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Aicep publica Síntese Sectorial de Mercado dedicada aos transformados de tomate no Japão

A Aicep acba de publicar a análise “Japão – Síntese Sectorial de Transformados de Tomate”. O documento faz uma caracterização do mercado, com destaque para as questões relacionadas com o consumo, os canais de distribuição e as trocas externas, além da identificação dos principais produtores e importadores no mercado, e de outra informação económica relevante.

O Japão é o terceiro maior importador mundial de transformados de tomate (6% do total em 2015), com as compras destes produtos a representarem mais de 233 milhões de Euros. Os maiores fornecedores do mercado japonês de transformados de tomate foram Itália (39% do total), EUA (17%), a China (15%) e Portugal (11%).

Nos purés e pastas de tomate, que constituem a maior fatia das importações japonesas destes produtos, Portugal ultrapassa a Itália e ocupa o 3º lugar no ranking de fornecedores, com 23,4 mil toneladas, logo a seguir aos EUA e à China.

Sumos ainda com pouco peso

A representatividade dos sumos no quadro das importações do sector é ainda reduzida, mas tem vindo a aumentar. As compras externas cresceram 27,4% em média ao ano desde 2010 nos sumos de vegetais e 67,8% nos de tomate. Os sumos de vegetais designados como “Ichinichibun-no-Yasai” ou “Yasai-ichinichi-koreippon” (vegetais necessários por dia) e produtos semelhantes têm tido grande sucesso desde 2013.

Atendendo às crescentes preocupações com a alimentação saudável, expressões-chave como “rico em licopenos”, “sabor a tomate” ou outras relacionadas com as características do produto benéficas para a saúde tenderão a atrair, cada vez mais, a atenção dos consumidores, diz a Aicep.

Com o 3º maior PIB mundial, segundo o Global Competitiveness Report 2015-2016, o Japão é o 10º país do mundo em número de habitantes e o 23º maior em PIB per capita. Com o PIB a crescer 1,3% em 2015 e 2% em 2016, de acordo com previsões do Economist Intelligence Unit, a economia japonesa está muito dependente do comércio internacional.

Pode consultar o documento completo aqui.

Agricultura e Mar Actual

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