um marco gerador de confiança para o futuro do sector leiteiro.

“Se recuarmos a 2014, estávamos numa situação complexa, com dívidas aos produtores de leite por parte das cooperativas, resultados de exploração negativos, a produção de leite era de 27,3 milhões de litros, existia desânimo e incerteza em relação ao futuro”, referiu João Ponte, acrescentando que actualmente a realidade é muito diferente para melhor, a todos os níveis.

Produção de leite

O governante, que falava à margem de uma reunião com a direcção da Uniqueijo – União de Cooperativas Agrícolas de Lacticínios de São Jorge, no primeiro dia da visita do Governo a esta ilha, destacou que, na actual legislatura, a média de produção de leite em São Jorge ronda os 30 milhões de litros anuais e registou-se uma recuperação de 11% na valorização do preço do queijo, um aspecto decisivo para a diminuição do passivo do sector cooperativo, sendo que, nos últimos quatro anos, foi possível reduzir em 2,5 milhões de euros.

Por outro lado, João Ponte salientou que, entre 2014 e 2018, registou-se um aumento de quase 34% da quantidade de queijo de São Jorge com Denominação de Origem Protegida (DOP) certificado, fruto da aposta que o sector cooperativo tem vindo a fazer na qualidade e na valorização do produto.

Para o secretário Regional, esta dinâmica positiva tem sido essencial para o desenvolvimento agrícola da Ilha de São Jorge, para a criação de riqueza e de emprego.

Apoio de mais de 1 milhão de euros

O titular da pasta da Agricultura destacou ainda que, nesta legislatura, o Governo Regional já apoiou em mais de um milhão de euros o sector cooperativo jorgense, designadamente a Uniqueijo e a Cooperativa Agrícola de Lacticínios dos Lourais, uma ajuda que é para continuar, dada a importância económica e social do sector cooperativo para a Ilha de São Jorge.

“Tudo o que for feito com o intuito de melhorar o rendimento dos agricultores, reduzir custos de produção e valorizar as nossas produções é seguramente positivo e merece ser apoiado e estimulado”, frisou João Ponte.

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Apoio à realização de queimadas avança em Vila Real, Viseu e Guarda http://agriculturaemar.com/apoio-a-realizacao-de-queimadas-avanca-em-vila-real-viseu-e-guarda/ http://agriculturaemar.com/apoio-a-realizacao-de-queimadas-avanca-em-vila-real-viseu-e-guarda/#respond Wed, 22 Jan 2020 17:00:48 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=47175 A Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais (AGIF) está a apoiar a Realização de Queimadas nos distritos de Vila Real, Viseu e Guarda. O objectivo desta iniciativa é a redução de áreas ardidas de forma desregulada durante o Verão, evitando assim que se transformem em incêndios severos, em áreas onde existe uma forte …

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A Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais (AGIF) está a apoiar a Realização de Queimadas nos distritos de Vila Real, Viseu e Guarda. O objectivo desta iniciativa é a redução de áreas ardidas de forma desregulada durante o Verão, evitando assim que se transformem em incêndios severos, em áreas onde existe uma forte relação entre o uso tradicional do fogo e a actividade de silvopastorícia.

Viseu foi escolhido como distrito piloto para desenvolver o processo de acompanhamento e apoio aos pastores, com início desde Outubro de 2019, direccionado para áreas com necessidade de renovação de pastagens e melhoria dos habitats e onde a população rural tem uma percepção errada do risco e das condições do meio envolvente.

Equipa de projecto com representação distrital, regional e municipal

A equipa de projecto é constituída por entidades parceiras com representação distrital, regional e municipal, como o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), a Direcção Regional de Agricultura, Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV), Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC), a Guarda Nacional Republicana (GNR), as Comunidades Inter-municipais (CIM), as Organizações de Produtores Florestais, Corpos de Bombeiros e autarquias, as quais procederam à definição de territórios prioritários nos diversos concelhos, procurando dar resposta aos problemas que foram identificados pelas comunidades locais.

Em Castro Daire, no distrito de Viseu, já foram realizadas 4 acções para renovação, aproximadamente de 100 ha de pastagens, em áreas identificadas pelos pastores, informa um comunicado da Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais.

Estas acções foram realizadas por equipas dos Bombeiros de Castro Daire, Brigada de Sapadores Florestais da Comunidade Inter-municipal de Viseu e Dão Lafões, com apoio da Associação de Produtores Florestais de Montemuro e Paiva e Força Especial de Protecção Civil (FEPC), Grupo de Intervenção, Protecção e Socorro (GIPS), suporte logístico do Município de Castro Daire.

Montalegre e Vila Pouca de Aguiar

No distrito de Vila Real, nos concelhos de Montalegre e Vila Pouca de Aguiar foram queimados cerca de 15 ha estando identificados pelos pastores cerca de 550 hectares.

Estas acções serão realizadas por equipas operacionais compostas por elementos dos Corpos de Bombeiros, Brigadas e Sapadores Florestais, Força Especial de Protecção Civil (FEPC) e Grupo de Intervenção, Protecção e Socorro (GIPS), com apoio das Associações de Produtores Florestais e Municípios locais.

Com esta iniciativa, a AGIF pretende incentivar processos cooperativos e colaborativos entre as entidades que fazem parte do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais, numa acção focada nas causas dos problemas pela via da conciliação de interesses e operacionalização da prevenção, e garantir a diminuição do risco de incêndio.

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Vasco Cordeiro inicia visita a São Jorge com inauguração do novo entreposto frigorífico http://agriculturaemar.com/vasco-cordeiro-inicia-visita-a-sao-jorge-com-inauguracao-do-novo-entreposto-frigorifico/ http://agriculturaemar.com/vasco-cordeiro-inicia-visita-a-sao-jorge-com-inauguracao-do-novo-entreposto-frigorifico/#respond Wed, 22 Jan 2020 16:02:39 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=47161 O presidente do Governo Regional dos Açores, Vasco Cordeiro, iniciou hoje, 22 de Janeiro, a visita estatutária a São Jorge com a inauguração do novo Entreposto Frigorífico das Velas, onde realçou que o investimento em infraestruturas, na qualificação e na sustentabilidade dos recursos são os três pilares da estratégia definida para garantir o futuro das …

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O presidente do Governo Regional dos Açores, Vasco Cordeiro, iniciou hoje, 22 de Janeiro, a visita estatutária a São Jorge com a inauguração do novo Entreposto Frigorífico das Velas, onde realçou que o investimento em infraestruturas, na qualificação e na sustentabilidade dos recursos são os três pilares da estratégia definida para garantir o futuro das Pescas.

O novo entreposto frigorífico das Velas dispõe de uma câmara de conservação de congelados com capacidade de 40 toneladas, de uma câmara de conservação de refrigerados com capacidade de 20 toneladas, de um túnel de congelação com capacidade para 10 toneladas por ciclo, e uma zona climatizada para preparação e transformação de pescado.

Foi ainda criada uma nova valência, a capacidade de produção de gelo, através de um equipamento com capacidade para produzir duas toneladas por dia e de armazenar até quatro toneladas.

“Tudo isso tem a ver com os pescadores, tem a ver com o seu rendimento, tem a ver com o seu futuro e com capacidade de nós querermos sempre ajudar a construir esse futuro”, afirmou Vasco Cordeiro, na inauguração deste novo entreposto, que representou um investimento de cerca de um milhão de euros.

Garantir o futuro das pescas

Com o objectivo de garantir o futuro das pescas na Região, o presidente do Governo considerou que um dos alicerces desta estratégia tem a ver com as infraestruturas, apontando o exemplo dos investimentos nos entrepostos frigoríficos da Horta, de Vila do Porto, da Madalena e das Lajes das Flores, assim como as obras na rampa do Porto Formoso, do núcleo de pescas da Madalena, e do Porto do Topo, também em São Jorge.

“O segundo pilar tem a ver com a qualificação, em primeiro lugar dos próprios pescadores, através dos cursos profissionais que têm sido promovidos e que já abrangeram mais de uma centena de profissionais”, sublinhou Vasco Cordeiro, ao assegurar que a Escola do Mar tem também um papel fundamental na construção deste pilar.

Sustentabilidade

De acordo com o presidente do Governo, o terceiro pilar para garantir o futuro das pescas passa pela sustentabilidade, que começa pelo próprio compromisso dos profissionais das pescas, que “estão na linha da frente deste compromisso com a gestão dos recursos, seja na fixação de quotas regionais de criação áreas marinhas protegidas”.

No início da vista a São Jorge, Vasco Cordeiro destacou, por outro lado, que, só entre 2013 e 2019 e apenas na Ilha de São Jorge, o investimento directo do Governo nesta ilha ascendeu a mais de 213 milhões de euros.

“Isso não significa que está tudo bem, que, por exemplo, em São Jorge, temos de fazer mais no escoamento do pescado para o exterior”, disse o presidente do Governo, ao adiantar que a “credibilidade dessa aposta em melhorar advém daquilo que já fizemos e já demos provas”.

 

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ISAG volta a avaliar impacto económico da Feira do Fumeiro de Montalegre http://agriculturaemar.com/isag-volta-a-avaliar-impacto-economico-da-feira-do-fumeiro-de-montalegre/ http://agriculturaemar.com/isag-volta-a-avaliar-impacto-economico-da-feira-do-fumeiro-de-montalegre/#respond Wed, 22 Jan 2020 15:00:41 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=47149 Qualidade e satisfação, atractividade e retorno económico marcaram a edição de 2019 da Feira do Fumeiro de Montalegre. Assim o comprovam os dados do estudo de avaliação da marca “Fumeiro de Montalegre”, desenvolvido pelo Núcleo de Investigação do ISAG – European Business School (NIDISAG). O impacto económico na região de uma das suas feiras mais …

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Qualidade e satisfação, atractividade e retorno económico marcaram a edição de 2019 da Feira do Fumeiro de Montalegre. Assim o comprovam os dados do estudo de avaliação da marca “Fumeiro de Montalegre”, desenvolvido pelo Núcleo de Investigação do ISAG – European Business School (NIDISAG).

O impacto económico na região de uma das suas feiras mais marcantes ascendeu aos 5,7 milhões de euros em 2019

No ano passado, este estudo permitiu perceber que 82% dos visitantes gastaram em produtos de fumeiro uma média diária de 92,14 euros. Contas feitas, foi gerado, no recinto da feira, um volume de negócios de 3,1 milhões de euros, um valor que foi mais além no impacto global na região (alojamento, deslocações, compras e actividades complementares), avaliado em 5,7 milhões de euros.

Pólo de atracção

O estudo comprovou o verdadeiro pólo de atracção que o evento constitui naquela que é a única região portuguesa classificada como património agrícola mundial, já que 92% dos visitantes afirmaram deslocar-se de propósito para a Feira. De referir que 81,4% dos visitantes chegaram de outros concelhos que não Montalegre e 4,9% do estrangeiro (com França, Espanha e Suíça a destacarem-se).

A importância dada aos produtos da região, cuja diferenciação atrai cada vez mais não só o consumidor individual, mas também os profissionais de restaurantes e hotéis, ficou bem patente nos resultados de 2019. A “qualidade do fumeiro” e a “reputação da feira” foram os mais valorizados entre os motivos para a visita. Quando questionados sobre o local preferencial para adquirir produtos de fumeiro, 29,5% indicaram a compra directa ao produtor e 24% as feiras tradicionais, mostrando clara confiança e interesse nos produtos e vendas locais.

Inquéritos

“Nesta edição, vamos aplicar novamente centenas de inquéritos no recinto da Feira do Fumeiro de Montalegre para avaliar o dinamismo do evento em diferentes vertentes”, explica a Professora Ana Borges, do NIDISAG. “Perceber o perfil do visitante, qual o seu nível de satisfação, o que compra, quanto gasta e de que forma reconhece a marca Fumeiro de Montalegre serão alguns dos aspectos avaliados, permitindo perceber a importância da Feira na economia e turismo da região”, acrescenta.

A edição de 2020 (23 a 26 de Janeiro) será a segunda vez consecutiva em que a instituição de ensino superior politécnico do Porto vai aplicar este estudo, numa parceira com a Associação de Produtores de Fumeiro da Terra Fria Barrosã.

Agricultura e Mar Actual

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INE: Pastagens e culturas forrageiras com bom desenvolvimento http://agriculturaemar.com/ine-pastagens-e-culturas-forrageiras-com-bom-desenvolvimento/ http://agriculturaemar.com/ine-pastagens-e-culturas-forrageiras-com-bom-desenvolvimento/#respond Wed, 22 Jan 2020 13:00:40 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=47159 O aumento dos teores de humidade do solo, as temperaturas amenas e a ausência de geadas promoveu o rápido desenvolvimento vegetativo dos prados, pastagens e culturas, refere o Instituto Nacional de Estatística (INE), no seu Boletim Mensal da Agricultura e Pescas – Janeiro de 2020. Nas zonas mais afectadas pela precipitação intensa, observa-se uma natural …

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O aumento dos teores de humidade do solo, as temperaturas amenas e a ausência de geadas promoveu o rápido desenvolvimento vegetativo dos prados, pastagens e culturas, refere o Instituto Nacional de Estatística (INE), no seu Boletim Mensal da Agricultura e Pescas – Janeiro de 2020.

Nas zonas mais afectadas pela precipitação intensa, observa-se uma natural diminuição do vigor, sendo que o alagamento dos solos também dificulta o acesso dos efectivos às áreas de pastoreio.

As necessidades forrageiras das diferentes espécies pecuárias ainda não estão a ser totalmente satisfeitas com o pastoreio, havendo a necessidade de recorrer a fenos, silagens e/ou alimentos concentrados na maioria das explorações, realçam os técnicos do INE.

Dezembro quente e chuvoso

Acrescenta o Boletim Mensal da Agricultura e Pescas – Janeiro de 2020 que o mês de Dezembro caracterizou-se, em termos meteorológicos, como quente e chuvoso.

A temperatura média do ar, 11,0 ºC, foi 1,0 ºC superior à normal (1971-2000), sendo o terceiro registo mais elevado de Dezembro desde 2000.

Quanto à precipitação, o valor médio mensal foi superior à normal em cerca de 27%, tendo-se registado uma distribuição espacial heterogénea: nas regiões Norte e Centro, e em particular devido à passagem das depressões Elsa e Fabien, registaram-se valores muito acima da média; no Sul a precipitação foi inferior à média, sendo que no sotavento algarvio os valores não ultrapassaram os 40% da normal (1971-2000).

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